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10 mentiras contadas pelos médicos que podem levar os pacientes à morte

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Na literatura médica, diversos assuntos controversos costumam vir à tona e, com isso, passam a ser estudados pelos especialistas. No entanto, algumas mentiras divulgadas por anos e anos pela medicina, impulsionadas por diversas indústrias de diversos setores, podem levar pacientes a acreditar em notícias que, além de mentirosas, podem matá-los.

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Em seu livro, o especialista lista 10 mentiras que são contadas pelos médicos e podem matar os pacientes (foto ilustrativa)

Isso é o que acredita o médico Magno Magalhães, pós-graduado em Dermatologia e Medicina do Trabalho e professor da Universidade Estadual do Maranhão. No livro “10 mentiras que o seu médico conta que podem matá-lo”, o autor aborda assuntos que, quando confrontados com embasamento científico, ajudam a esclarecer diversas informações falsas. 

Segundo Magalhães, o objetivo da obra “é estimular a reflexão de todos sobre os hábitos em relação ao consumo dessas substâncias e como mudanças simples no dia a dia podem trazer benefícios importantes à saúde.” Ficou curioso para saber quais são esses mitos que os médicos contam? Confira abaixo!

1. Substituir o açúcar pelos adoçantes para reduzir calorias, peso e evitar diabetes

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Trocar o açúcar pelo adoçante é realmente necessário?

Magalhães diz que, no meio médico, é propagado que o adoçante vai fazer você diminuir a quantidade de calorias ingeridas, mas não se fala dos malefícios que eles causam. Conforme explica, o aspartame, que é um dos mais consumidos no Brasil, por exemplo, tem alguns efeitos colaterais, como enxaqueca, doenças de pele e cegueira, quando consumido acima do permitido.

2. Limitar o consumo a um ovo por semana para não aumentar o colesterol

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O consumo de ovo deve ser, realmente, limitado a um por semana?

Durante décadas, acreditava-se que o ovo era ruim à saúde. No entanto, o médico destaca que é um alimento saudável e nutritivo, que não tem, necessariamente, relação com o colesterol. Ele explica que comprovou-se que o acúmulo de colesterol nas artérias vem, principalmente, de comidas industrializadas e fast-foods. Conclusão: pode consumir ovo diariamente.

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3. A soja é um alimento completo e todos podem comê-la à vontade

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Segundo o especialista, consumir soja pode colocar a saúde em risco

O profissional afirma que a soja é um alimento que tem muitos efeitos nocivos à saúde, como desconforto abdominais, problemas na tireóide, infertilidade e câncer. Além disso, ele diz que, no caso das mulheres, ingerir 100g da proteína por dia pode ter o mesmo efeito de uma pílula anticoncepcional.

4. O flúor é essencial para a boa saúde dos seus dentes e evita cáries

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Em seu livro, o médico também fala sobre o flúor

Através de estudos e pesquisas, Magalhães declara que descobriu que o flúor é bem mais nocivo do que imaginava e afirma que tornou-se uma das maiores fraudes científicas dos últimos tempos. Ele diz que o parte do produto permanece no organismo e pode gerar e agravar quadros de osteoporose, cancerígenos, além de deixar os dentes com manchas e quebradiços.

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5. Você precisa manter o seu colesterol sob controle para não infartar

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Relação entre infarto e colesterol também é apontada

Ao ouvir discursos de cardiologistas, o médico afirma ser consenso entre eles a ideia de manter o colesterol baixo, mas não diz quanto. Para ele, abaixo de 140 é danoso. Ainda reforça que o colesterol é necessário para o cérebro, sendo importante reconhecer seus benefícios, afirmando que ele é essencial.

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6. Você tem uma saúde de ferro! As suas taxas laboratoriais estão ótimas

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Ele também fala da importância da realização de alguns exames

Essa é mais uma mentira que costumamos ouvir, reforça o especialista. Ele destaca a importância de exames que ajudam a detectar a possibilidade de infartos e AVCs, além do  homocisteína. O especialista sugere conversar com o médico sobre outros exames e, assim, evitar problemas que surgem mesmo quando, no check-up convencional tudo aparentar uma suposta “normalidade.”

7. Os cereais são ricos em fibras. Coma-os à vontade todos os dias

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Especialista defende que o consumo de cereais não deve ser diário

Magalhães diz que trigo, aveia, cevada e centeio, cereais que contêm glúten, uma substância viscosa, elástica e grudenta, podem causar mal ao corpo. Câncer, osteoporose, infertilidade, epilepsia, distúrbios de aprendizagem, obesidade, diabetes e nascimentos prematuros são alguns dos problemas que podem surgir.

8. O leite é fundamental para a saúde dos seus ossos e previne a osteoporose

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Na obra, ele ainda fala do leite e a sua relação com a prevenção da osteoporose

O médico diz que os países que mais produzem leite no planeta são os que têm maior índice de osteoporose e fraturas. Segundo ele, o leite não torna os ossos mais fortes, mas é capaz de deixá-los frágeis. “Vários estudos demonstram que não há relação alguma entre o consumo de leite e níveis satisfatórios de cálcio em nosso corpo”, destaca.

9. A margarina é mais saudável do que a manteiga

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Você tem dúvidas sobre escolher entre margarina e manteiga?

Segundo o profissional, a margarina é uma versão quase plástica do alimento, que não tem nada de aproveitamento nutricional, além de poder causar danos no fígado, por exemplo. Já a manteiga, por sua vez, pode ajudar na prevenção do câncer de intestino e, se consumida com moderação, é uma ótima escolha para substituir a margarina.

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10. O óleo de coco faz mal à saúde. Prefira sempre outros óleos vegetais

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O óleo de coco já foi visto como vilão, mas está voltando para as cozinhas

Mais uma das mentiras da lista! O óleo de coco já foi visto como vilão, mas está voltando para as cozinhas. Magalhães diz que o produto tem valor nutricional e aplicações no campo terapêutico. O óleo de coco extravirgem tem entre seus benefícios proteger o fígado contra o efeito do álcool e aumentar a imunidade por agir como anti-inflamatório natural.

Fonte: IG SAÚDE

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Entenda o que é glaucoma, principal causa de cegueira irreversível no mundo

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A Organização Mundial de Saúde estima que o glaucoma, principal causa de cegueira irreversível no mundo, afetará, aproximadamente, 80 milhões de pessoas em 2020. Para 2040, a previsão é de 111,5 milhões. Os dados assustam e, diante disso, é necessário entender como a doença funciona e a importância de ir ao oftalmologista.

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Conhece o glaucoma? A doença, que é a principal causa de cegueira irreversível, deve afetar 80 milhões de pessoas em 2020

Para começar, é importante saber que a principal causa do glaucoma é o aumento da pressão intraocular que danifica o nervo óptico, que leva a imagem captada pelo olho ao cérebro onde esta é interpretada. Com isso, a lesão do nervo impede que a imagem chegue ao cérebro, o que causa a cegueira ou prejuízos notáveis à qualidade da visão.

Segundo Remo Susanna Jr, professor titular da Clínica de Oftalmologia da Universidade de São Paulo, em sua forma mais comum, a doença é totalmente assintomática. “Contudo, os pacientes têm mais chances de queda, sete vezes mais chances de terem acidentes de trânsito devido a uma pior qualidade de visão, além da dificuldade de adaptação do claro para o escuro”, diz.

O profissional explica que há mais de 25 tipos de glaucoma, sendo que alguns tipos, como o agudo e os casos inflamatórios, são mais dolorosos. Por outro lado, são menos frequentes que a forma mais comum e, conforme explicado acima, assintomática, que é o glaucoma primário de ângulo aberto.

Para identificar a doença, é necessário consultar um oftalmologista. Segundo o professor, até há pouco tempo, o diagnóstico era feito pela pressão intraocular elevada. Entretanto, 60% dos casos não são diagnosticados usando este critério. “A única maneira de diagnosticar corretamente o glaucoma é com um exame oftalmológico completo”, pontua. 

“O glaucoma é definido como a presença de lesão glaucomatosa no nervo óptico ou na camada de fibras nervosas da retina observada pelo exame de fundo de olho. Desta forma, qualquer que seja a pressão ocular do paciente, se existir lesão característica do nervo ótico, este paciente tem glaucoma”, destaca o profissional.

O especialista ainda explica que é possível desenvolver a doença mesmo com a pressão dentro da normalidade. É o chamado glaucoma normotensivo. “São os casos em que o nervo é mais susceptível e se danifica mesmo com pressões oculares normais”, destaca ele, que classifica a condição como “o ladrão mais astuto da visão” por não apresentar sinais. 

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Em outros casos, por exemplo, a pressão pode estar elevada, mas o paciente não apresenta dano no nervo óptico, que é mais resistente. É a hipertensão ocular. “Portanto, para o diagnóstico, é fundamental o exame minucioso do nervo óptico pelo fundo de olho e, quando necessário, por meio de exames de imagem e exames funcionais, como o campo visual”, informa o professor.

Qual o público mais afetado?

As pessoas mais afetadas são acima dos 40 anos. Além disso, há fatores de risco, como histórico familiar de glaucoma, pressão do olho elevada, alto grau de miopia, tratamento com esteróides, descendência africana e traumas oculares. Doenças como diabetes, hipertensão, problemas de circulação, enxaqueca e apneia do sono podem aumentar o risco.

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“O glaucoma ocorre em 2% dos pacientes brancos e em 7% negros com mais de 40 anos, acometendo 3,5% dos brancos e 12% dos negros com mais de 70 anos. Com o aumento da expectativa de vida da população mundial, esses números serão ainda maiores no futuro próximo. A idade, por si só, é um fator de risco para o desenvolvimento da doença”, diz Remo.

Doença ainda é desconhecida pela população

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Muitas pessoas acham que, por enxergarem bem, não precisam ir ao oftalmologista, o que pode prejudicar a saúde ocular

Muitas pessoas acham que, por enxergarem bem, não precisam fazer exame oftalmológico de rotina, o que contribui para a não detecção da doença. “É incrível que mesmo parentes diretos de pacientes glaucomatosos não procurem o oftalmologista para serem examinados especificamente para excluir ou diagnosticar a doença”, destaca o professor.

Sem o diagnóstico, muitos casos podem levar à cegueira . “Estima-se que, em países desenvolvidos, metade dos pacientes com glaucoma não sabem que têm a doença e, em países em desenvolvimento, 70% dos indivíduos afetados desconhecem serem portadores da doença, muitos mesmo após terem passado por exame oftalmológico”, continua. 

Além disso, a doença tem características que dificultam o diagnóstico. “A pressão ocular oscila muito durante o dia, podendo inclusive variar mais de 5 mmHg em dez minutos. Ela é mais alta de madrugada e logo que a pessoa acorda, períodos do dia de difícil aferição da pressão ocular pelo oftalmologista “, ressalta Remo.

No decorrer do dia, a pressão varia bastante e, geralmente, é feita a medida isolada. Com isso, há falhas para estimar as variações de pressão que o paciente sofre durante o dia e para verificar se doença está controlada. A maior causa da lesão no nervo óptico é a pressão mais alta que o paciente apresenta durante o dia. É o chamado pico pressórico.

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Para detectá-lo, uma das formas é a prova de sobrecarga hídrica, que consiste em se medir a pressão ocular e, em seguida, o paciente ingere 800ml de água em, aproximadamente, cinco minutos. A pressão é, então, medida de 15 em 15 minutos, três vezes. A mais alta dessas três medidas corresponde à pressão mais alta que o paciente tem durante o dia.

Outro ponto é que, mesmo após o diagnóstico, a pessoa em questão deixa de seguir as recomendações médicas. “Por incrível que pareça, nos Estados Unidos, 30% dos pacientes deixam de usar a medicação três meses depois de diagnosticados. Quase 70% dos demais se esquecem de pingar o colírio no horário correto ou simplesmente esquecem uma ou mais gota”, diz Remo.

Por outro lado, o glaucoma é caracterizado por lesão do nervo óptico, acompanhada ou não de pressão ocular elevada. “Portanto, fique atento: tão importante quanto perguntar ao oftalmologista qual é a sua pressão ocular é perguntar como está o seu nervo óptico”, destaca o professor da USP.

Vá ao oftalmologista

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Ir ao oftalmologista com frequência é importante para ver se você está com glaucoma e iniciar o tratamento o quanto antes

Conforme vimos, o glaucoma é a principal causa de cegueira irreversível, além de ser assintomático. Com isso, somente o oftalmologista pode detectá-lo e iniciar o tratamento, preferencialmente nas suas fases iniciais. E vale o alerta: pessoas com parentes diretos com a doença deverão ser examinados anualmente.

Os pacientes diagnosticados devem ser examinados de acordo com a severidade da doença, sua velocidade de progressão e fatores de risco definidos pelo oftalmologista responsável pelo atendimento. Normalmente, o período para consulta e exames varia de 4 meses a um ano, mas é importante avaliar cada caso individualmente. 

Lembre que, quanto mais avançado o glaucoma for, mais rápido é a sua progressão e maiores são as chances de cegueira ou de perda da qualidade da visão. E como não é possível prevenir a doença, visitar de forma rotineira oftalmologista é a melhor forma de evitar que o glaucoma passe despercebido. 

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“Não existe cura para a doença nem é possível reverter os danos provocados por ela. A boa notícia é que o glaucoma pode ser controlado. O sucesso depende, de um lado, da extensão dos danos e, de outro, da agressividade da doença, fator que varia de paciente para paciente. Quanto mais cedo for detectada, menos sequelas provoca”, finaliza Reno.

Fonte: IG SAÚDE

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Homem morre de meningite após confundir sintomas com “resfriado comum”

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No dia 18 de outubro deste ano, John Webster, de 34 anos, começou a espirrar e a tossir e pensou que estava resfriado. No dia seguinte, ele passou a se sentir pior, com dor de cabeça e quadros de diarreia. Na ocasião, o rapaz não estava comendo e, por conta dos sintomas apresentados, a namorada, Natasha Wright, quis chamar uma ambulância, mas ele recusou.

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Reprodução/manchestereveningnews.co.uk

Homem que teve diarreia, dor de cabeça e ficou com falta de apetite teve meningite, mas achou que era um resfriado

Na manhã seguinte, Natasha, que tem 21 anos, acordou e encontrou o companheiro desacordado. Depois de tentar despertá-lo sem sucesso, ela ligou para a emergência. Segundo a Caters News Agency, quando os paramédicos chegaram à sua casa em Manchester, na Inglaterra, eles avisaram que Webster tinha apenas 10% de chance de sobreviver.

No hospital, os médicos informaram que o homem estava com meningite , que foi, inicialmente, confundida com um resfriado. A doença fez com que ele piorasse rapidamente e, depois que a sepse, complicação potencialmente fatal de uma infecção, devastou seu corpo, os profissionais disseram à família que os aparelhos precisavam ser desligados. 

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Natasha explica que, desde então, tudo tem sido “devastador”. “Quando voltei do hospital, tive que ficar com um amigo. Não queria entrar no meu quarto sabendo que seria exatamente como o deixamos no dia em que John foi para o hospital”, diz a jovem. “Penso nele e sinto falta dele todos os dias”, desabafa. 

“Eu ainda tenho a foto dele ao lado da minha cama. Quando cheguei em casa, dormi lá no sofá por cerca de uma semana”, conta” Ele sempre foi tão forte, um amor e uma pessoa tão carinhosa que ajudaria qualquer um que pudesse. Ele sempre ria com você”, continua Natasha, que está contando sua história para conscientizar sobre a meningite.

Quais os sintomas da meningite?

Segundo informações do Ministério da Saúde, febre, rigidez no pescoço e dor de cabeça são os sintomas iniciais da doença. No entanto, o paciente ainda pode apresentar mal estar, vômito, náusea, sensibilidade à luz e confusão mental. Nos casos mais graves de meningite bacteriana, tremores, delírio, convulsões podem aparecer e até levar à morte. 

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Apesar de não termos detalhes da meningite de Webster, ele desenvolveu sepse . Na septicemia meningocócica, que é uma infecção que afeta a corrente sanguínea, causada pela bactéria Neisseria meningitidis, a pessoa pode ter fadiga, manchas pelo corpo, dores severas e ainda diarreia, como foi o caso do homem.

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No caso do resfriado , os sinais incluem coriza, congestão nazal, dor no corpo, tosse e dor de garganta leve. A coceira no nariz também está presente. A febre, nesse caso, é menos comum. No entanto, quando aparece, costuma ser em temperaturas mais baixas. Saber diferenciar os sintomas é importante para evitar complicações. Na dúvida, procure ajuda médica.

Fonte: IG SAÚDE

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