Pesquisar
    Feche esta caixa de pesquisa.

    Google veta anúncios políticos em buscas e YouTube após regra do TSE que objetiva manter integridade do processo eleitoral

    publicidade

     

    Em uma decisão significativa para salvaguardar a integridade do processo eleitoral brasileiro, o Google anunciou que banirá anúncios políticos em suas plataformas a partir de maio, em conformidade com as determinações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Essa medida abrange o Google Ads, YouTube, resultados de busca e outros formatos de publicidade disponíveis na ferramenta.

    Essa iniciativa é uma resposta às resoluções do TSE aprovadas em fevereiro do mesmo ano, que estabeleceram a obrigatoriedade de criação de bibliotecas de anúncios políticos pelas plataformas digitais. O objetivo principal é garantir a transparência no financiamento das campanhas e facilitar o acompanhamento do conteúdo veiculado, visando a proteção contra a desinformação.

    Além de proibir a veiculação de anúncios políticos, as resoluções do TSE também impedem que as empresas ofereçam impulsionamento de conteúdo claramente falso ou gravemente descontextualizado, que possa comprometer a integridade do processo eleitoral. Nesses casos, a Justiça Eleitoral pode determinar que as plataformas veiculem, sem custos, conteúdo informativo que esclareça os fatos inverídicos, com o mesmo alcance e formato da contratação original.

    Em seu comunicado oficial, o Google reafirma seu compromisso global com a integridade das eleições e destaca que continuará dialogando com as autoridades brasileiras sobre o assunto. A empresa já havia dado passos anteriores em direção à transparência política, incluindo o Brasil entre os países que publicam relatórios de transparência sobre anúncios políticos em suas plataformas desde 2022.

    Com a nova regra do TSE, o escopo desses relatórios será ampliado para abranger uma variedade mais ampla de conteúdos políticos, como propostas de governo, projetos de lei e exercício do direito ao voto. Além disso, as plataformas que oferecem impulsionamento de conteúdo político-eleitoral deverão manter um repositório desses anúncios para permitir o acompanhamento em tempo real do conteúdo, valores, responsáveis pelo pagamento e características demográficas da audiência.

     

    Compartilhe essa Notícia

    publicidade

    publicidade

    publicidade

    Botão WhatsApp - Canal TI