O implante capilar, procedimento antes cercado de tabus e resultados artificiais, hoje representa um dos avanços mais significativos da dermatologia estética. A doutora Mariana Molin, especialista instalada em Lucas do Rio Verde, tem se destacado pela atuação no campo da restauração capilar, unindo tecnologia, precisão e impacto direto na autoestima dos pacientes.
Em entrevista ao programa Espaço Aberto, a dermatologista explicou que o transplante capilar moderno rompeu com a antiga imagem de “cabelo de boneca”, resultado comum das técnicas ultrapassadas.
Hoje, graças ao método fio a fio, o aspecto é natural, muitas vezes imperceptível até para quem convive de perto com o paciente. “Há pessoas andando por aí que já passaram pela cirurgia, mas ninguém nota”, afirmou.
Quem pode realizar o implante
Se antes o público predominante eram homens com calvície avançada, hoje a procura é cada vez mais precoce. Jovens que notam entradas ou alterações no contorno do rosto têm buscado a cirurgia, assim como mulheres que sofrem com queda acentuada. Segundo Molin, fatores ligados ao estilo de vida moderno — toxinas, processos inflamatórios e até o estresse — têm antecipado a calvície em muitas pessoas.
A especialista lembra que o cabelo, sendo um anexo e não um órgão vital, costuma ser uma das primeiras estruturas a sofrer em períodos de desgaste físico. “Quando o corpo precisa direcionar energia para funções essenciais, como no puerpério, por exemplo, o cabelo é um dos primeiros a ser prejudicado”, explica.
A técnica e os resultados
O sucesso do transplante depende da chamada “área doadora”, geralmente localizada na parte posterior da cabeça, onde os fios são geneticamente resistentes à queda. “O paciente ideal é o ‘careca cabeludo’, que tem bastante cabelo nessa região de trás”, ilustra Molin, destacando que até mesmo áreas corporais, como o tórax, podem ser utilizadas como fonte de folículos — embora, nesses casos, os pelos mantenham suas características originais, servindo mais para volume do que para cobertura estética.
O procedimento é minucioso. Realizado com anestesia local, pode durar de seis a até 16 horas, dependendo da extensão e da habilidade da equipe médica. São retirados milhares de folículos, que precisam ser cuidadosamente preservados e redistribuídos na região frontal. O segredo, explica a dermatologista, está na implantação fio a fio na linha frontal, garantindo naturalidade.
“São milhares de movimentos repetidos. A cirurgia exige paciência e precisão, mas o resultado é extraordinário. A autoestima do homem se eleva de forma impressionante”, afirma Molin.
Autoestima transformada
O impacto do implante capilar vai além da estética. De acordo com a médica, os pacientes costumam passar por mudanças significativas no estilo de vida após a cirurgia. “O homem que volta para o acompanhamento meses depois é completamente diferente daquele que chegou para a primeira consulta. Muitos emagrecem, começam a praticar atividades físicas, mudam hábitos alimentares. Eles se reencontram com a própria confiança.”
O processo de crescimento dos fios também exige acompanhamento e paciência. Como os cabelos crescem em média um centímetro por mês, o resultado definitivo só é visível entre 12 e 14 meses após o procedimento.
Um mercado em expansão
O interesse por transplante capilar cresce no Brasil e no mundo, impulsionado por avanços tecnológicos e pela busca crescente por bem-estar e aparência natural. Em Lucas do Rio Verde, o trabalho de especialistas como Mariana Molin coloca a cidade em sintonia com uma tendência global que alia ciência, estética e qualidade de vida.
Pacientes interessados podem buscar informações através do WhatsApp (45) 99101-0321 ou pelo perfil no Instagram @marianamolin.doc, que reúne conteúdos, imagens de resultados e detalhes sobre implantes de cabelo, barba e sobrancelhas.































