Macaé/RJ – Na manhã desta quinta-feira (23/4), a Polícia Federal deflagrou a Operação Anjo Mal, com o objetivo de combater a aquisição, o armazenamento, o compartilhamento de arquivos com cenas de abuso sexual infantojuvenil e o aliciamento sexual de crianças pelas redes sociais.
Na investigação, promovida pela Delegacia de Polícia Federal em Macaé/RJ, policiais federais da Delegacia de Polícia Federal em São Matheus/ES cumpriram um mandado de prisão preventiva e um de busca e apreensão em endereço ligado ao investigado, no município de Conceição da Barra/ES.
De acordo com as apurações, o investigado adquiria e compartilhava pela internet fotos e vídeos contendo cenas de abuso sexual infantojuvenil. Este mesmo indivíduo já era investigado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro pela prática de estupro de vulnerável.
No decorrer das buscas, foram apreendidos dois celulares e um pen drive, que serão submetidos à perícia técnica criminal a fim de verificar o armazenamento de tais arquivos. No local, ainda havia vestes infantis, que ajudam a corroborar as suspeitas.
O preso foi encaminhado à Delegacia da PF em São Matheus/ES para os procedimentos de praxe, e posteriormente será direcionado ao sistema prisional do estado, onde permanecerá à disposição da justiça.
Nomenclatura e alerta
Embora o termo “pornografia” ainda conste no Estatuto da Criança e do Adolescente, a comunidade internacional adota, preferencialmente, as expressões “abuso sexual de crianças e adolescentes” ou “violência sexual contra crianças e adolescentes”, por refletirem com maior precisão a gravidade desses crimes.
A Polícia Federal reforça a importância da prevenção e orienta pais e responsáveis a acompanharem o uso da internet por crianças e por adolescentes, como forma de reduzir riscos e de proteger possíveis vítimas. O diálogo aberto sobre segurança no ambiente digital e a orientação para que crianças e adolescentes comuniquem situações suspeitas também são medidas importantes de proteção.
Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro
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Fonte: Polícia Federal





























