De acordo com a assessoria, o ex- governador precisa explicar os crimes de sonegação fiscal cometidos no período de 2009 a 2014 em Mato Grosso, durante sua gestão.
Silval foi o primeiro ex-governador do país a firmar um termo de delação premiada, e confessou perante o poder Judiciário que recebeu propina com secretários de Estado à época para favorecer empresas privadas com incentivos fiscais.
Funaro, por sua vez, foi convocado porque em depoimento à CPI do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), na Câmara dos Deputados no dia 28 de agosto, afirmou que o empresário Joesley Batista, do grupo J&F, dono da JBS, poupou seu primo Fernando Mendonça, de Mato Grosso, em sua delação premiada firmada com a Procuradoria-Geral da República (PGR). Já o presidente da Amaggi, Judynei Carvalho, deve comparecer para explicar a respeito do não recolhimento do FETHAB (Fundo Estadual de Transporte e Habitação).
A decisão de convocar o doleiro e delator da Lava Jato Lúcio Funaro foi conjunta dos deputados Wilson Santos (PSDB), Max Russi (PSB) e Ondanir Bortolini e Nininho (PR).
O presidente da CPI, deputado Wilson Santos, considera as oitivas necessárias para, ao final, ser apresentado um relatório consistente com atribuições de melhorias.
“Não estamos promovendo caça às bruxas ou patrocinando perseguição. Pelo contrário, estamos produzindo um trabalho com caráter técnico para fortalecer a arrecadação de Mato Grosso”, disse.
A CPI ainda é composta pelos deputados Carlos Avalone (vice-presidente), Ondanir Bortolini, o Nininho (relator), Max Russi e Janaína Riva, estes dois últimos na condição de membros.






























