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    Delegado: vídeos de pedofilia apreendidos com suspeito de 49 anos são “muito fortes”

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         O delegado titular da Gecat (Gerência de Combate a Crimes de Alta Tecnológica), Eduardo Botelho(foto), afirmou que os mais de70 arquivos pornográficos apreendidos na casa do homem preso na 5ª fase da Operação Luz da Infância, em Cuiabá, contêm imagens extremamente fortes.
     
        “Eu já estou meio acostumado a ter acesso a esse tipo de coisa, porque passei mais de quatro anos na Deddica [Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente]. Mas são vídeos muito fortes, são relações sexuais com crianças”, relatou o delegado.
     
        O homem preso, identificado pelas iniciais C.F.V.F., de 49, é gerente de suprimentos de um hospital particular em Cuiabá e tem dois filhos pequenos – de 1 e 4 anos. As crianças serão submetidas a uma análise psicossocial para identificar se sofreram abusos por parte do suspeito.
     
         A operação foi deflagrada nesta quinta-feira (5), em 14 estados, além do Distrito Federal e mais 6 países. Em Cuiabá, foi cumprido um mandado de busca e apreensão no apartamento do gerente de suprimentos, no Bairro Jardim Aclimação.
     
         Segundo o delegado, o gerente hospitalar passou ontem mesmo por audiência de custódia no Fórum de Cuiabá e teve a prisão em flagrante convertida em preventiva. Assim, ele permanecerá preso por tempo indeterminado.
     
         Também informou que o inquérito a partir de agora passa a ser apurado pela Deddica.
     
         A prisão
     
         A prisão foi realizada pelos policiais civis da Gecat e da Deddica, que integraram a operação, deflagrada pelo Ministério de Justiça e Segurança Pública.
     
         O homem foi surpreendido pelas equipes. No endereço, os policiais – acompanhados de peritos – realizaram uma varredura e conseguiram localizar armazenados os arquivos com imagens sexuais envolvendo menores de idade.
     
         Diante do flagrante, ele foi encaminhado junto com todo material à delegacia, onde foi interrogado pelo delegado Eduardo Botelho. Os objetos apreendidos serão periciados.
     
         No depoimento, o suspeito confessou o armazenamento dos arquivos, alegando que visava "satisfazer a própria lascívia", mas que nunca havia praticado algum abuso.
     
         Ele foi autuado em flagrante pelo crime previsto no artigo 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente, que trata de adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente.

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