O governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, afirmou nesta segunda-feira (25) que o fortalecimento da economia e a criação de empregos são os principais caminhos para diminuir a dependência da população de programas sociais como o Bolsa Família. Durante entrevista coletiva, o republicano destacou que pretende manter políticas voltadas ao desenvolvimento econômico, à industrialização e à atração de investimentos no Estado.
A declaração ocorreu após Pivetta ser questionado sobre o debate nacional envolvendo o apresentador Luciano Huck e a influenciadora Ana Paula Renault em torno do Bolsa Família. Sem entrar diretamente na discussão, o governador disse acreditar que o crescimento econômico é a principal ferramenta para melhorar as condições de vida da população.
“Eu sou um desenvolvimentista, minha vida, minha história mostra isso. A região que eu influenciei, Lucas, Nova Mutum, Sorriso, Tapurah, Ipiranga do Norte, é uma região que está desenvolvendo e se industrializando. Os empregos estão melhorando, as condições de vida da população estão melhorando, a renda per capita também está melhorando. Eu sou desse pensamento”, afirmou.
Pivetta também defendeu um modelo de Estado com menor interferência econômica e foco na criação de oportunidades para o setor produtivo. Segundo ele, a máquina pública deve atuar para facilitar investimentos e estimular negócios de diferentes portes.
“O Estado precisa ser o mínimo necessário. Não é Estado mínimo, mas é o Estado necessário. Cobrar menos impostos, cada vez mais diminuir a carga tributária e estimular os investimentos e os negócios, pequenos, médios e grandes negócios”, declarou.
O republicano acrescentou que o governo precisa garantir liberdade para que a população possa crescer economicamente sem excesso de burocracia.
“Para as pessoas terem liberdade e irem atrás dos seus sonhos sem que o Estado atrapalhe”, disse.
Ao falar sobre uma possível continuidade no comando do Palácio Paiaguás a partir de 2027, Pivetta reforçou que pretende manter políticas voltadas à atividade econômica e ao incentivo ao empreendedorismo.
“Se por acaso eu continuar, eu vou continuar estimulando o empreendedorismo e me esforçando para que o Estado seja mais leve para a sociedade”, concluiu.




























