Sete vereadores de Cuiabá tiveram as candidaturas formalizadas junto à Justiça Eleitoral para disputar uma vaga de deputado estadual ou federal nas eleições deste ano. Do grupo, quatro ainda estão no primeiro mandato e não completaram dois anos no cargo no Legislativo cuiabano.
Na disputa por uma cadeira na Câmara dos Deputados, estão Katiuscia Mantelli (Podemos), Rafael Ranalli (PL) e Wilson Kero Kero (Democratas).
Katiuscia entra na corrida pelo Podemos, partido que vem ampliando espaço em Mato Grosso sob a liderança do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi. Já Ranalli aposta na identificação com o bolsonarismo para buscar uma vaga em Brasília. Kero Kero, por sua vez, possui trajetória mais longa na política e está no quarto mandato como vereador.
A maior parte dos vereadores decidiu mirar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Entre os nomes estão três mulheres e um homem.
A primeira-dama de Cuiabá e vereadora Samantha Iris (PL) é uma das candidatas que buscam espaço na disputa estadual. A candidatura reúne como principais bases o eleitorado evangélico e grupos alinhados ao bolsonarismo.
Também concorre à Assembleia a vereadora Maysa Leão (Republicanos), que tem como principais bandeiras a defesa das mulheres e a causa do autismo. O partido é comandado em Mato Grosso pelo governador Otaviano Pivetta.
Outro nome na disputa é Michelly Alencar (União Brasil). A vereadora não conseguiu autorização para deixar a legenda e acabou permanecendo em uma das chapas consideradas mais enxutas, com apenas outros oito candidatos somando forças na composição.
Fechando a lista está Alex Rodrigues (Podemos), que também está em seu primeiro mandato na Câmara de Cuiabá. O partido trabalha com a expectativa de conquistar até sete cadeiras na Assembleia Legislativa.
Ranalli, Katiuscia, Samantha Iris e Alex Rodrigues são os quatro vereadores que ainda estão no primeiro mandato e sequer completaram dois anos como titulares de uma cadeira na Câmara de Cuiabá. A presença de nomes estreantes entre os candidatos mostra que parte dos atuais vereadores decidiu antecipar o salto para a política estadual ou federal.






























