Candidato a deputado federal afirma que população precisa acompanhar quanto foi destinado aos municípios
Quem paga impostos tem o direito de saber como o dinheiro público está sendo utilizado. É a partir dessa premissa que o candidato a deputado federal Acacio Ambrosini defende uma atuação mais transparente dos parlamentares e uma prestação de contas permanente sobre os recursos destinados aos municípios.
Para Acacio, o cidadão não pode descobrir apenas durante uma campanha eleitoral quais recursos foram destinados para sua cidade. A população precisa ter acesso às informações durante todo o mandato e acompanhar o caminho do dinheiro público. “O cidadão paga imposto todos os dias. Ele tem o direito de saber para onde esse dinheiro está indo, quanto está chegando à sua cidade e o que está sendo feito com ele. O dinheiro não é do deputado, não é do prefeito e não é de nenhum político. O dinheiro é público, é do cidadão”, disse.
As emendas parlamentares são uma das formas pelas quais deputados e senadores indicam recursos do Orçamento Federal para determinadas programações e beneficiários. O Portal da Transparência permite consultar informações sobre essas emendas, inclusive por parlamentar, favorecido e localidade de aplicação.
O Tribunal de Contas da União também mantém um painel que permite acompanhar recursos de emendas que efetivamente chegaram a estados e municípios, incluindo informações sobre programas financiados e fornecedores e prestadores de serviços pagos com esses recursos.
Acacio afirma que pretende transformar a transparência em uma das marcas de seu mandato. A proposta é apresentar periodicamente informações sobre os recursos indicados, os municípios beneficiados, a finalidade das verbas e o andamento da execução. “Eu quero que qualquer pessoa possa pegar o celular e saber: quanto o Acacio destinou para o meu município? Para qual área? O recurso já chegou? O projeto foi executado? O que foi entregue? É assim que eu acredito que um mandato deve funcionar”, explicou.
Segundo o candidato, a prestação de contas não deve acontecer somente por meio de números ou documentos técnicos, mas também de maneira simples e compreensível para a população. “Não adianta colocar uma planilha complicada e dizer que prestou contas. Eu quero explicar de forma simples. Se foi dinheiro para saúde, quero mostrar onde foi aplicado. Se foi para infraestrutura, quero mostrar a obra. Se foi para uma escola, quero mostrar o resultado. A população precisa enxergar onde o recurso chegou”, finalizou.





























