Em sua primeira disputa eleitoral, Scheila Pedroso (Podemos) encerrou a corrida por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso com 10.402 votos e uma votação que a colocou em posição de destaque entre as candidaturas do Nortão.
Mesmo sem conquistar uma das 24 cadeiras da ALMT, Scheila terminou a eleição como a mulher mais votada entre os candidatos do Nortão levantados pela imprensa regional e superou nomes já conhecidos da política de Sinop.
Na disputa regional, Scheila ficou à frente de Adenilson Rocha, que recebeu 10.036 votos, além de outros candidatos de Sinop, como Marcos Vinícius, Silvano Amaral e Hedvaldo Costa.
O desempenho ganha peso também quando observado dentro do próprio partido. O Podemos montou uma das chapas mais competitivas do Estado, com nomes que já exerciam mandato ou acumulavam experiência eleitoral. A legenda conquistou seis cadeiras e formou a maior bancada da próxima legislatura da Assembleia.
Entre os eleitos pelo Podemos estão Max Russi, que ultrapassou 85 mil votos, Ulysses Moraes, com mais de 55 mil, Beto Dois a Um, também acima dos 55 mil, Alessandra Ferreira, com mais de 50 mil, Fabinho Tardin, com mais de 35 mil, e Adelcino Lopo, com mais de 21 mil votos.
Scheila disputou espaço ainda com outros nomes conhecidos dentro da própria chapa, como Sargento Casarin, Mauro Savi, Alex Rodrigues e Professor Allan Kardec. Nesse cenário de forte concorrência interna, seus 10,4 mil votos colocaram a estreante à frente de diversos candidatos do partido.
Antes mesmo do início oficial da campanha, Scheila já era apontada como uma das apostas do Podemos para representar o Nortão. O resultado das urnas consolidou uma votação superior à de políticos experientes da região, apesar de não ter sido suficiente para colocá-la entre os seis eleitos pela legenda.
Arquiteta e ex-secretária municipal, Scheila construiu sua trajetória na gestão pública com atuação principalmente nas áreas de assistência social, habitação e planejamento urbano.
Ao ultrapassar a marca de 10 mil votos logo em sua primeira candidatura, Scheila encerra a eleição sem uma cadeira na Assembleia, mas com uma base eleitoral própria e seu nome inserido no cenário político regional.































