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    “Bandido que atirar em Polícia, vai receber bala de volta” afirma Secretário de Segurança Pública de Mato Grosso Alexandre Bustamante

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    O secretário de Segurança Pública, Alexandre Bustamante, comentou, nesta quarta-feira (30), polêmicas envolvendo a atuação do Grupo Especial de Fronteira (Gefron).

    Ativistas criticam a divisão da polícia por ter, supostamente, executado índios chiquitanos. O titular da Pasta, no entanto, descartou a possibilidade. “Traficante que atirar em Polícia vai receber a bala de volta”, defendeu.

    Na oportunidade, o secretário também comentou o confronto entre bandidos e policiais do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) que resultou em seis mortes, em Cuiabá, ainda em julho. Bustamante descartou a tese da defesa de que o episódio também teria se tratado de uma execução.

    “Eu acredito muito na competência dos nossos profissionais. Ali não tinha nenhuma criança. Se me explicar o que eles (os suspeitos) estavam fazendo ali, todo mundo armado, em um carro blindado. Deveria estar indo para algum piquenique, né?”, disparou o secretário.  O caso aconteceu no dia 29 de julho, nas proximidades do condomínio Belvedere 2, na Capital.

    Na ocasião os suspeitos estavam divididos em dois carros que, segundo os policiais, transitavam em situação suspeite pela via. Diante disso, a equipe do Bope foi ao local e tentou abordar o grupo.

    De acordo com a Polícia Militar, os suspeitos reagiram e houve confronto. Durante o tiroteio, um dos homens foi baleado e tentou fugir. Mas, ele não resistiu e morreu próximo de uma região de mata. Já os outros cinco homens teriam morrido dentro do carro.

    “Traficante que atirar em Polícia vai receber a bala de volta”

    Questionado sobre confrontos na fronteira com a Bolívia, Bustamante argumentou que independente de raça ou etinia, a resposta da polícia será a mesma em caso de confronto.

    “Independente se é índio, branco, negro, chiquitano… Traficante que atirar em polícia vai receber bala de volta e é assim que está acontecendo na fronteira”, ressaltou.

    O secretário também afirmou que todas os mortos carregavam cocaína e que a Segurança Pública está armada e preparada para responder às ameaças.

    “Nenhuma dessas vítimas aí estava carregando flores. Todas estavam carregando cocaína. As apreensões são na ordem de 400 quilos,  500 quilos (…) Toda vez que alguém quiser fazer confronto com a segurança, entenda que nós estamos bem armados e preparados. Se atirar de lá para cá, vai ter bala daqui para lá”, declarou.

    Ao todo, seis bolivianos morreram em confronto com a Gefron entre agosto e setembro. A morte de quatro deles é alvo de inquérito.

     

     

    Otavio ventureli(da redação com ascom)

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