A Polícia Civil concluiu que o aborto, de cinco meses, da menina, de 11 anos, estuprada pelo pai, de 39 anos, em Cuiabá, não foi espontâneo. Conforme a investigação, o ex-frentista forçou o aborto da filha e enterrou o feto na tentativa de esconder o crime.
O crime foi denunciado pela mãe da menina depois de notar a gravidez. Na terça-feira (16), a criança passou mal e sofreu o aborto. Depois de enterrar o feto, o homem fugiu, mas foi preso em flagrante.
A Polícia Civil instaurou o inquérito de aborto e ocultação de cadáver, pena variante entre 3 a 10 anos de prisão.
O estupro contra filha é investigado pela Delegacia de Defesa e Direitos das Crianças (DEDDICA).
O Estatuto da Criança e Adolescente, Artigo 2017, estabelece pena entre 8 a 15 anos de prisão.































