Eles foram levar reivindicações e conversaram sobre projetos, planos e estratégias contra a insegurança e violência na região com o secretário estadual de Segurança Pública Alexandre Bustamante, e o vice-governador Otaviano Pivetta (PDT), no Palácio Paiaguás, em Cuiabá.
O secretário afirmou que o governo tem preocupação com o tema segurança pública na fronteira com a Bolívia, e que, a alternativa é utilizar estratégia de inteligência e "o monitoramento gigante por câmeras em todo o Estado, que o governador Mauro Mendes (DEM) vai fazer lançamento em breve".
Ele adiantou que forças policiais, como o Exército, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Polícia Federal (PF), precisam atuar integradas na faixa de fronteira. "Precisamos de dois aviões modelo Tucano da FAB em Cáceres para combater aeronaves que entram no estado e jogam droga. Até que os aviões venham de Anápolis ou Campo Grande, o avião criminoso que jogou a droga em Mato Grosso já voltou para a Bolívia", afirma.
"Tem que ter esses dois aviões. Igual cachorro bravo em casa. Eu sempre defendi forças policiais na fronteira, podem pesquisar na internet", reforçou. Bustamante, que ainda disse que se "colocar 10 mil policiais na fronteira, mesmo assim não fecha a fronteira. Por isso é necessário a inteligência e monitoramento de segurança".
O vice-governador Otaviano Pivetta destacou que é preciso não só ter policiamento ostensivo, mas atuar com tecnologia. "Recebemos tecnologia após ela já ter sido usada no mundo todo, nos países desenvolvidos. Nós vamos ter que avançar. Realmente, temos que tomar consciência de que os métodos têm que ser outros, com tecnologia", avaliou.
































