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Aos 41 anos Deputado federal morre de infarto na tarde desta segunda-feira(18) no interior de São Paulo

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O deputado federal Luiz Lauro Filho(foto), de 41 anos, morreu nesta segunda-feira (18) após sofrer um infarto. Ele foi socorrido e chegou a ser internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital Centro Médico, de Campinas (SP).

Luiz Lauro Filho passou mal por volta de 2h da madrugada e foi levado ao hospital, onde foi acompanhado pelos irmãos. A informação obtida  é que o parlamentar sofreu duas paradas cardíacas e veio a óbito no início desta tarde.

O parlamentar é sobrinho do prefeito de Campinas, Jonas Donizetti que divulgou nota sobre o falecimento.

Formação e carreira

Luiz Lauro Filho nasceu em Campinas em 10 de junho de 1978. Filho do radialista, ex-vereador e ex-deputado estadual Luiz Lauro, se formou em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda pela PUC Campinas. Posteriormente fez pós-graduações em Economia e Gestão Pública.

Iniciou na vida política em 2004, quando foi candidato a vereador de Campinas pela primeira vez. A cadeira, no entanto, só veio anos depois, quando assumiu como suplente entre 2011-2012. Na sequência, foi eleito diretamente e seguiu no cargo até 2014, quando se elegeu deputado federal para seu primeiro mandato, na gestão 2015-2018.

No pleito seguinte, foi o quinto mais votado do estado pelo PSB na eleição de 2018 e ficou com o cargo de primeiro suplente da coligação na Câmara. No dia 6 de dezembro, ele foi expulso do partido e se filiou ao PSDB no dia 10 do mesmo mês.

Luiz Lauro Filho, assumiu a cadeira na Câmara dos Deputados em 17 de dezembro do ano passado.  Ele era suplente e tomou posse após a licença de Jefferson Campos (PSD). Em 1º de abril de 2020, foi efetivado no cargo.

Por meio da assessoria de imprensa, o prefeito de Campinas pediu orações para a família neste momento. O deputado deixa a esposa, Larissa Prado, e dois filhos.

Otavio Ventureli(de Brasilia)

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Sob suspeita: Processo de licitação para concessão de terminal rodoviário chegou a ser aberto em junho último mas logo foi suspenso

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Com prazo de 25 anos e previsão de investimento estimado em R$ 18 milhões, o processo de licitação para concessão do terminal rodoviário Engenheiro Cássio Veiga de Sá, em Cuiabá, chegou a ser aberto em junho, mas logo em seguida foi suspenso.

De acordo com o secretário de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), Marcelo Oliveira, o edital deve sofrer ajustes e será relançado, mas não tem data definida. Empresas entregariam as propostas no dia 7 de julho e aguardam novo edital.

A previsão inicial é de que a empresa vencedora invista R$ 18 milhões e o valor mínimo da outorga a ser pago ao Estado é de R$ 500 mil, e a outorga variável no valor de 5% da receita bruta.

Algumas melhorias devem ser realizadas já no primeiro ano, como adequações nos banheiros, melhorias na área de embarque e desembarque, central de operações, que deverá funcionar como monitoramento do fluxo dos usuários, além da segurança dos usuários e sinalização visual dos serviços prestados à população dentro do terminal, entre outros serviços.

O secretário, em entrevista ao RDTV na semana passada, falou que a Sinfra tem se dedicado às concessões e citou o caso das rodovias estaduais cujos processos já estão acelerados, mas não quis definir uma data para que o edital da Rodoviária de Cuiabá seja retomado.

A entrega dos documentos com as propostas deveria ter ocorrido em 7 de julho, às 9h, na secretaria estadual de Planejamento e Gestão (Seplag). Mas, com a suspensão dos trabalhos, os investidores interessados devem aguardar novo edital.

A empresa vencedora deverá assumir, de forma imediata, a administração do terminal, que atende aproximadamente 1,5 milhão de passageiros por ano no transporte intermunicipal e interestadual de passageiros.  Atualmente, a empresa Sinart administra o terminal por meio de um contrato emergencial.

 

Otavio Ventureli(com rdnews.)

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Policial penal perde controle de picape na rodovia MT 10 e morre no local do acidente acompanhante resulta gravemente ferido

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Um acidente automobilístico matou o policial penal Gilberto Ferreira Lisboa. Ele perdeu o controle de uma picape e morreu na hora. Uma pessoa que viajava com ele sobreviveu, embora com ferimentos e fraturas em um dos braços.

O acidente, segundo a Polícia Militar, a tragédia aconteceu no fim da tarde deste domingo (12), na Rodovia MT-10, na altura da cidade em Rosário Oeste, em Mato Grosso.

As causas do acidente ainda são desconhecidas, mas a primeiras informações levantadas no local são de que Gilberto perdeu o controle do veículo e capotou  várias vezes.

A Polícia Militar informou que Gilberto saiu de Cuiabá com destino à cidade de Alta Floresta (803 km ao Norte de Cuiabá).

O passageiro que viajava ao lado de Gilberto e que não teve o nome fornecido, sofreu fratura num dos braços e ferimentos pelo corpo, mas sem gravidade e foi levado de ambulância para o Hospital Amparo, em Rosário Oeste.

Os agentes da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) fizeram a perícia preliminar e, depois, o corpo foi liberado pela Polícia Civil, para necropsia no Instituto Médico Legal (IML).

O que chamou a atenção, segundo a Polícia Civil, é que no local do acidente os policiais encontraram apenas o coldre e as munições, mas a arma de Gilberto desapareceu.

O Sindicato dos Agentes Penitenciários (Sindispen) lamentou a perda.

“Infelizmente, esse ano, o Sistema Penitenciário está perdendo guerreiros com muita frequência. Menos um de nós é uma perda inestimável. A família penitenciária deseja que Deus console o coração dos familiares de Gilberto. Nosso guerreiro combateu o bom combate e retornou aos braços do Pai”, declarou o presidente em substituição do Sindspen, Gilciney Gomes.

 

Otavio Ventureli(com ascom)

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