Momento Cidades

Após aposentadoria, servidor se dedica integralmente à música; confira

Publicado

O toque do trompete é ouvido de longe. O som faz parte da vida de Luiz Cândido Filho da Silva Brasil, que, há mais de 50 anos mantém uma relação de amor e respeito pela música. Os laços se estreitaram após a aposentar e a dedicação pelas notas se tornou ainda maior. Seu Brasil, como é mais conhecido, conta que antes de encerrar a carreira dava maior valor à profissão, mas que assim que saiu da ativa passou a praticar com mais afinco o que até então era apenas um hobby.

Ele nunca foi de ficar parado. Funcionário público municipal por mais de 30 anos, explica que a maior parte da vida foi dedicada ao trabalho. Ingressou nos quadros da Prefeitura de Cuiabá em 1982, como assistente administrativo, depois foi para o financeiro. Dali foi convidado para fazer parte da Banda Municipal, onde permaneceu até o dia 14 de Setembro de 2013, fechando o ciclo de trabalho com chave de ouro.

“Quando entrei na Prefeitura me dedicava 100% ao serviço. Passava mais tempo com meus colegas do que em casa. Mas daí a idade chegou e fui avisado que teria que me aposentar. Hoje a minha dedicação é voltada à minha família e à música. Isso é fundamental para mim”, revela.

De acordo com ele, embora haja saudade, tanto dos colegas quanto da antiga rotina, os dias e as noites foram preenchidos pelo som, e seguem bastante agitados. Assim, como músico ele realiza diversos eventos, tocando em aniversários e casamentos por diferentes cidades de Mato Grosso.

Ao lembrar os anos de serviço prestado à comunidade, ele avalia que a gestão atual pode ser resumida por uma palavra: competência. “O prefeito é humilde, trabalhador, valoriza o servidor tanto na ativa, como os aposentados. Espero que Deus continue dando saúde, para que ele trabalhe ainda mais a favor da nossa sociedade.”

Histórias como a de seu Brasil se multiplicam por aí. Com o seu trabalho e luta, milhares de aposentados contribuíram para que o Município avançasse e as condições de vida da comunidade melhorassem. Por isso hoje é dia celebrar com carinho a trajetória daqueles que fizeram a diferença em suas carreiras e para a cidade.

A você, aposentado, nosso muito obrigado pela experiência e pelos ensinamentos. Sua garra e sua disposição para enfrentar os muitos desafios que fizeram parte de nossa história são as bases que motivam o serviço público a continuar lutando em defesa de todos os cidadãos.

Os sonhos não envelhecem nunca. E a sabedoria não se aposenta? (autoria desconhecida).

24 de janeiro. Dia do aposentado.

 

Comentários Facebook
publicidade

Momento Cidades

Autoridades debatem estratégicas que efetivem campanha “Sinal Vermelho” de combate à violência contra mulher

Publicado


.

Pensando em estratégias que viabilizem não apenas em Cuiabá, mas em todas as cidades do interior do estado, a primeira-dama Márcia Pinheiro, junto com a secretária da pasta municipal da mulher, Luciana Zamproni, realizaram uma reunião por videoconferência, para debater sobre a divulgação da campanha “Sinal Vermelho para a Violência Doméstica”. A iniciativa tem como foco ajudar mulheres em situação de violência a pedirem ajuda nas farmácias do país. O encontro debateu o tema, com o intuito de promover ações efetivas para o enfrentamento do problema nos bairros e regiões com maiores índices de denúncias de violência contra a mulher.

A reunião contou com a participação de magistrados de diversas comarcas de Violência Domestica do interior de Mato Grosso, da desembargadora Maria Erotides Kneip, de Maria da Penha, símbolo da luta contra a violência praticada contra a mulher do Brasil, do presidente do Conselho Regional de Farmácia, Iberê Ferreira, da coordenadora da patrulha Maria da Penha, Emirella Martins, Clarissa Lopes, da presidente da Comissão de Direito da Mulher da OAB-MT, da secretária-adjunta Ana Emília e da equipe da Secretaria da Mulher.

De acordo com a desembargadora Maria Erotides Kneip, a intenção da reunião é criar junto com uma rede de enfrentamento a violência doméstica, uma estratégia para sensibilizar empresas e autoridades e promover o treinamento de funcionários e a disseminação da informação entre mulheres, que, se estiverem em situação de violência, podem sinalizar os atendentes das farmácias com um “X” na palma da mão. “Por isso existe uma preocupação e um cuidado de preparar este atendente e de treiná-lo, se ele não estiver preparado, pode colocar a mulher em situação de grande risco. Discrição e acolhida, sem julgamentos, são fundamentais”, alertou.

Para a secretária Luciana Zamproni, para obter êxito, a iniciativa depende do mapeamento das principais regiões onde o índice de violência contra mulher é alto, discutir uma forma de sinalização das farmácias que participarão da campanha e um outro ponto é desenvolver um planejamento de comunicação com os estabelecimentos. Ela destaca que a principal intenção da reunião foi ouvir e dividir experiências com cerca de 23 autoridades que vivem em diversas realidades do interior do estado.“Coloquei a disposição a equipe de psicólogos da secretaria para orientar os atendentes e proprietários de farmácias de como acolher essas mulheres, principalmente em casos em que os agressores estão próximos, até mesmo dentro dos estabelecimentos; ou como quando o pedido de ajuda partir de filhos das vítimas. Nossa próxima reunião será com os proprietários das farmácias pra explicarmos exatamente como é a campanha, afirma.

Segundo Márcia Pinheiro, para a concretização desta nova forma de denúncia é preciso construir uma rede de informação, pois se uma vítima chega a uma farmácia e a drogaria que não aderiu à campanha ou os atendentes não estão capacitados, ou ainda, as autoridades policiais não sabem do procedimento, a ação ficará sem efetividade e pode colocar todos em perigo e principalmente a mulher vítima da violência. “Por isso, é essencial e importante o debate com esses magistrados, com representantes da Polícia Militar, Conselho de Farmácias, com a presidente da Comissão de Direito da Mulher, com sugestões da Maria da Penha, para que essa campanha seja de uma eficacia grandiosa”, pontua a primeira-dama.

Segundo Maria da Penha, conhecida por encabeçar o movimento contra a violência de gênero em lei que leva o seu nome, essa videoconferência mostra a preocupação que a primeira-dama Márcia Pinheiro tem pelas mulheres. Ela destaca que em tempos de isolamento social em razão da pandemia do novo coronavírus (Covid19), “infelizmente” crescem os obstáculos para a quebra do silêncio em torno da violência doméstica contra a mulher. “Isso é facilmente demonstrável pelos números e estatísticas que vem sendo divulgado diariamente, por isso a importância em se alinhar essa campanha tão importante criada pelo Conselho Nacional de Justiça”, finaliza.

O presidente do Conselho Regional de Farmácias, Iberê Ferreira, explica que o primeiro passo por meio do conselho que é sobre a divulgação da campanha “Sinal Vermelho” já foi dada, com o chamamento para os farmacêuticos e para as empresas cadastradas. Ele observa que o segundo passo é a sensibilização e adesão das farmácias e seguida o desenvolvimento da campanha nos bairros por meio de materiais informativos impressos. “Temos um cadastro de todas as farmácias e já temos mapeado os bairros com maior índice de violência. Agora é começar os trabalhos para conscientizar os empresários sobre essa campanha e fazer os treinamentos”, reforçou.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Comentários Facebook
Continue lendo

Momento Cidades

Autoridades debatem estratégias que dê efetividade à campanha “Sinal Vermelho contra a Violência Doméstica”

Publicado


.

Pensando em estratégias que viabilizem não apenas em Cuiabá, mas em todas as cidades do interior do estado, a primeira-dama Márcia Pinheiro, junto com a secretária da pasta municipal da mulher, Luciana Zamproni, realizaram uma reunião por videoconferência, para debater sobre a divulgação da campanha “Sinal Vermelho para a Violência Doméstica”. A iniciativa tem como foco ajudar mulheres em situação de violência a pedirem ajuda nas farmácias do país. O encontro debateu o tema, com o intuito de promover ações efetivas para o enfrentamento do problema nos bairros e regiões com maiores índices de denúncias de violência contra a mulher.

A reunião contou com a participação de magistrados de diversas comarcas de Violência Domestica do interior de Mato Grosso, da desembargadora Maria Erotides Kneip, de Maria da Penha, símbolo da luta contra a violência praticada contra a mulher do Brasil, do presidente do Conselho Regional de Farmácia, Iberê Ferreira, da coordenadora da patrulha Maria da Penha, Emirella Martins, Clarissa Lopes, da presidente da Comissão de Direito da Mulher da OAB-MT, da secretária-adjunta Ana Emília e da equipe da Secretaria da Mulher.

De acordo com a desembargadora Maria Erotides Kneip, a intenção da reunião é criar junto com uma rede de enfrentamento a violência doméstica, uma estratégia para sensibilizar empresas e autoridades e promover o treinamento de funcionários e a disseminação da informação entre mulheres, que, se estiverem em situação de violência, podem sinalizar os atendentes das farmácias com um “X” na palma da mão. “Por isso existe uma preocupação e um cuidado de preparar este atendente e de treiná-lo, se ele não estiver preparado, pode colocar a mulher em situação de grande risco. Discrição e acolhida, sem julgamentos, são fundamentais”, alertou.

Para a secretária Luciana Zamproni, para obter êxito, a iniciativa depende do mapeamento das principais regiões onde o índice de violência contra mulher é alto, discutir uma forma de sinalização das farmácias que participarão da campanha e um outro ponto é desenvolver um planejamento de comunicação com os estabelecimentos. Ela destaca que a principal intenção da reunião foi ouvir e dividir experiências com cerca de 23 autoridades que vivem em diversas realidades do interior do estado.“Coloquei a disposição a equipe de psicólogos da secretaria para orientar os atendentes e proprietários de farmácias de como acolher essas mulheres, principalmente em casos em que os agressores estão próximos, até mesmo dentro dos estabelecimentos; ou como quando o pedido de ajuda partir de filhos das vítimas. Nossa próxima reunião será com os proprietários das farmácias pra explicarmos exatamente como é a campanha, afirma.

Segundo Márcia Pinheiro, para a concretização desta nova forma de denúncia é preciso construir uma rede de informação, pois se uma vítima chega a uma farmácia e a drogaria que não aderiu à campanha ou os atendentes não estão capacitados, ou ainda, as autoridades policiais não sabem do procedimento, a ação ficará sem efetividade e pode colocar todos em perigo e principalmente a mulher vítima da violência. “Por isso, é essencial e importante o debate com esses magistrados, com representantes da Polícia Militar, Conselho de Farmácias, com a presidente da Comissão de Direito da Mulher, com sugestões da Maria da Penha, para que essa campanha seja de uma eficacia grandiosa”, pontua a primeira-dama.

Segundo Maria da Penha, conhecida por encabeçar o movimento contra a violência de gênero em lei que leva o seu nome, essa videoconferência mostra a preocupação que a primeira-dama Márcia Pinheiro tem pelas mulheres. Ela destaca que em tempos de isolamento social em razão da pandemia do novo coronavírus (Covid19), “infelizmente” crescem os obstáculos para a quebra do silêncio em torno da violência doméstica contra a mulher. “Isso é facilmente demonstrável pelos números e estatísticas que vem sendo divulgado diariamente, por isso a importância em se alinhar essa campanha tão importante criada pelo Conselho Nacional de Justiça”, finaliza.

O presidente do Conselho Regional de Farmácias, Iberê Ferreira, explica que o primeiro passo por meio do conselho que é sobre a divulgação da campanha “Sinal Vermelho” já foi dada, com o chamamento para os farmacêuticos e para as empresas cadastradas. Ele observa que o segundo passo é a sensibilização e adesão das farmácias e seguida o desenvolvimento da campanha nos bairros por meio de materiais informativos impressos. “Temos um cadastro de todas as farmácias e já temos mapeado os bairros com maior índice de violência. Agora é começar os trabalhos para conscientizar os empresários sobre essa campanha e fazer os treinamentos”, reforçou.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Comentários Facebook
Continue lendo

Momento MT

Momento Nacional

Momento Esportes

Momento Entretenimento

Mais Lidas da Semana