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Após denúncias, diretora da Fundação Casa de Jacareí deixa cargo

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Foto: Victoria Bechara/iG Último Segundo

Corredores dos quartos na Fundação Casa da Vila Maria, na zona norte de São Paulo

A diretora da Fundação Casa de Jacareí, Roberta Henrique, pediu descomissionamento do cargo na última quinta-feira (24). A unidade que era dirigida por Roberta foi alvo de várias denúncias por violações de direitos dos adolescentes. 

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Denúncias às quais o iG teve acesso apontam que internos da unidade de Jacareí do sistema socioeducativo estadual eram vítimas de agressões físicas e verbais. Um abaixo-assinado feito pelos internos da unidade afirma que Roberta Henrique presenciou um adolescente sendo violentado por um agente.

O afastamento de Roberta Henrique foi publicado no Diário Oficial já na sexta-feira (25). Nesta terça-feira (29) o iG recebeu um posicionamento da entidade, que afirma que o descomissionamento é resultado de um pedido da própria diretora.

“Há alguns meses, no final de agosto deste ano, a funcionária, por motivos pessoais, já solicitara o descomissionamento”, diz nota enviada pela Presidência da Fundação Casa ao iG . “Tratou-se apenas de uma decisão administrativa”.

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Roberta Henrique estava a frente da Fundação Casa de Jacareí desde abril de 2015. Ela voltará a atuar como assistente social na instituição e será substituída por Éder Almeida da Silva.

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Sabesp é obrigada a fornecer água a favelas em meio a pandemia

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Reprodução/Facebook Heliópolis

Favela do Heliópolis em São Paulo

Uma liminar da Justiça de São Paulo nesta terça-feira (7) obrigou a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) a abastercer as favelas com água durante a pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2). A decisão determinou que um cronograma de trabalho deverá ser apresentado pela companhia em até 72 horas.

Depois que esse calendário for apresentado, a companhia terá cinco das para comprovar as medidas tomadas. Em caso de descumprimento, foi estipulada uma multa de R$ 100 mil por dia.

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A decisão é provisória, o que significa que ela pode ser revertida conforme o andamento e o julgamento do mérito do processo. Ela diz que, em meio a pandemia, a falta d’água impede medidas básicas de prevenção, como lavar as mãos, e atende a uma ação civil pública movida pelo Ministério Público paulista.

“O perigo na demora evidencia-se em face do risco de colapso do sistema hospitalar com um cenário de contaminação expandida pela negativa de oferta de item básico a uma parcela expressiva da população, além do risco óbvio de atingimento das vidas de inúmeras pessoas​”, diz a decisão assinada pela juíza Maria Gabriella Pavlópoulos Spaolonzi.

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Segundo balanço desta terça-feira (7) do Ministério da Saúde, o Brasil tem 667 mortes e 13.717 casos confirmados de Covid-19. Essa foi a primeira vez que o levantamento divulgou mais de 100 novas mortes. O número foi de 114.

O estado de São Paulo é o que tem mais mortes, com 371 das 667 ocorrências. A letalidade é de 6,5% no estado. No quadro de casos confirmados, ele também lidera a lista. O estado tem 5.682 pessoas infectadas pelo coronavírus.

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Prefeitura São Paulo vai acabar com serviço para usuários da cracolândia

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Rovena Rosa/Agência Brasil

Ambiente da cracolândia favorece disseminação do novo coroanvírus

A Prefeitura de São Paulo vai encerrar o serviço de atendimento a usuários de  drogas na cracolândia , na região central da capital, em meio à pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2). A data para o encerramento ainda não foi confirmada, mas um novo serviço será aberto no bairro do Glicério, que fica a dois quilômetros da localização do Atende 2 (unidade de Atendimento Diário Emergencial).

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A Defensoria Pública do estado entrou com uma ação para vetar o encerramento e entidade defensoras dos Direitos Humanos e que trabalham com redução de danos de usuários de drogas acreditam que a mudança vai causar confusão no local.

Segundo boletim divulgado nesta terça-feira (7) pelo Ministério da Saúde, o Brasil tem 667 mortes e 13.717 casos confirmados de Covid-19 . Em comparação com as informações de ontem, essa foi a primeira vez que o número de confirmados de óbitos por infecções passou de 100. Foram 114 mortes.

A preocupação é que, com o fim dos serviços na região da cracolândia, as condições sanitárias no local piorem, favorecendo a disseminação dos casos da Covid-19.

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