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Aprenda a fazer uma massagem facial que ajuda quem tem sinusite

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A sinusite é uma doença inflamatória que é bastante comum e pode provocar uma série de sintomas desagradáveis. Se você está nessa estatística e sente incômodo, nariz entupido ou não consegue se livrar da secreção nasal, saiba que uma massagem facial pode te ajudar. 

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Sinusite pode causar bastante incômodo arrow-options
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Sinusite pode ser causa de secreção, nariz entupido e dor

 A inflamação gerada pela sinusite ocorre na mucosa dos seios da face, região ao redor do nariz, maçãs do rosto e olhos. Muitas vezes, é causada por conta das mudanças repentinas do clima, ou ainda em razão da poluição e superlotação de pessoas. Pode ser aguda, crônica ou recorrente.

Seja qual for seu caso, segundo o otorrinolaringologista Salomão Carui, “a prática da massagem facial é uma grande aliada de quem sente dor nos ossos da face ou está com muita obstrução nasal”. Isso porque ela ajuda a drenar a secreção nasal . Quando ela não é drenada, fica presa nas cavidades nasais e se torna meio de cultura para vírus, bactérias e fungos.

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Como fazer a massagem facial em casa

De acordo com a massagista Renata França, é possível fazer a massagem facial e ter alívio dos sintomas da sinusite da sua própria casa. Veja o passo a passo indicado pela especialista: 

1. Passar um creme facial

A primeira dica da massagista é passar algum “creminho” facial, como um preparador para maquiagem ou hidratante. Isso facilita o deslizamento das mãos e dedos pelo rosto.

2. Realizar movimentos ascendentes no rosto

Esses movimentos, segundo Renata, são ascendentes porque vão do nariz em direção à orelha. Também são recomendados movimentos no pescoço, de cima para baixo.

3. Pressionar acima das “saboneteiras”

A próxima dica de Renata é pressionar três vezes com as pontas dos dedos acima das clavículas, mais conhecidas como “saboneteiras”.

4. Deslizar mãos para as laterais do maxilar 

A recomendação é passar um pouco mais de creme e deslizar as mãos para os lados, na área do maxilar. Depois disso é aconselhado passar as mãos no pescoço, de cima para baixo, como um “leve carinho”. O objetivo é levar a linfa do rosto para a clavícula.

5. Pressionar ao redor da orelha

A indicação de Renata é pressionar três vezes com as mãos ao redor das orelhas, na parte do rosto (frontal).

6. Deslizar as mãos do queixo para a orelha

Para esse exercício, Renata indica puxar, com a mão espalmada, do queixo até a orelha. 

7. Repetir os movimentos ascendentes no rosto

8. Mover dedos nas olheiras em direção ao nariz

Passar os dedos das olheiras em direção ao nariz cerca de 6 ou 7 vezes, circulando a área orbicular.

9. “Pentear” a pele da testa para cima 

Esse movimento deve ser feito acima das sobrancelhas, com os dedos puxando a pele de baixo para cima, com uma certa pressão. Deve ser repetido, no mínimo, 8 vezes.

10. Última passada dos movimentos ascendentes no rosto 

Leia mais: Antibióticos são ineficazes para tratar sinusite comum, diz estudo

Todo esse processo dura em torno de 5 a 10 minutos. Ele é apenas uma alternativa para gerar um alívio nasal mais imediato, mas é recomendado que os portadores da sinusite procurem um médico para seguirem os tratamentos mais adequados para cada caso. 

Fonte: IG SAÚDE

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Número de infectados por coronavírus chega a 830 na China

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A Comissão Nacional de Saúde da China confirmou, nesta sexta-feira, que o número de pacientes infectados pelo coronavírus subiu para 830. Desses, 25 morreram e 177 estão em estado grave. A informação é do canal oficial de televisão chinês.

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British Health Protection Agency

Coronavírus

“Até as 24:00 de 23 de janeiro, a Comissão Nacional de Saúde recebeu um total de 830 casos confirmados de nova infecção por coronavírus em 29 províncias (regiões e municípios autônomos), incluindo 177 casos graves e 25 mortes, incluindo 24 casos na província de Hubei e um caso na província de Hebei “, diz o comunicado.

Leia mais: Sopa de morcego pode ter ajudado a disseminar coronavírus entre humanos

A Organização Mundial da Saúde ( OMS ) declarou nesta quinta-feira que “não é hora” de declarar o coronavírus como emergência global.

O comitê começou sua reunião nesta quarta-feira em Genebra, mas resolveu prolongar o encontro por falta de consenso. O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, admitiu que houve uma divisão no painel de 16 especialistas independentes formado para analisar o avanço do coronavírus.

— É um pouco cedo para considerar se esta é uma emergência de saúde pública de interesse internacional — disse Ghebreyesus. — Não se enganem, porém, esta é uma emergência na China. Mas ainda não se tornou uma emergência de saúde global. Pode ainda se tornar uma.

Os especialistas ressaltaram que a OMS fará avaliações diárias e pode considerar o coronavírus uma “emergência global” em outro momento, se julgar necessário. Por enquanto, o o painel não escolheu um nome para o vírus . Também há dúvidas sobre como ocorre a transmissão de um animal para um humano e, depois, o contágio entre humanos.

Segundo o comitê, a China tomou medidas que seriam apropriadas para limitar a propagação do coronavírus em Wuhan, onde foram registrados os primeiros casos, e em outras cidades.

— Esperamos que sejam eficazes e de curta duração. No momento, a OMS não recomenda restrições mais amplas a viagens ou comércio — assinalou Ghebreyesus.

Questionados por jornalistas, os especialistas disseram que não analisaram o surto sob um ponto de vista político. Cada país, portanto, deve tomar as medidas que julgar adequadas para evitar a entrada e a difusão do coronavírus em seus territórios.

— Reforçamos a importância das medidas de contenção e do exame das pessoas que viajam — disse, em entrevista coletiva.

Ainda assim, segundo o comitê, a comunidade global deve ficar alerta para o “potencial avanço da epidemia”. Para evitá-la, é preciso investir em medidas preventivas que evitaram o surto de outros coronavírus — entre elas, a higiene pessoal.

Leia mais: Coronavírus: acompanhe a cronologia do contágio

Nos últimos dez anos, a OMS declarou o título de emergência global para saúde em apenas cinco ocasiões — epidemia do vírus H1N1 (2009), ebola na África Ocidental (2013-2016), poliomielite (2014), vírus zika (2016) e surto de ebola na República Democrática do Congo (2019).

Além da China, incluindo Hong Kong e Macau e o território de Taiwan, reivindicado por Pequim, os casos foram registrados na Tailândia, Japão, Coreia do Sul, Singapura e Estados Unidos. Um caso suspeito foi identificado no México.

No Brasil , o Ministério da Saúde instalou um Centro de Operações de Emergência (COE) para tratar do surto. Segundo as autoridades, cinco casos suspeitos de síndromes respiratórias foram noticiados no país, mas nenhum deles se enquadrou nas definições do coronavírus que surgiu na China. O parecer foi confirmado pelas secretarias estaduais que informaram sobre as suspeitas.

Aeroportos como o de Sydney ( Austrália ) e o de Heathrow, em Londres ( Reino Unido ) instalaram áreas de desembarque exclusivas para voos vindos de regiões afetadas pela doença.

Fonte: IG SAÚDE

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Nem sempre é coronavírus! Entenda os tipos e causas da pneumonia

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Diante do surto recente de pneumonia causada por uma nova cepa do coronavírus, que já conta pelo menos 25 vítimas fatais e três cidades em quarentena na China, é comum a preocupação a respeito dos sintomas de qualquer pneumonia ou até mesmo resfriado. É importante destacar, porém, que existem diferentes agentes causadores e muitas diferenças entre eles. 

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Bacterias são as principais causadoras de pneumonia

Leia mais: Ministério da Saúde garante que coronavírus não chegou ao Brasil

pneumonia  é uma inflamação e infecção dos pulmões que pode ser causada por vírus, bactérias ou protozoários. De acordo com Elie Fiss, médico pneumologista do hospital Oswaldo Cruz, “o tipo mais frequente é causado pela bactéria pneumococo, responsável pela grande maioria dos casos”. 

Já a doença de origem viral, na qual se inclui o mal causado pelo coronavírus, representa apenas 6% das ocorrências. A principal diferença entre os tipos da doença está na área afetada.

“Ela pode se desenvolver nos alvéolos ou nos brônquios, como acontece com as bacterianas. As virais atingem mais a região entre o alvéolo e o vaso sanguíneo, por onde passa o oxigênio e o gás carbônico, chamada de interstício”, explica Elie.

No caso da doença causada pela nova cepa do coronavírus , que corresponde ao último grupo descrito pelo profissional, os principais sintomas são tosse seca e febre. 

Leia mais: Período de incubação de novo coronavírus é de 7 dias

Como tratar a pneumonia?

Para o tratamento da pneumonia bacteriana , são receitados antibióticos que variam de acordo com o caso, tipo de bactéria e histórico de resistência do paciente. Já no caso da doença viral, o controle é feito com medicamentos antivirais, além de outras drogas que ajudem a controlar os sintomas.

É importante destacar, porém, o risco de confundir as causas da doença, uma vez que o tratamento de uma é ineficaz para outra. 

Coronavírus não é sinônimo de pneumonia

O profissional de saúde ainda reforça que o coronavírus, por si só, não significa necessariamente uma doença grave . “Com a nova descoberta, existem 7 cepas do coronavírus , ou seja, subgrupos com um ancestral em comum. Desses, 4 causam apenas resfriados leves”, explica.

Os outros dois tipos de coronavírus, prossegue Elie, “foram responsáveis pelas infecções SARS e MERS, síndromes graves que causaram enormes danos principalmente nos Estados Unidos e no Oriente Médio, além do novo tipo, que pode ocasionar em casos mais simples ou mais severos”.

Leia mais: Total de mortes pelo coronavírus sobe para 25 na China

Apesar do risco de disseminação da doença em qualquer país existir, sobretudo considerando viagens de avião e o rápido movimento migratório entre países, o pneumologista tranquiliza a população e diz que não há motivo para pânico ou mudança imediata na rotina, pelo menos no Brasil. “O país tem todas as condições para controlar qualquer quadro de infecção que chegue ao país”, diz.

Fonte: IG SAÚDE

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