Momento Agro

Aprosoja realiza apresentação de resultados do CAD Parecis

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Defesa Agrícola

Aprosoja realiza apresentação de resultados do CAD Parecis

Eventos serão realizados em dois municípios

22/11/2019

Os resultados da pesquisa em Manejo de Solos Arenosos realizadas nas três últimas safras no CAD Parecis serão apresentados em duas oportunidades. Agendados para o dia 27 e 29 de novembro, os eventos acontecerão em Primavera do Leste e Nova Mutum.  Na oportunidade os produtores rurais poderão conhecer novas técnicas e sugestões para superar algumas dificuldades. 
 
O primeiro dia de apresentação dos dados coletados no CAD será em 27 de novembro no Sindicato Rural de Primavera do Leste, a partir das 19h e contará com apalestra do pesquisador Leandro Zancanaro.
Já a segunda apresentação ocorrerá no dia 29 de novembro no Sindicato de Nova Mutum, também a partir das 19h, com a palestra do pesquisador e um dos fundadores do CAD Parecis, Taimon Semler.
 
Conforme o gerente de Defesa Agrícola da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso, Daniel Pasculli, por meio dos três anos de estudos no CAD Parecis já foi possível propor soluções para dificuldades encontradas no manejo de solos arenosos.
 
“Nesses eventos serão apresentados os resultados de vários ensaios produzidos no CAD durante três safras. Com esses dados em mãos vamos apresentar caminhos e sugestões de manejos para solos arenosos. Quem trabalha com essa qualidade de solo sabe a dificuldade e os gargalos e nós iremos propor uma série de ferramentas e soluções que propomos através desses estudos”, pontuou Pasculli.
 
CAD Parecis
 
O Centro de Aprendizagem e Difusão, em Campo Novo do Parecis, mais conhecido como CAD Parecis, é uma parceria entre a Aprosoja e a Fundação Mato Grosso. O objetivo é desenvolver pesquisas com foco no manejo do sistema produtivo da soja em solos arenosos.
 

Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA
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Momento Agro

Estão disponíveis as agromensais de Junho/2020

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Cepea, 06/07/2020 – Neste mês, confira:

 

AÇÚCAR: As negociações do açúcar cristal no mercado spot de São Paulo estiveram em ritmo mais lento em junho, de maneira geral. O patamar médio do Indicador do Açúcar Cristal CEPEA/ESALQ (estado de São Paulo) esteve em R$ 76,00 por saca de 50 kg, sendo que a média do mesmo mês do ano passado foi de R$ 66,38/saca de 50 kg – valores deflacionados pelo IGP-DI base maio/20. Leia mais.

ALGODÃO: As comercializações envolvendo algodão em pluma registraram ligeira melhora em junho frente aos dois meses anteriores. Ao longo do período, entregas de contratos que estavam postergadas foram realizadas e negócios envolvendo a pluma da nova safra, fechados. Leia mais.

ARROZ: Os negócios de arroz em casca no Rio Grande do Sul estiveram fracos em junho. Compradores consultados pelo Cepea se mostraram mais retraídos, devido à insatisfação quanto ao volume de venda de arroz beneficiado e à “queda de braço” em relação aos valores do fardo junto aos setores atacadista e varejista. Leia mais.

BOI: Depois de registraram patamares recordes reais no encerramento de 2019, os preços do boi gordo e da carne seguiram praticamente firmes ao longo de todo o primeiro semestre de 2020. A sustentação veio, especialmente, da baixa oferta de boi gordo. Leia mais.

CAFÉ: As cotações domésticas do café arábica tiveram forte queda em junho. O Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, teve média de R$ 483,24/saca de 60 kg, recuo de 90,92 Reais por saca (ou 15,8%) em relação à de maio. Leia mais.
 

ETANOL: Em junho, a média dos valores das semanas cheias do Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado foi de R$ 1,6435/litro, elevação de 14,51% na comparação com as semanas cheias de maio. Para o Indicador CEPEA/ESALQ do etanol anidro, o aumento foi de 17,30% no mesmo período, com média de R$ 1,8536/litro no spot. Leia mais.

 
FRANGO: As vendas de carne de frango se aqueceram em junho, impulsionando as cotações de todos os produtos de origem avícola de corte. Segundo agentes colaboradores do Cepea, o menor poder de compra da população brasileira, diante da crise gerada pela pandemia de covid-19, pode estar levando demandantes a migrarem para proteínas mais baratas, como o frango, em detrimento das carnes bovina e suína. Leia mais.

MILHO: Os preços de milho apresentaram comportamentos distintos em junho. Na primeira quinzena do mês, os valores foram influenciados pela pressão de compradores, que estavam atentos à colheita de segunda safra, e pela maior oferta no mercado de lotes. Leia mais.

OVINOS: Ao longo de junho, os preços da carcaça ovina e do cordeiro vivo mostraram recuperação em parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Esse cenário se deve ao aumento na liquidez doméstica, devido à abertura, ainda que gradual, do comércio em importantes regiões consumidoras Leia mais.

SOJA: A finalização da colheita de soja na Argentina, o amplo estoque norteamericano, o clima favorável às lavouras nos Estados Unidos e a desvalorização do dólar frente ao Real enfraqueceram os valores da oleaginosa no Brasil no mês de junho. Leia mais.

 
TRIGO: O mercado doméstico segue operando com volume restrito de trigo em grão. Em algumas praças levantadas pelo Cepea, como em Ponta Grossa (PR), colaboradores do Cepea relatam falta da matéria-prima. Nesse cenário, os preços do cereal continuaram firmes em junho. Leia mais.

Fonte: CEPEA

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Momento Agro

MILHO: Movimento de alta continua, e Indicador se aproxima dos R$ 50/sc

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Cepea, 6/7/2020 – Os preços interno e externo do milho seguem em alta. No Brasil, mesmo com a colheita de segunda safra avançando, os valores têm sido sustentados pela retração de vendedores – que evitam negociar grandes lotes –, pelas altas consecutivas nos portos e pela elevação no preço do frete. Nesse cenário, de 26 de junho a 3 de julho, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa, referente à região de Campinas (SP), subiu 3,1%, fechando a R$ 49,65/saca de 60 kg na sexta-feira, 3. Quanto às exportações, por enquanto, ainda não ganharam ritmo. Conforme dados da Secex, o Brasil exportou 348,12 mil toneladas de milho em junho, volume 73,64% inferior ao do mesmo período do ano passado. Apesar disso, com a demanda aquecida nos portos nos últimos dias e com os patamares elevados, a perspectiva é de que as vendas externas ganhem ritmo nas próximas semanas. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Fonte: CEPEA

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