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Pantanal pode virar Amazônia

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No correr da semana passada ganharam grande projeção os incêndios no Pantanal .
O noticiário já é internacional. Os satélites e as ONGS nacionais que vivem da desgraça ambiental e as internacionais ligadas a outros interesses bombarão os noticiários.

O raciocínio é muito grave. O pantanal é patrimônio natural da humanidade. Logo, desperta singular interesse e preocupações no mundo inteiro. São 250 mil km2 de extensão no Brasil, na Bolívia e no Paraguai.
Há alguns anos os incêndios tornaram-se regulares. Neste ano ganharam a denúncia de que “estão fora do controle”. Isso torna mais grave o que já é muito grave.

Achei o texto a seguir, bem interessante por isso resolvi compartilhar com os colegas.

Nosso futuro esta sendo redesenhado e precisamos estar atentos para acompanhar o novo modelo de vida que já está se apresentando diante de nós.
Estejam preparados.

Pequenos Insights da “live” do Silvio Meira e do Divesh Makan da Iconiq sobre o mundo depois da pandemia:

1) empresas terão que abandonar a “gambiarra digital”. Ou é digital mesmo ou não é. Plataformas digitais competentes mesmo que sejam pequenas são as que vão sobreviver;

2) comércio online deixa de ser uma opção secundária de compras. As lojas físicas serão redesenhadas como espaços de experimentação da marca mas as vendas migrarão mais rápido para o online do que se imagina antes;

3) 95% das lojas Starbucks foram reabertas na China mas o movimento na loja é de 60% do que era. As pessoas não consomem mais na loja, compram e vão embora. Starbucks tem que rever o modelo reduzindo espaço de convivência;

4) Os maiores varejistas americanos já demitiram mais de 1 milhão de pessoas e devem reempregar somente 85 % deles no fim da crise. A explicação é que o comércio tradicional vai encolher.

5) o negócio de seguradoras vai sofrer profundas transformações;

6) educação online está se provando no meio da crise. Vai haver uma revolução na forma como se aprende em todos os níveis.

7) sai o estoque just in time e entra o just in case. as empresas aprenderam com a crise que precisam ter estoques maiores de segurança, principalmente quem tem cadeias longas de fornecimento;

7) EUA desenvolveu uma cadeia de supply com a China nas últimas décadas que fez com o tempo os americanos perderem capacidade tecnológica de fabricar no pais. Isso vai mudar por questões de segurança. O globalismo sofrerá um duro revés, substituído pelo protecionismo.

8) não existe setor da economia ou tamanho de negócio que possa dizer “eu não tenho necessidade de investir no digital”. Quem pensar assim não tem futuro.

9) hábitos de viagem mudarão radicalmente. Redução absurda nas viagens de negócios substituídas pelas videocalls. Viagens de lazer serão mais para o interior junto a natureza em lugares com baixa concentração de pessoas.

10) existem 1.700.000 vírus detectados em animais, desses 1.700 são coronavírus. Temos que aprender com essa crise e preventivamente estarmos prontos para ter um surto por década.

11) o modo de viver de se relacionar de trabalhar vai mudar tanto que nós dividiremos a história em “Antes do Corona” e “Depois do Corona”.

12) essa crise traz a oportunidade de uma grande revolução nos sistemas de educação e de saúde usando o online para atender a população.

13) direitos individuais x saúde será um dos grandes debates no mundo a medida em que rastrear individualmente cada individuo é uma das estratégias mais eficazes de controle de epidemias, mas pode ser usado pelos Governos para controle das pessoas .

14) o consumidor foi “forçado” a migrar nesse momento para o comércio online. As empresas que conseguirem proporcionar uma experiência muito boa em todos os aspectos não perderão esse cliente para as lojas físicas ao fim da pandemia. Ao contrário, as empresas que se mostrarem despreparadas perdem espaço.

15) assim como os remanescentes da antiga indústria americana tem dificuldades de se recolocar e acabam por sustentar posições políticas protecionistas (que culminou com a eleição do Trump), esse movimento vai se alastrar pelo mundo com o crescimento rápido da industria digital. Conclusão: quem hoje está ocupado já precisa começar a pensar na sua futura profissão, tem que se atualizar o tempo todo nas novas tecnologias. As empresas de educação e o MEC precisam se comunicar com o mercado incessantemente e entender as necessidades para fornecer os conteudos demandados que não são mais aquilo que as universidades hoje entregam aos alunos. Retreinamento contínuo. Na sociedade do conhecimento não existe “ex-aluno”. Ou vc está aprendendo o tempo todo ou vc está desempregado.

16) não vejam a crise como momento de cortar custos. Pensem em investir em novas áreas em novas tecnologias, vai ter muita oportunidade para as empresas que agirem rápido, vamos renascer num mundo novo, viveremos um “novo normal”, a vida vai ser diferente, ninguém sabe exatamente como mas temos que estar abertos e preparados para nos adaptar com agilidade ao que vier pela frente

17) o setor agrícola brasileiro tem uma oportunidade de ouro, precisa investir cada vez mais em tecnologia e digitalização, e na qualificação dos seus profissionais e gestores.

O Corona é um enorme asteróide que já bateu no solo.

Dinossauros vão morrer!!!

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Ame sua vida!

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O mês de julho é dedicado à campanha contra o câncer de cabeça e pescoço, recebendo a cor verde como símbolo. Hoje, dia 27, é o dia propriamente dito de conscientização e combate desse tipo de câncer.

Vale destacar que o tabagismo e etilismo estão entre os principais fatores de risco para o desenvolvimento de cânceres de cabeça e pescoço. No Brasil, segundo dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), de 2019, que é o dado mais recente, existem 20,4 milhões de fumantes no Brasil. Já a quantidade de pessoas que consomem bebida alcoólica no Brasil é de 26,4% da população.

Ou seja, temos mais de 20 milhões de pessoas, no Brasil, que podem vir a desenvolver uma infinidade de cânceres, entre os quais o de cabeça e o de pescoço, que são os que incidem na cavidade oral, cavidade nasal, faringe e laringe.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca) o câncer que mais se manifesta, e tendo homens como principal grupo de risco, é o de cavidade oral. No ano passado, quase 12 mil novos casos foram registrados.

Estamos diante de um problema sério de saúde pública e privada, já que esses pacientes chegam aos hospitais, muitas vezes em um estado já preocupante da doença, em razão do baixo índice de realização de exames preventivos.

Por outro lado, medidas mais enérgicas precisam ser tomadas para o combate ao fumo. E esse combate deve ser feito de forma imediata, visto que, neste tempo de pandemia, o aumento da ansiedade e a depressão tem ampliado a busca por válvulas de escape como o tabagismo e o consumo de bebidas alcoólicas.

Uma pesquisa da Fiocruz, de agosto de 2020, aponta que 34% dos fumantes aumentaram o número de cigarros consumidos durante a pandemia. O estudo constatou que esse aumento está diretamente relacionado à insônia, sentimento de solidão, tristeza e nervosismo, problemas que estão se transformando cada vez mais em questões crônicas na sociedade contemporânea.

Estudo recente do INCA também aponta que outras formas de tabagismo, tão letais ou até mais que o cigarro, estão cada vez mais em alta. Como é o caso do narguilé, que já é consumido por aproximadamente 300 mil pessoas no Brasil. Sem contar cigarros eletrônicos, cachimbos, charutos, entre outras formas de tabagismo, que muitas vezes surgem como formas recreativas, em baladas, rodas de amigos, e aos poucos se transformam em vícios.

A preocupação com câncer de cabeça e pescoço é algo que exige um esforço individual, principalmente, deste grupo de risco que abordo neste artigo de opinião. Parar de fumar certamente não é fácil, mas é uma meta importante e indispensável para quem quer obter uma vida saudável, com menos riscos de neoplasias e de morte.

Formar esse nível de consciência é fundamental para se alcançar saúde e bem-estar. Busque válvulas de escape saudáveis como a prática de atividades físicas, o hábito de leitura, a realização de atividades artesanais. Enfim, procure ajuda, vá ao seu médico regularmente, proteja sua saúde mental também, esteja com pessoas que você ama, faça exames preventivos, lute e ame sua vida!

*Alessandro Henrique Previde Campos é diretor-médico do Hospital São Mateus.

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