ARTIGOS

Porquê o Corsa cativou os brasileiros?

Publicados

em

O Chevrolet Corsa é um dos carros mais queridos da marca, venha conferir!

O número de brasileiros que estão em busca de um novo carro aumentam a cada ano, isso pelas facilidades de financiamentos e crédito que os bancos oferecem aos seus clientes. Tudo isso reflete diretamente no número de vendas em 2020 e um cenário otimista para 2021.

Isso certamente cria um mercado competitivo, pois as montadoras buscam lançar diversos modelos de carros em muitos segmentos. Para o consumidor, isso é ótimo já que fica com uma ampla variedade de opções.

A Chevrolet é uma das maiores montadoras de veículos do mundo, e por isso, tem a responsabilidade de inovar no setor a cada ano. A montadora faz isso muito bem desde o seu surgimento, sempre lançando diversos modelos, bonitos e resistentes. Não é à toa que os seus veículos são muito vendidos.

Alguns exemplos de modelos da marca são o Onix, Prisma, Celta e Corsa. Este último é um grande veículo e pode ser achado como sedã ou hatch. Encantou os brasileiros com seu design simples e moderno, muito conhecido pelo seu conforto interno, além da ótima motorização. Quer saber mais sobre o Chevrolet Corsa e todos os seus pontos positivos? Então fique ligado no nosso artigo e saiba tudo sobre este grande veículo da Chevrolet.

O grande trunfo da GM, Corsa

O Chevrolet Corsa é um carro que fez muita história dentro da marca, deixou muitos apaixonados pelo veículo que até hoje não abrem mão do seu Corsa. Vamos entender um pouquinho melhor sobre a história de um dos maiores sucessos da Chevrolet.

O Corsa começou a sua caminhada na Europa, mais precisamente em 1983, quando teve seu lançamento na corrida em italiano. Mas lá ele era o Opel Corsa. O primeiro Corsa, ainda sob a bandeira da Opel, chegou no mundo, numa época em que os combustíveis estavam muito caros, muito parecido com o que acontece hoje em dia, por isso as marcas precisavam investir em projetos com motores mais econômicos e mais compactos. Certamente, a Chevrolet acertou no Corsa.

Leia Também:  “INCONCERTEZAS” VIRAIS 

O Corsa ficou 10 anos no mercado com o primeiro design, recebendo apenas pequenas reestilizações. Em 1993, a marca apresentou a nova geração, um lançamento com muitas expectativas para continuar fazendo sucesso.

Na sua terceira geração, que representava a segunda no Brasil, o Opel Corsa trazia um novo e melhorado design, tinha como inspiração o irmão maior o Astra. Entre as mudanças no modelo, as lanternas foram modernizadas, eram mais verticais e contornavam o vidro da tampa do porta-malas, além disso, contava com mais espaço interno e novos motores. O Corsa chegava de fato nos anos 2000.

Assim como todos sabem, o Chevrolet Corsa saiu de linha em 2012, mas deixou dois sucessores, o Chevrolet Celta apresentado em 2000, com a intenção de ser o carro de entrada da GM, mas conforme os anos foram passando, o modelo chegou a sufocar o Corsa. Durante alguns anos, o Celta teve um desempenho muito bom no mercado, mas como utilizava uma plataforma muito antiga, não era bom continuar modificando.

Com tudo isso e em meio a uma crise da Chevrolet, a solução encontrada para tentar substituir o Corsa foi pegar novamente sua base de 1994, e criar uma carroceria nova, e com isso nascia o Agile em 2009. Porém, o modelo nunca conseguiu seu lugar como um dia o Corsa conquistou.

Vai comprar um Corsa? Siga essas dicas

Como visto anteriormente, o Corsa não é mais um veículo produzido pela Chevrolet, foi tirado de linha e substituído por outros dois grandes modelos. Porém, para os que não dispensam o conforto do Corsa, tem a possibilidade de encontrar no mercado de carros usados em Cuiabá. Com uma pesquisa bem elaborada e paciência é possível encontrar ótimos modelos.

Priorize os veículos com boa lataria e com baixa quilometragem, já que esses modelos com certeza não vão apresentar problemas e deixar você na mão. Tenha certeza que todas as revisões estejam em dia e se o carro não apresenta nenhum problema. Assim é mais garantido que você faça um ótimo negócio e não se arrependa depois.

Leia Também:  “INCONCERTEZAS” VIRAIS 

Outro ponto muito importante e essencial é dar uma volta no veículo antes de comprá-lo. Assim é possível verificar todos os detalhes do interior e do exterior. Algumas coisas são vistas apenas com um test drive, por isso, realize este passo com muito cuidado e atenção. Caso note algum barulho estranho no motor ou algum rangido na suspensão, leve até um mecânico de confiança antes de comprar o veículo, pois certamente pode ter alguma manutenção para fazer. Manutenções no motor do veículo são caras e precisam de um profissional especializado, por isso, olhe com muita atenção para esta parte.

Último passo, mas não menos importante, é checar toda a documentação, pois ela é essencial na hora da compra do veículo. Qualquer problema na documentação pode gerar muita dor de cabeça, por isso, tome muito cuidado nessa parte. Veja se todas as taxas e dívidas foram pagas e se não existem multas.

Uma ótima opção

Em resumo, como visto no artigo, o Chevrolet Corsa é uma ótima opção no mercado, pois é um veículo bem-acabado, espaçoso, com ótima mecânica e ainda consegue ser muito econômico. Se você está em busca do seu primeiro carro, o Corsa pode ser uma opção perfeita. Visto que possui muitas qualidades, não deixe de ver este veículo, certamente não irá se arrepender.

Para fazer um ótimo negócio não esqueça de tomar todos os cuidados antes da compra que foram citados anteriormente, esse é o ponto principal a ser seguido. Feito isso, a chance de você não ter nenhum problema é grande, basta aproveitar o veículo.

Gostou do artigo que preparamos para você? Então não deixe de compartilhar com seus amigos e familiares nas suas redes sociais que também estão pensando em trocar de veículo. Para receber mais artigos como este não deixe de seguir a nossa página e se manter sempre bem informado.

Propaganda

ARTIGOS

“INCONCERTEZAS” VIRAIS 

Publicados

em

Estava relutante em escrever sobre a pandemia do novo Covid 19 por tratar-se de um assunto que contém questões que se abordadas de forma superficial, prestam-se a ser mal interpretadas por negacionistas que delas farão certamente um uso indevido a fim de manietar cabeças ignorantes e/ou mentes desumanas. Percebi, no entanto, que muitas dessas questões encontram-se já colocadas nas sociedades faz tempo, aguardando por debates sérios e essencialmente promovidos por pessoas com reais conhecimentos dos assuntos em questão e com uma sabedoria reforçada por uma ideologia que sabemos uns terem e outros não. Porém, infelizmente o efeito Dunning-Kruger existe e prolifera como mosca na carniça.

Uma primeira questão que a pandemia me desperta prende-se com a democracia. Como disse Winston Churchill – “a democracia é a pior forma de governo, com exceção de todas as demais”. Repito isso na perspectiva de que a maioria não é a dona da razão, bem como no sentido de que os nossos representantes, os eleitos, poderem ser crónicos inaptos ou perigosos sociopatas, a exemplo do que a história passada e recente nos tem presenteado. Mas pior que isso (se é que isso é possível) é o fato da pandemia estar a deixar a democracia em standby, por tempo indefinido e com um prognóstico de difícil reversão do atual quadro. Implementação de estados de emergência territorial com acessibilidades e perímetros diferenciados, aplicação de medidas compulsórias de âmbito individual e fundamentadas descriminações sanitárias, autuações sem vigilância e controle da comunicação mainstream, ao abrigo de uma pseudo política editorial de não pânico, são vivências que vão sendo incutidos nos cidadãos ensinando-lhes “um novo normal” civilizacional.

Leia Também:  “INCONCERTEZAS” VIRAIS 

Outra questão que a pandemia levanta diz respeito há desigualdade e à inevitável pergunta se ela veio/vai agravar ou atenuar as desigualdades existentes. Uma coisa, porém, nós já sabemos. Em certas Bolsas de Valores, em plena época de pandemia, registram-se índices espetaculares de uma abastança que se contrapõe frontalmente e agride atuais economias em colapso. Igualmente estranho é o abandono de previsões e da informação sistemática de indicadores de bolsas por parte dos ditos comunicadores mainstream. Será que os donos dos editores brasileiros esqueceram-se de mandar fazer as matérias? Mas outras coisas nós sabemos, por exemplo, lendo as publicações do Institute of Policy Studies dos Estados Unidos. Dias atrás estudos realizados por essa entidade revelaram que as fortunas dos 647 indivíduos mais ricos do país cresceram perto de um milhão de milhões de dólares (um 1 seguido de 12 zero), entre março e novembro de 2020 (8 meses de pandemia), e que a fortuna dos 12 mais destacados cresceu 40% só entre março e agosto desse mesmo ano de pandemia. E muito provavelmente na Europa e Ásia algo semelhante está acontecendo. Sendo assim, não me venham dizer que neste exato momento não há quem celebre os tempos em que vivemos. Tempos nos quais resta aos 7,8 bilhões de pessoas que habitam o planeta, conviver com o desmoronar das suas famílias, com o medo, a incerteza, o desemprego, o fim dos negócios e de ter de ouvir, nas noites mais sombrias, o “Viva La Muerte” dos fascistas. Nunca ouviu? Eles andam aí.

Leia Também:  “INCONCERTEZAS” VIRAIS 

A vacina é também outra questão que levanta paixões e importantes assuntos, logo de início de âmbito científico, em particular nas vacinas da Pfizer/BioN Tech e da Moderna Inc. Em outubro passado, uma edição da especializada Trends in Genetic publicou um estudo que, no mínimo, permite-nos questionar a falta de transparência pública e as incógnitas do uso da tecnologia de “edição do genoma” nunca antes experimentado em seres humanos. Assunto que me despertou também curiosidade sobre quais as razões do crescente aparecimento de cláusulas de confidencialidade e sigilo na celebração de vários tipos de contrato. Outra questão, não menos importante, é o facto da busca por uma vacina ter introduzido uma acentuada aceleração na transferência de capital do setor público para o privado. Ditado como necessário para equilíbrio da economia e manutenção de postos de trabalho, esse movimento, independentemente de reafirmar o Estado como solução, não evitará como já admitem as previsões, mais austeridade, mais desemprego e degradação social, com a consequentemente restrição de direitos e liberdades.

De entre outras questões, estas, no meu entender apresentam-se com mais acuidade e sobre esse “novo normal” ele para mim não tem nada de novo, só de anormal.

Rui Perdigão – Administrador, geógrafo e presidente da Associação Cultural Portugueses de Mato Grosso.

 

Continue lendo

MOMENTO POLICIAL

MOMENTO DESTAQUE

MOMENTO MULHER

MOMENTO PET

MAIS LIDAS DA SEMANA