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Avaliação: Para o trabalho, Nissan Frontier S não sacrifica o motorista

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Roberto Assunção
Nissan Frontier S: Versão é voltada ao custo-benefício quando o assunto é carro para trabalho

A Nissan Frontier S é uma versão destinada a frotistas e empresas, mas até que oferece um pacote de itens de série bacana. Ar-condicionado, trio elétrico, direção hidráulica, controles de tração/estabilidade, assistente de partida em subida e ajuda em descidas são alguns deles. O visual sem “frescuras” exibe para-choques na cor da carroceria, faróis com máscara negra, maçanetas e retrovisores pretos e rodas de 16” com calota central.

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A marca cobra R$ 137.550 pelo modelo, que enfrenta Ford Ranger XL (R$ 132.320), Mitsubishi L200 Triton Sport GLX (R$ 137.990), Toyota Hilux STD Power Pack (R$ 149.705), VW Amarok SE (R$ 153.190) e Chevrolet S10 LT (R$ 166.090) – todas a diesel e com cabine dupla. Sob o capô, a Nissan Frontier fabricada na Argentina traz o motor 2.3 turbodiesel e a caixa manual de seis marchas.

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Diferenciais da Nissan Frontier S

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Roberto Assunção
O que mais diferencia o seu visual ante as demais versões são as rodas de ferro

Ao contrário das versões mais caras , o motor da Frontier S tem um turbocompressor de geometria variável para oferecer 160 cv e 41 kgfm de torque – as outras são biturbo, com 190 cv e 45,9 kgfm. Mesmo com a força menos, a configuração S “acorda” logo acima das 2.000 rpm, transmitindo boas arrancadas e retomadas. A caixa de seis marchas oferece engates pesados e justos – típico em picapes manuais –, e a direção hidráulica é pesada ao esterço. As suspensões possuem boa calibração e a tração 4×4 é acionada pelo seletor giratório no painel.

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Na cabine, os bancos têm revestimento em veludo e ajuste de altura – também na coluna de direção –, com quadro de instrumentos de fácil visualização, computador de bordo e indicador de troca de marchas. Entretanto, a ausência dos sensores de ré dificulta bastante as manobras em um veículo de mais de 5 metros.

O compartimento de carga da Nissan Frontier pode levar 1.005 kg e tem quatro ganchos de fixação. Fica devendo o protetor de caçamba e a capota marítima, vendidos como acessórios Falando nisso, caso ache essa Frontier muito “crua” você pode equipá-la com rodas de liga leve aro 16 (R$ 4.796) e rádio (R$ 458 sem a instalação). Completa, custa R$ 142.804. Uma picape que mira frotistas e empresas, mas que pode atender a outros consumidores.


FICHA TÉCNICA

Nissan Frontier S MT 4×4
Preço básico: : R$ 137.550
Carro avaliado: R$ 138.008 (com rádio)
Motor: quatro cilindros em linha 2.3, 16V, turbodiesel, injeção direta
Cilindrada: 2298 cm 3
Combustível: diesel
Potência: 160 cv a 3.750 rpm
Torque: 41 kgfm a 1.500 rpm
Câmbio: manual, seis marchas
Direção: hidráulica
Suspensão: braços sobrepostos (d) eixo rígido com links transversais (t)
Freios: disco ventilado (d) e tambor (t)
Tração: 4×2 traseira ou 4×4, com reduzida
Dimensões: 5,264 m (c), 1,850 m (l), 1,826 m (a)
Entre-eixos: 3,150 m
Pneus: 255/70 R16
Caçamba: 1.005 kg / 1.054 litros
Tanque: 80 litros
Peso: 2.030 kg
0-100 km/h: 13s5
Velocidade máxima: 180 km/h
Consumo cidade: 9,2 km/l
Consumo estrada: 10,5 km/l
Emissão de CO2: 205 g/km
Nota do Inmetro: D
Classificação na categoria: C (Picape)

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Primeiro Corvette C8 é arrematado nos EUA por US$ 3 milhões

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Chevrolet Corvette C8: primeiro exemplar do supercarro produzido pela GM surge no palco do leilão da barret-Jackson Scottsdale

O primeiro Chevrolet Corvette C8 produzido em série foi arrematado por nada menos que US$ 3 milhões, o equivalente a cerca de R$ 12,3 milhões numa conversão simples. A raridade apareceu no palco do leilão organizado pela Barret-Jackson Scottsdale com a CEO da GM, Mary Barra, ao volante, seguido por um breve discurso da executiva.

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Todo dinheiro arrecadado com a venda do primeiro Chevrolet Corvette C8 irá para a instituição que ajuda crianças carentes de Detroit (EUA). Os lances começaram com US$ 200 mil e foram subindo, passando para US$ 250 mil, US$ 500 mil, US$ 750 mil até chegar a US$ 1 milhão.

Em seguida, chegaram a oferecer US$ 1,2 milhão, US$ 1,5 milhão, US$ 1,7 milhão e parou nos US$ 2 milhões. Mas, para surpresa de todos, no final, dono de equipe de NASCAR, Rick Hendrick, arrematou o supercarro pelos US$ 3 milhões e entrou para a história.

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O Chevrolet Corvette C8 é o primeiro fabricado com motor central. E a unidade número 1 a sair da linha de montagem terá, entre outros itens, pacote especial Z51 que inclui bancos esportivos GT2.

A versão Stingray conta com o motor 6.2 V8 LT2 herdado do Corvette C7, mas retrabalhado para o uso na posição central-traseira. Com o pacote Z51, o propulsor é capaz de desenvolver 495 cv. Ele trabalha em conjunto com uma transmissão do tipo transeixo de oito marchas e dupla embreagem, que traciona as rodas traseiras e permite ao esportivo acelerar de 0 a 100 km/h em cerca de três segundos.

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Os preços do novo Chevrolet Corvette C8 ainda não foram divulgados oficialmente. Mas o presidente da GM dos EUA, Mark Reuss, chegou a declarar que o carro partirá de cerca de US$ 60 mil. O fim de junho de 2019 o ultimo Corvette da sétima geração foi arrematado por US$ 2,7 milhões.

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Fonte: IG CARROS

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Avaliação: primeiro Honda elétrico aposta na diversão ao volante

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‘Honda e’ faz referência aos kei cars dos anos 70; veja as primeiras impressões ao volante

Essa ainda não é a versão de produção do Honda E, exibida no Salão de Frankfurt, que chega ano que vem, mas a marca japonesa parece determinada a fazer seu primeiro modelo 100% elétrico virar o centro das atenções desde agora. Moderno e compacto, com 3,90 m de comprimento, o carrinho foi apresentado em versão conceitual no Salão de São Paulo do ano passado e deve ser vendido por aqui, também, ainda em 2020.

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O Honda e é um carro que imediatamente conquista simpatia: ele foi projetado em Tóquio, claramente inspirado na primeira geração do Civic – que nasceu como um hatch -, mas tem traços que lembram o N360, lendário K-car (carro compacto do Japão) lançado nos anos 1960 pela marca.

Construído em uma plataforma inédita, que servirá de base para outros elétricos (segmentos B e C), o Honda e tem motor e tração traseiros. A bateria de íons de lítio, com capacidade de 35,5 kWh, fica sob o assoalho, como em todos os elétricos recentes, enquanto central eletrônica e carregador estão na dianteira. Assim, o peso é dividido quase igualmente entre os eixos, garantindo ótima dinâmica – ainda mais com tração traseira. O motor tem 150 cv e 30,8 kgfm (potência e torque similares aos do Nissan Leaf).

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No interior do Hinda e, foi feito um enorme esforço para tornar o compartimento de passageiros “mais humano”. Nos revestimentos, foram usados materiais de móveis domésticos, para enfatizar uma certa continuidade com o ambiente encontrado em casa. O carro é homologado para quatro ocupantes: na frente há bastante espaço, mas atrás os pés ficam apertados devido ao assoalho mais alto que o normal (a bateria fica abaixo dele).

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O porta-malas do Honda e é definitivamente pequeno (a marca não divulgou ainda a capacidade). Para abri-lo, basta aproximar o smartphone, por meio do qual – com um aplicativo dedicado – também se pode gerenciar o carro remotamente.

Divertido de dirigir, o Honda E responde sempre com extrema vivacidade, uma característica geral dos carros elétricos. A distribuição de peso ideal o torna ágil e responsivo aos comandos, com 0-100 km/h em ótimos 8,5 segundos.

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A tela central do Honda e se prolonga para o lado do passageiro, incluindo um retrovisor interno digital

Como nos Mercedes-Benz elétricos, as aletas no volante do Honda e servem para ajustar o nível de recuperação de energia nas frenagens, e um botão no túnel central aciona o modo que permite guiar usando apenas o pedal do acelerador (como no Nissan Leaf).

A capacidade da bateria, 35,5 kWh, é um pouco menor que nos rivais, e por isso mesmo permitiu que os engenheiros criassem um carro ainda mais leve e ligeiro – obviamente, às custas de uma menor autonomia. No entanto, de acordo com a Honda, ele é capaz de rodar mais de 200 quilômetros com uma recarga (de novo, como o Leaf).

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É mais que suficiente para garantir mobilidade em ambiente urbano. Além disso, 80% da bateria é carregada em meia hora em pontos rápidos. Quanto ao preço, fala-se hoje em
€ 30 mil (R$ 125 mil em conversão direta). Então, a princípio, não será um elétrico para todos, mas um produto de elite, para lançar moda e tendências.


Ficha técnica:

Honda E

Preço básico (Europa): R$ 125.000
Carro estimado (Brasil): R$ 185.000
Motor: elétrico síncrono, traseiro
Combustível: bateria
Potência: 150 cv
Torque: mais de 30,8 kgfm
Câmbio: relação fixa
Direção: elétrica
Suspensões: MacPherson (d) e eixo de torção (t)
Freios: n/d
Tração: traseira
Dimensões: 3,90 m (c), 1,72 m (l), 1,51 m (a)
Entre-eixos: 2,53 m
Pneus: n/d
Porta-malas: n/d
Peso: 1.500 kg
0-100 km/h: 8s5
Velocidade máxima: 145 km/h
Consumo cidade: mais de 6,5 km/kWh
Consumo estrada: n/d
Bateria: 35,5 kWh
Autonomia: mais de 200 km (estimada)
Recarga: 18 a 37 horas horas (6,6 kW), 6 horas (6,6 kW com Wallbox) ou 80% em 30 minutos em estações de recarga elétrica rápida
Nota de consumo: A*
Classificação na categoria: A* (*notas estimadas)

Fonte: IG CARROS

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