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Bolsonaro causa aglomeração, defende cloroquina e é xingado em Brasília; assista

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bolsonaro defendeu cloroquina como
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Bolsonaro se reuniu com apoiadores, causando aglomeração em Brasília, mas ouviu xingamentos de opositores e panelaço

O presidente Jair Bolsonaro comemorou neste sábado (23), na porta do Palácio da Alvorada, os testemunhos de pessoas que afirmam ter sido curadas da Covid-19 após o uso de cloroquina. Apoiadores estavam no local carregando cartazes fazendo propaganda do medicamento. Ele se negou a responder perguntas da imprensa, um dia após a divulgação do vídeo da reunião ministerial de 22 de abril , peça-chave para a investigação que apura suposta interferência política na Polícia Federal (PF).

Leia também: Weintraub pode responder criminalmente por ataques ao STF em vídeo de reunião

Em fala rápida em meio à aglomeração de apoiadores,  Bolsonaro disse que “toma quem quer” a droga, mas que hoje ela é a única possibilidade de cura, embora não haja comprovação científica. Sem apresentar números e a origem da informação, o presidente disse ainda que “muitas pessoas foram curadas” pelo medicamento.

Ao se negar a responder aos questionamentos de repórteres, o presidente disse que falaria apenas com os cinegrafistas presentes na porta da residência oficial. Diante da reclamação dos profissionais de imagem sobre agressões de apoiadores do governo , Bolsonaro respondeu:

“Faço um apelo para ninguém agredir a imprensa”.

A aglomeração causada pelo presidente foi marcada, além dos agradecimentos de apoiadores por ele supostamente ter “defendido o povo” durante a reunião ministerial, pelos ataques de quem se mostra insatisfeito com o governo. Enquanto Bolsonaro comia, era possível ouvir um “panelaço” e gritos como “vai trabalhar, vagabundo!”, “genocida!” e “fascista!” direcionados a ele.

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Política Nacional

Defesa de Flávio Bolsonaro pede para STF arquivar ação sobre “rachadinha”

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Pedro França/Agência Senado

Advogados alegam ao STF que o caso de Flávio é diferente dos precedentes da Corte


Os advogados de defesa do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos/RJ) solicitaram, nesta segunda-feira (13), ao Supremo Tribunal Federal (STF) o arquivamento da ação do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro sobre o foro privilegiado  concedido ao senador no caso das “rachadinhas”.


O MP é contra a decisão da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio, que  autorizou o uso do foro privilegiado por Flávio, permitindo, assim, que as investigações saíssem da primeira instância. Segundo o MP, o caso deve retornar à primeira instância com os promotores do Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção e do juiz Flávio Itabaiana, na 27ª Vara Criminal.

A defesa do senador argumenta, no pedido ao STF, que o caso é diferente dos precedentes da Corte, já que Flávio apenas trocou de mandatos, não deixando de ter foro. 

“No caso do senador o que houve foi uma sequência de mandatos em período ininterrupto. Ele deixou de ser deputado estadual na véspera de assumir um cargo de maior envergadura no mesmo Poder da República. […] O requerente [senador], assim, nunca deixou de ter a prerrogativa do foro especial, bastando saber-se, agora, em que foro deve ser julgado um Senador, quando os fatos a ele atribuídos referem-se ao período da sua legislatura imediatamente anterior como Deputado Estadual? Esta é a questão”, escreveu a defesa.

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Política Nacional

Bolsonaro vai fazer novo teste para a Covid-19: “Estou muito bem”

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Bolsonaro em isolamento no Palácio da Alvorada
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Bolsonaro em isolamento no Palácio da Alvorada

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta segunda-feira (13) que está se sentindo “muito bem” e que fará um novo teste para a Covid-19 , doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2), nesta terça.  Bolsonaro testou positivo na semana passada.

A declaração foi dada durante entrevista à CNN Brasil , na qual Bolsonaro também disse que, dependendo do resultado, poderá voltar ao trabalho no Palácio do Planalto.

Ainda de acordo com o presidente, sua rotina tem sido de isolamento total. A maior parte do tempo ele tem ficado em seu quarto e só sai para o escritório quando precisa despachar ou fazer videoconferências. As únicas pessoas que estão em contato com o presidente são funcionários que, segundo ele, já tiveram a Covid-19.

Quanto aos sintomas que sentiu, Bolsonaro afirmou que foram poucos e leves, sendo que não chegou a ter perda de paladar. “Era a coisa que mais estava me preocupando, que ouvia que muitas pessoas tinham. Mas eu acabei não tendo”, disse.

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