Política Nacional

Bolsonaro recua e desiste da suspensão de salários por quatro meses

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Após diversas críticas, o presidente da República, Jair Bolsonaro, decidiu revogar o artigo 18 da Medida Provisória (MP) 927/2020. Esse artigo permitia aos empregadores suspender o contrato de trabalho e o pagamento de salário por quatro meses. O vice-líder do governo no Senado, Chico Rodrigues (DEM-RR), considerou acertado o recuo. Ele também defendeu uma linha de crédito da Caixa Econômica Federal para que os micro e pequenos empresários possam garantir a manutenção de empregos e salários. Já o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) avisou que a medida provisória será cuidadosamente analisada para evitar perdas aos trabalhadores. Entre os outros artigos da MP estão os que pemitem antecipação de férias e adiamento do recolhimento do FGTS. Ouça o áudio com mais informações. As informações são da repórter Hérica Christian, da Rádio Senado.

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Política Nacional

Mandetta quer sair do governo, mas não vai pedir demissão, diz jornal

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Jair Bolsonaro e Luiz Henrique usando máscaras de proteção em coletiva de imprensa arrow-options
Isac Nóbrega/PR

Jair Bolsonaro e Luiz Henrique em coletiva de imprensa

O ministro da Saúde teria dito a aliados em conversas nesta semana que pretende deixar o comando do Ministério, afirma a coluna Painel, da Folha de S.Paulo . Porém, ainda segundo o jornal, Mandetta teria afirmado  que não vai pedir demissão do cargo e espera ser destituído pelo presidente Jair Bolsonaro.

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Em meio a pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2), Bolsonaro e o ministro têm protagonizado uma certa tensão provocada por contradições nas recomendações do governo federal em relação às medidas que devem ser adotadas no combate à pandemia. Enquanto Mandetta defende o isolamento social, o presidente faz campanha para que os cidadãos voltem às ruas. Analistas consideram que o trabalho do ministro está sendo minado por Bolsonaro .

Leia também: Após Bolsonaro criticar Mandetta, Moro reafirma defesa de “isolamento”

Segundo a Folha , Mandetta acredita que não pode se demitir durante tamanha crise na saúde. Como médico ele teria, de acordo com o jornal, o sentido de missão em seu trabalho neste momento e, portanto, estaria esperando uma ação do presidente.

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Política Nacional

MP libera R$ 639 milhões para Presidência da República e ministérios

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O presidente da República, Jair Bolsonaro, editou uma medida provisória que libera R$ 639 milhões para a Presidência da República e os Ministérios da Educação, da Justiça e Segurança Pública, e da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.

A MP 942/2020, publicada na quinta-feira (2), abre crédito extraordinário para o enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do coronavírus. 

A medida destina R$ 54,8 milhões para a Presidência de República, sendo que R$ 2,8 milhões são para Empresa Brasil de Comunicação (EBC). 

O Ministério da Educação (MEC) vai receber R$ 339,4 milhões. Deste valor, R$ 84,8 milhões são para administração direta e R$ 70 milhões para a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), empresa pública que presta serviços de assistência à saúde através de hospitais universitários. 

Os outros R$ 185,5 milhões restantes serão divididos entre 33 universidades federais de 19 estados e do Distrito Federal, com valores diferentes para cada uma. A  maior verba, de R$ 64,2 milhões, vai para a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), divididos entre a universidade e o complexo hospitalar e de saúde. Já a menor vai para a Universidade Federal do Acre (UFAC), no valor de R$ 30 mil.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública vai receber crédito de R$ 199,8 milhões. Deste valor, R$ 2 milhões são para a administração direta, R$ 24 milhões para o Departamento de Polícia Rodoviária Federal e R$ 10,8 milhões para a Fundação Nacional do Índio (Funai). 

Além disso, R$ 49,9 milhões vão para o Fundo Penitenciário Nacional e R$ 113 milhões para serem usados no Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP).

Ainda de acordo com a medida, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos vai ter R$ 45 milhões disponíveis para usar em sua administração direta. 

Cancelamento

A medida provisória também cancela a destinação de créditos para o Ministério da Educação. Entre eles, verbas para a administração direta e a Fundação Universidade do Rio de Janeiro. Também corta verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e da Ebserh, que iria destinar R$ 38,1 milhões para a reestruturação e modernização dos hospitais universitários federais.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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