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Bolsonaro sai em defesa de Guedes e diz que gafes de ministro foram ‘deslizes’

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Antonio Cruz/Agência Brasil

Jair Bolsonaro e Paulo Guedes

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) saiu em defesa do ministro da Economia, Paulo Guedes, que comparou servidores públicos a parasitas e disse que o câmbio baixo no passado possibilitava que empregadas domésticas pudessem ir à Disney. Sem mencionar as declarações diretamente, Bolsonaro classificou os episódios como “deslizes” e elogiou o ministro.

Guedes diz que dólar alto é bom: ‘empregada doméstica estava indo para Disney’

– Se o Paulo Guedes tem alguns problemas pontuais como todos nós temos, é muito mais pela sua competência do que por possíveis deslizes que eu mesmo já cometi muito no passado – afirmou o presidente durante discurso na cerimônia de posse do novo ministro da Casa Civil, o general Walter Braga Netto.

Após fala de Paulo Guedes, empresa faz sorteio para levar doméstica à Disney

Bolsonaro disse que o governo deve “muito” a Paulo Guedes e que o ministro deverá ficar na equipe até o fim do seu mandato.

– O Paulo não pediu para sair, mas tenho certeza que ele vai continuar conosco até o final. Paulo Guedes não é militar, mas ainda é um jovem aluno do Colégio Militar de Belo Horizonte. Muito obrigado por estar entre nós – disse Bolsonaro.

“O cara virou um parasita”, diz Paulo Guedes sobre servidor público

A polêmica mais recente envolvendo Paulo Guedes aconteceu na semana passada. Em um discurso em evento em Brasília, ele disse que o câmbio a R$ 1,80 era “uma festa danada” e permitia que empregadas domésticas pudessem ir à Disney.

– O câmbio não está nervoso, (o câmbio) mudou. Não tem negócio de câmbio a R$ 1,80. Todo mundo indo para a Disneylândia, empregada doméstica indo para Disneylândia, uma festa danada – afirmou Guedes.

Antes disso, no início de fevereiro, Guedes comparou servidores públicos a parasitas. A declaração foi feita durante uma palestra no Rio de Janeiro ao defender a reforma administrativa, uma das principais bandeiras do governo.

– O governo está quebrado. Gasta 90% da receita toda com salário e é obrigado a dar aumento de salário. O funcionalismo teve aumento de 50% acima da inflação, tem estabilidade de emprego, tem aposentadoria generosa, tem tudo, o hospedeiro está morrendo, o cara virou um parasita, o dinheiro não chega no povo e ele quer aumento automático, não dá mais – disse o ministro na ocasião.

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PT vai ao Supremo para liberar saque do FGTS aos trabalhadores devido à pandemia

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Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Partido dos Trabalhadores (PT) deu entrada na ação na última sexta-feira (3)

Uma ação do Partido dos Trabalhadores (PT) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a liberação dos saques do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) durante a pandemia do Covid-19, novo coronavírus.

Leia mais: Bolsonaro diz que usará caneta contra pessoas do governo que “estão se achando”

A intenção da sigla é fazer com que a Corte tenha o entendimento de que o estado de calamidade púlica reconhecido pelo governo deve autorizar o levantamento dos recursos das contas de FGTS sem a necessidade de edição de regulamento específico e autorizativo do saque pelos trabalhadores. A Ação Direta de Incostitucionalidade ao Supremo Tribunal Federal foi protocolada na noite da sexta-feira (3).

O argumento sustentado inicialmente pela petição tem como argumento que a legislação instituidora do FGTS permite a movimentação de valores pelo empregado em situações específicas e em outras excepcionais, que incluem a de calamidade pública “oriunda de desastre natural”. No entanto, não ficou instituída qual seria a ciscunstância de grave calamidade pública.

O Partido dos Trabalhadores considera que na atual crise do coronavírus, o Covid-19, deveria ser possível realizar o saque. “Há de se reconhecer incompatível atualmente com a Constituição Federal a expressão ‘conforme disposto em regulamento’ (que consta no decreto que instituiu o FGTS ), ao menos no sentido de que a ausência de regulamento autorizando o saque em casos de calamidade impede o saque para necessidade pessoal”, diz a sigla.

Projetos de lei que visa permitir aos trabalhadores a utilização do FGTS para mitigar os efeitos econômicos da pandemia do Covid-19 estão em tramitação no Congresso, segundo indica a ação do PT . A legenda, contudo, considera desnecessária qualquer alteração na legislação.

Leia também: Covid-19: cozinheiros e vendedores estão entre profissões que mais correm risco

“A lentidão do governo federal e a real probabilidade de que o valor liberado seja insuficiente aos trabalhadores motivaram o Partido Político do Trabalhadores a buscar nesta Corte a liberação do FGTS “, argumentou o partido.

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GM propõe redução de salários em fábrica de São José dos Campos

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Agência Brasil

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Montadora pretende utlizar Medida Provisória 936

Após quatro rodadas de negociações com o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos (SP), a General Motors propôs, no último sábado (4), a suspensão dos contratos de trabalho com redução de salários, por meio da Medida Provisória 936, no complexo industrial da montadora na cidade.

‘Estamos apenas no início da crise nos mercados financeiros’, afirma investidor

A proposta final será submetida à votação eletrônica dos metalúrgicos, em data a ser divulgada nos próximos dias. Se aprovada, a medida irá atingir 90% dos trabalhadores do complexo industrial de São José dos Campos.

Apenas 100 ficarão na fábrica e não serão impactados pela medida; outros 42 trabalharão em regime de home office. A planta possui cerca de 3.800 funcionários.

A liberação dos trabalhadores neste momento é necessária para a prevenção ao novo coronavírus (Sars-Cov-2). Por enquanto, todos estão em férias coletivas, que terminam no dia 12.

MP 936: Saiba como ficam plano de saúde e outros benefícios

O Sindicato defendeu, na mesa, a estabilidade no emprego por um ano e licença remunerada ou  layoff  sem redução salarial. A empresa não aceitou.

“A MP 936 está muito aquém do que os trabalhadores precisam, e mais atrapalha do que ajuda. A GM não tem porque cortar salários, mas foi irredutível na mesa de negociação”, afirma o vice-presidente do sindicato, Renato Almeida.

“Como o sindicato é uma entidade que segue a democracia operária, vai submeter a proposta à decisão dos trabalhadores. Eles decidirão se aceitam ou não a proposta”, concluiu o dirigente.

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