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Audi A3: ouça no podcast qual será o novo posicionamento do carro no Brasil

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Audi A3 ficou passa a ter estilo  mais arrojado e com apelo esportivo reforçado entre as principais novidades
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Audi A3 ficou passa a ter estilo mais arrojado e com apelo esportivo reforçado entre as principais novidades

A nova geração do Audi A3 chega ao Brasil em duas configurações de carroceria (Sedan e Sportback), nas versões S Line Limited (R$ 229.990) e Performance Black (R$ 264.990).

Segundo o time de desenvolvimento da fabricante, cerca de 90% dos componentes metálicos do novo Audi A3 são novos em relação à geração antecessora. Ou seja, de fato, trata-se de um carro completamente renovado, e os clientes já podem adquiri-los.

Já pudemos observar,  nas impressões ao dirigir, que o novo Audi A3 , de fato, traz mudanças de qualidade, modernidade e acerto mecânico. Além do fato de ter tantos componentes novos, agora ele é importado, ao contrário do anterior, que era nacional. Outra novidade é a sua suspensão traseira, que agora é independente (ao contrário do antecessor, que vinha com eixo de torção).

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Gerold Pillekamp, de Gerenciamento de Produto da Audi no Brasil, concedeu ao iG Carros uma entrevista para contar mais a fundo as mudanças da nova geração. Além disso, destaca o que os projetistas tinham em mente na hora de focar os seus esforços para deixar o carro mais competitivo ante os rivais. Ouça a seguir!


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Além disso, o novo A3 vem com um tela sensível ao toque de 10,1 polegadas, de série. O cluster digital Audi Virtual Cockpit de 12,3 polegadas — também de série — complementa as informações para o motorista e permite três visualizações diferentes, incluindo gráficos com visual esportivo.

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Opcionais da linha S-Line , como bancos esportivos, som Bang&Olufsen, capas de retrovisor e aerofólios de fibra de carbono, entre outros, podem ser equipados, a depender da versão escolhida. 

Novo Audi A3. Foto: Divulgação

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Novo Audi A3. Foto: Divulgação

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A versão de topo Performance Black chega com o motor 2.0 TFSI a gasolina, que entrega 190 cv e 32 kgfm. Por meio do câmbio S Tronic, de dupla embreagem, e sete marchas, acelera de 0 a 100 km/h em 7,4 segundos e chega aos 241 km/h (Sportback) e 248 km/h (Sedan).

Já a versão 1.4 S Line Limited  vem com o motor 1.4 turbo de 150 cv e 25 kgfm. Com sua transmissão automática tiptronic de oito marchas, acelera de 0 a 100 km/h em 8,8 segundos e chega aos 219 km/h ( A3 Sportback ) e 227 km/h ( A3 Sedan ).

Fonte: IG CARROS

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GWM estréia fábrica de carros no Brasil e alega que farão até 208 km/l

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Fábrica Mercedes-Benz de Iracemápolis foi vendida para a Great Wall Motors Company, que fará apenas carros eletrificados
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A maior fabricante de carros da China, a Great Wall (GWM), acaba de inaugurar uma fábrica em Iracemápolis (SP): trata-se de uma unidade que foi inaugurada pela Mercedes-Benz em março de 2016 e fechada em dezembro de 2020. Nesta quinta-feira (27), a Great Wall Motors inicia oficialmente as operações no Brasil, fabricando apenas carros eletrificados, e promete fazer da unidade sua maior base fora da China.

A empresa anunciou investimentos de R$ 10 bilhões no país até 2032. Em 2025, a multinacional pretende alcançar um faturamento de R$ 30 bilhões. A GWM também garante que a fábrica brasileira será um centro completo de produção. Até 2025, almeja atingir um índice de nacionalização de 60%. A unidade industrial será um pólo de exportação para o continente. A retomada das atividades vai gerar 2.000 empregos diretos e 8.000 indiretos.

Para diversificar a atuação da montadora no Brasil, a GWM vai contar com três marcas, uma para cada linha de produtos. A Haval vai comercializar apenas SUVs on-road inteligentes, a Tank contará com SUVs off-road de luxo e a Poer terá picapes inteligentes.

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Em um segundo momento, virá a linha Ora , uma marca premium exclusivamente movida a bateria. Ela será a primeira marca pura 100% de carros elétricos no Brasil.

Os carros, segundo a Great Wall , terão todos entre 230 cv a 430 cv, e entre 41 kgfm até 76 kgfm. Na prática, esses números se traduzem em aceleração de 0 a 100 km/h entre 7,2 segundos e 4,8 segundos, com consumo de combustível de 75 km/l a 208 km/l (ainda segundo a GWM), quando nos limitamos aos híbridos e híbridos plug-in .

Como se não bastasse, a montadora afirma que vai oferecer no Brasil o híbrido plug-in com a maior autonomia elétrica do mundo, de 200 km. Esse modelo ainda é capaz de recarregar 80% da sua bateria em apenas 30 minutos.

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Todos os modelos produzidos no Brasil terão recursos de conectividade e sistemas semiautônomos de segurança Nível 2 de série, além de permitir o uso do comando por voz para controlar as funções do veículo, como fechar vidros ou abrir o teto solar. Os veículos da GWM no Brasil também estarão prontos para suportar o recurso de conectividade 5G.

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A GWM desenvolveu o primeiro sistema de veículo híbrido do mundo que conta com a tecnologia de atualização Over The Air (OTA), que trará atualizações de software e firmware pelo ar para o carro, não só para o multimídia, mas para todo o sistema do veículo, como módulos dos motores e hardware de direção semiautônoma .

Outra novidade tecnológica é que a GWM já está iniciando parcerias para estudos de uso de etanol como fonte de geração de hidrogênio para veículos com célula de combustível.

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Great Wall Tank 100 é o “irmão” chinês queo Jimny Sierra nunca tinha tido

“A GWM é a primeira empresa na China que forma parte da Comissão Internacional do Hidrogênio e tem vários projetos de pesquisa para as diferentes aplicações desse gás como elemento de propulsão”, afirma Pedro Bentancourt, Chief Relations Officer (CRO) da GWM Brasil.

“Pretendemos utilizar a unidade no Brasil como base de conhecimento na realização de acordos com universidades e centros tecnológicos brasileiros , visando desenvolver pesquisa que, por exemplo, inclua o uso do etanol como fonte de hidrogênio”, complementa Pedro Bentancourt.

Fonte: IG CARROS

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