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BMW Série 3 completa 45 anos, após 7 gerações e diversas variações

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BMW Série 3: Há 45 anos, em 1975, surgia o primeiro sedã de entusiastas automotivos, unindo desempenho, praticidade e tecnologias

Depois de muitas mudanças, desenvolvimento tecnológico, além de melhorias no desempenho, na segurança e na eficiência, o BMW Série 3 completa 45 anos de vida. Após sete gerações, trata-se de um dos ícones mais bem sucedidos da fabricante alemã. A primeira geração surgiu em julho de 1975 e ficou no mercado até 1983. O design foi assinado por Paul Bracq, que liderou os estúdios da BMW entre 1970 e 1974 e que foi o responsável pelo protótipo BMW Turbo, resultando no BMW M1.

Com duas portas e traseira que se diferenciava muito do habitual para a categoria, o BMW Série 3 tinha 4,355 m de comprimento, 1,610 m de largura, 1,380 m de altura e 2,563 mm de distância entre-eixos. Muito inspirado no Série 5, foi lançado com uma família de motores de quatro cilindros, com 1,6, 1,8 e 2,0 litros. Esse motor, que permaneceu até 1987, foi baseado no lendário bloco M 10, com o qual Nelson Piquet chegou ao bicampeonato de Fórmula 1 em 1983, com um Brabham-BMW Turbo.

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Nessa época, os Série 3 tinham a cilindrada indicada pelo próprio nome da versão. Assim, o 316 era 1.6 de 90 cv, o 318 era 1.8 de 98 cv e o 320 era 2.0 de 109 cv. Todos equipados com carburadores solex, mas o 320i trazia o inédito sistema de injeção eletrônica, que oferecia um considerável aumento na eficiência e elevação da potência para 125 cv.

Além disso, o Série 3 foi o primeiro sedã médio a usar um motor de seis cilindros em linha, equipado nos modelos 320/6 e 323i. O último vinha com 2,3 litros e 143 cv. Já o 320/6 utilizou o bloco de seis cilindros 2.0, também com injeção. Em 1978, o 316 passou a usar o bloco de 1,8 litro de 90 cv e o 318i lançou um sistema de injeção para que sua potência fosse aumentada para 105 cv.

Em 1981, por exemplo, surgiu o BMW 315, que tinha motor 1.6 de apenas 75 cv. Era uma versão de entrada oferecida pela marca. Naquele menos ano, em maio, a BMW chegou à marca de 1 milhão de Série 3 produzidos. No Brasil, o modelo foi um dos primeiros importados a chegar, após as aberturas no governo Collor. O primeiro foi o 325i.

Em 2014, o BMW Série 3 passou a ser produzido no Brasil, na fábrica de Araquari (SC), na versão ActiveFlex. Hoje são fabricadas as versões 320i GP, 320i Sport GP, 320i M Sport e 330i M Sport. Além dessas versões, chegam importados os 320i Sport, 330e M Sport (híbrido plug-In) e M340i xDrive. O BMW 320i é o líder de sua categoria, com 2.130 unidades emplacadas este ano (até 30 de julho). Já o 330i tem 122 vendas registradas pela Fenabrave.

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Fonte: IG CARROS

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A VW Kombi mais antiga do mundo completa 70 anos de existência

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VW Kombi mais antiga do mundo já foi van de transporte, já foi carro de coleção e agora é peça de museu

Cinco meses após o início da produção da VW Kombi em Wolfsburg (Alemanha), a fábrica mostra o modelo que hoje é o mais antigo em perfeitas condições, completando incríveis 70 anos de idade. Trata-se do chassi número 20-1880, que viu as ruas pela primeira vez em 5 de agosto de 1950. Seria apenas mais uma entre as pouco mais de 8.000 produzidas naquele ano, mas hoje descansa no acervo de clássicos da Volkswagen.

Como é de se imaginar, sua história é muito rica. Saindo da fábrica, foi cumprir na cidade de Hildesheim (Alemanha) a tarefa de se tornar um veículo de transporte, como muitas “irmãs” mais velhas e mais novas. E a VW Kombi ficou nessa vida durante 23 anos, até se tornar uma peça de coleção, passando boa parte do começo da aposentadoria escondida em algumas garagens alemãs. Em comunicado, a Volkswagen lembra de quando completava 42 anos de vida.

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“Em 1992, a Kombi mais antiga do mundo tinha menos de 100 mil quilômetros no hodômetro, e foi rebocada para a Dinamarca. Como ficar 19 anos parado não faz bem a nenhum veículo, algumas peças essenciais foram trocadas para que pudesse rodar novamente. Certo de que ficaria com a Kombi por um bom tempo, Tonny decidiu batizá-la de Sofie, apelido do seu primeiro carro”.

Depois disso, passou por uma restauração que durou entre 2000 e 2003. Uma vez pronta, foi com Sofie e Tonny pelas estradas européias, em vários encontros, que somam mais de 20 mil km de distância. Até que, em 2014, recebeu uma visita do príncipe da Dinamarca ao departamento de veículos comerciais da Volkswagen, agora sediado em Hannover.

“Um concessionário que acompanhava a comitiva mencionou que existia na Dinamarca uma Kombi 1950 à procura de um novo lar”, relata a VW. Tonny, agora mais velho, não viajava mais para os encontros, mas também não queria privar Sofie das aventuras dos últimos anos. Assim, o departamento de clássicos da VW entrou em contato com Tonny, e após semanas de discussões, chegou a uma decisão. “Prefiro vender a Sofie para vocês, onde a VW Kombi ainda poderá fazer as pessoas sorrirem”.

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Fonte: IG CARROS

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