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Bruno Baptista e Velocitta comemoram juntos 10 anos de corridas

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Bruno Baptista confia que pode ficar entre os melhores colocados na prova em Mogi Guaçu (SP)
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Bruno Baptista confia que pode ficar entre os melhores colocados na prova em Mogi Guaçu (SP)

Em sua melhor fase no Brasileiro de Stock Car Pro Series 2022, Bruno Baptista tem bons motivos para tentar se destacar novamente na 4ª etapa do campeonato que será realizada com duas corridas, neste domingo (15), a partir das 13h20, no Velocitta, que terá transmissão ao vivo da Band e do canal SportTV 3.

No moderno e seguro autódromo de Mogi-Guaçu , interior de São Paulo, que está completando 10 anos de atividades com a Stock Car , o jovem piloto conquistou a sua primeira vitória na principal categoria do automobilismo brasileiro, em 2019. Agora, neste final de semana, justamente nele, irá comemorar também 10 anos de carreira, iniciada no kart, em 2012.

Ao contrário da maioria dos 32 pilotos que competem no brasileiro de Stock, Bruno Baptista começou tarde no kart, com 14 anos. Competiu apenas duas temporadas que foram suficientes para lhe dar experiência para se tornar, em 2014, com apenas 17 anos, o primeiro campeão da Fórmula 4 Sul-americana , certame que também tinha o aval da FIA (Federação Internacional de Automobilismo).

Porém, naquela época, é claro, sem as mesmas condições técnicas e tecnológicas da atual F4 Brasil , que coincidentemente fará as suas três primeiras corridas da sua 1ª etapa neste final de semana, no próprio Velocitta.

Duas serão no sábado, sendo a primeira às 9h40 e a segunda às 14h40, logo após o treino de classificação da Stock, às 13h25, com transmissão da SporTV. A terceira disputa da F4 Brasil acontece no domingo, às 12h10, como preliminar das duas corridas de Stock Car Pro Series (a inicial às 13h40 e a final às 14h15).

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“Sem dúvida, ter sido o primeiro campeão da F4 sul-americana e estar na mais importante categoria do automobilismo brasileiro justamente na estreia da F4 Brasil, que chegou aqui pela Vicar sob o trabalho de primeira qualidade sob a liderança do seu CEO Fernando Julianelli, é motivo de muito orgulho.

Bruno Baptista em frente aos boxes da equipe que trabalha no seu Toyota Corolla de corrida
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Bruno Baptista em frente aos boxes da equipe que trabalha no seu Toyota Corolla de corrida

Dentro do possível, é claro, posso ficar à disposição dos novos pilotos dessa categoria, que tenham interesse, para contar a minha experiência daquela época do meu título e também dos dois anos que corri lá fora na Fórmula Renault e um na própria GP3, enfrentando, inclusive, os maiores nomes dessa nova geração da F1 , como o George Russell, agora na Mercedes, o Lando Norris, da McLaren e outras feras. Mas posso adiantar como principal orientação é que o ideal é não querer pular degraus.

Não ter pressa para escolher uma boa equipe porque os pilotos europeus quase sempre levam vantagem por viverem lá e adquirem melhor experiência para chegar ainda mais novos nas escolas de formação de pilotos das próprias equipes de corridas da F1”, explica Bruno Baptista.

Depois de três anos fora do país, Bruno voltou para o Brasil após receber um convite da Hero Motorsport para correr no Campeonato Brasileiro de Stock Car 2018 com apoio da RCM Motorsport de Marcel Campos, filho do Rosinei “Meinha”, equipe com o maior número de vitórias e títulos da importante categoria.

Bruno teve como parceiro, logo no primeiro ano, o experiente Lucas Di Grassi, que chegou na Stock com a fama de ter sido campeão mundial de Fórmula E , em 2017, pela Audi, além de ter sido um dos grandes nomes da tradicional corrida de longa duração 24 Horas de Le Mans pela própria marca alemã.

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Bruno já foi considerado um dos pilotos revelação daquela temporada, mas foi na seguinte, tendo como parceiro Max Wilson, campeão da Stock , em 2010. Com apenas 22 anos, ficou entre os top 9 e obteve a sua primeira vitória, no Velocitta , em fins de 2019, quando passou a ser o quarto piloto mais jovem de toda a história de 40 anos da Stock, naquele momento.

Novo visual do carro de Bruno Baptista aparece pela primeira vez na 4ª etapa do Brasileiro
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Novo visual do carro de Bruno Baptista aparece pela primeira vez na 4ª etapa do Brasileiro

É justamente, agora no Velocitta , tendo como parceiro nos últimos dois anos outro experiente piloto, Ricardo Zonta, com boa passagem até no circo da F1, que Bruno Baptista, com 2 vitórias, uma pole-position e 8 pódios (o último com um 2º lugar na veloz pista do Galeão, no Rio de Janeiro), irá tentar mais um bom resultado na principal categoria do automobilismo brasileiro.

“É muito difícil subir no pódio por duas vezes consecutivas em etapas da Stock Car. O desafio é grande diante do nível técnico e qualidade dos pilotos. Mas quanto maior o desafio, mais motivado fico para conquistar outros importantes resultados para chegar no meu principal objetivo de terminar o ano entre os cinco melhores do campeonato”, finaliza Bruno Baptista, que tem apoio das empresas XP Private, Cobra Automotiva, Loctite, Teroson, NGK e VOLT.

*PROGRAMAÇÃO DA 4ª ETAPA DA STOCK CAR NO VELOCITTA*

*Sexta-feira, 13 de maio* 08h20 – Shakedown 11h05 – Treino de Rookie 14h10 – 1º Treino – 1º Grupo 14h50 – 1º Treino – 2º Grupo

*Sábado, 14 de maio* 10h30 – 2º Treino – 1º Grupo 11h10 – 2º Treino 2º Grupo 13h25 – Classificação

*Domingo, 15 de maio* 13h40 – Corrida 1 (30 minutos + 1 volta) 14h15 – Corrida 2 (30 minutos + 1 volta)

Fonte: IG CARROS

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VW Kombi alemã com esteira de tanque de guerra é ressuscitada

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A Kombi  'Half-track Fox' é um projeto criado pelo ex-mecânico da VW, o austríaco Lutz Kretzner
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A Kombi ‘Half-track Fox’ é um projeto criado pelo ex-mecânico da VW, o austríaco Lutz Kretzner

Que a Kombi é um veículo versátil isso ninguém dúvida, mas para na visão do mecânico austríaco da VW Lutz Kretzner, isso poderia ir além e foi assim que ele converteu o ‘ Microbus Type 2′  em um veículo com esteiras de quatro eixos, com capacidade off-road.

Apelidado de ‘Half-track Fox’ , ou traduzindo como “raposa de meia pista”, devido a lentidão do veículo comparado ao animal raposa, ele fez dois exemplares em 1968, mas apenas um deles sobreviveu e foi recentemente restaurado pela Volkswagen Classic Vehicles.

O Tipo 2 (Transported, Kombi, or Microbus, dependendo do mercado) de Kretzner possuia muitas habilidades, mas para ele teria de ser um veículo com capacidades off-road que pudessem levá-lo para qualquer tipo de chão, seja terra, areia e, principalmente, neve.

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Considerado um ávido esquiador, Lutz Kretzner queria um veículo capaz de escalar os Alpes em todas as condições climáticas. Ele não conseguiu encontrar nenhum, então decidiu fazer um para uso próprio.

Dessa maneira, o mecânico da Volkswagen passou quatro anos projetando e construindo esta Kombi alpinista com uma ‘Bulli’ de 1962 (este é o nome carinhoso que os alemães deram à Kombi ) e colocou mais dois eixos nele.

Os dois eixos dianteiros são dirigidos, com duas rodas duplas de 14 polegadas em cada um deles. Na parte de trás, os dois eixos foram equipados com rodas de 13 polegadas que acionam trilhos de tanque de seu próprio projeto.

Todas as rodas foram equipadas com freios e um diferencial de deslizamento limitado que garantiu uma propulsão para frente distribuída uniformemente, independentemente do terreno.

Na motorização , a unidade era a padrão boxer, de quatro cilindros, refrigerada a ar, de 1.2 litro , com apenas 34 cv. Com uma velocidade máxima de 35 km/h , era um pouco mais lento que uma raposa, então Kretzner o chamou de ‘raposa de meia pista’.

Kombi  Half track Fox foi chamado assim pelo autor do projeto por ser tão
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Kombi Half track Fox foi chamado assim pelo autor do projeto por ser tão “veloz” quanto uma raposa

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Um dos dois exemplares foi comprado pelo Museu da Porsche em Gmünd no início dos anos 90. Mais tarde, foi adquirido pela Bullikartei e.V. , uma sociedade de fãs de Bulli de primeira geração. Eles tentaram restaurá-lo em 2005, mas ao projeto não foi para a frente.

A saída veio da Volkswagen Classic Vehicles (VWCV) , empresa especializada em restauração de veículos clássicos da marca alemã, que entrou em cena para começar o projeto que daria início em 2018.

Com um trabalho bastante extenso e minucioso, o ‘Half-track Fox’ foi trazido para uma condição melhor do que quando era novo. Em vez de uma simples repintura, a empresa removeu toda a tinta velha e aplicou um revestimento de imersão catódico.

O processo, cuja técnica usada para controlar a corrosão da superfície metálica serviu de proteção para só depois recever a pintura laranja fosca do projeto original e com isso manter a proteção contra ferrugem, mas sem deixar de lado a fidelidade da obra de Lutz Kretzner.

Por fim, a mecânica também foi trazida de volta à condição de nova, e o interior recebeu uma novo revestimento. O trabalho foi concluído em fevereiro de 2022, e o ‘Half-track Fox’ hoje está pronto para novos desafios e explorar terrenos.

Fonte: IG CARROS

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