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Calma e respire fundo: cinco roteiros a serem seguidos após uma colisão

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O primeiro passo a ser feito após uma colisão é tirar os veículos envolvidos da rua
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O primeiro passo a ser feito após uma colisão é tirar os veículos envolvidos da rua

Nem sempre podemos evitar os acidentes de trânsito e não custa lembrar que é sempre prudente manter sempre a calma por pior que seja a gravidade do problema. Um estudo realizado pela Confederação Nacional do Transporte, registrou cerca de 1,4 milhão de ocorrências nos últimos dez anos, apenas nas rodovias federais brasileiras.

Pensando nisso, o Zul+, uma plataforma voltada para prestação de serviços automotivos em geral listou cinco etapas para o motorista seguir após uma batida de trânsito.

Se for possível, retire o carro: obstruir o tráfego e comprometer a segurança gera quatro pontos na CNH e multa de R$130,16
Reprodução: ACidade ON

Se for possível, retire o carro: obstruir o tráfego e comprometer a segurança gera quatro pontos na CNH e multa de R$130,16

1. Tire o veículo da via

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O primeiro passo a ser feito após uma colisão é tirar os veículos envolvidos da rua, pois obstruir o tráfego e comprometer a segurança dos outros veículos é uma infração com quatro pontos na carteira de motorista, além de multa de R$130,16. Quando não for possível, coloque o triângulo posicionado a pelo menos 30 metros e o pisca alerta ligado.


Ligue imediatamente para o Samu (192) ou Corpo de Bombeiros (193) caso haja algum ferido mais grave
Leonardo Alvarenga/Web Repórter

Ligue imediatamente para o Samu (192) ou Corpo de Bombeiros (193) caso haja algum ferido mais grave

2. Preste socorro

Caso haja algum ferido no acidente, ligue para o Samu (192) ou Corpo de Bombeiros (193) . Verifique se o ferido está consciente e consegue se mexer. Do contrário, não o retire da posição, e deixe isso apenas aos socorristas. Além de um processo penal, não prestar os devidos cuidados e fugir do local gera multa de R$ 1.467,35 e cassação da CNH.


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É sempre importante ter os registros para o caso de uma possível ação judicial
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É sempre importante ter os registros para o caso de uma possível ação judicial

3. Converse com o outro motorista

Se tudo ok, com calma e converse sobre o culpado e quem vai arcar com os prejuízos. Anote o nome completo e telefone do motorista, placa e modelo do carro e do local exato do acidente . Mesmo que os envolvidos tenham entrado em acordo é sempre importante ter os registros para o caso de uma possível ação judicial, inclusive, é indicado fotografar o acontecimento .

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Mesmo que não seja obrigatório, algumas seguradoras exigem um boletim de ocorrência para o processo de indenização
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Mesmo que não seja obrigatório, algumas seguradoras exigem um boletim de ocorrência para o processo de indenização

4. Faça um boletim de ocorrências

Em conjunto com os demais envolvidos, é possível ir a uma delegacia fazer o Boletim de Ocorrência ou realizá-lo pela internet, através do portal da Polícia Civil. Mesmo que não seja obrigatório, algumas seguradoras exigem um boletim de ocorrência para o processo de indenização.


Após a negociação com os demais envolvidos, o responsável deve acionar o seguro para arcar com o prejuízo dos veículos
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Após a negociação com os demais envolvidos, o responsável deve acionar o seguro para arcar com o prejuízo dos veículos

5. Acione o seguro do seu carro

Após a negociação com os demais envolvidos, o responsável deve acionar o seguro para arcar com o prejuízo dos veículos. Vale destacar que é necessário ter uma cobertura para terceiros para que a seguradora também assuma o conserto dos demais envolvidos.

Caso você não tenha esse tipo de seguro , é possível que os demais envolvidos acionem o próprio seguro e o responsável pague o valor da franquia estabelecido em contrato. No caso de você não ter seguro algum, é possível determinar se o responsável vai levar os veículos para uma oficina mecânica de sua confiança ou se cada envolvido pode decidir onde o conserto será feito.

Fonte: IG CARROS

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Mini Cooper SE: hatch elétrico mostra diversão em alta voltagem

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Mini Cooper SE: repare nas rodas exclusivas e com desenho mais moderno do que os mais conservadores gostariam
Carlos Guimarães

Mini Cooper SE: repare nas rodas exclusivas e com desenho mais moderno do que os mais conservadores gostariam

Cada vez mais os elétricos são fazer parte dos modelos avaliados pela reportagem de iG Carros. Já chegamos a andar em alguns deles, mas depois de ter entregue o Mini Cooper SE na concessionária ficou a impressão de que foram poucas as vezes em que andei em algo tão divertido que liga na tomada.

O Mini Cooper SE é vendido no Brasil em três versões: Exclusive (R$ 239.990), Top (R$ 264.990) e Top Collection (R$ 269.990). A mais em conta delas é R$ 25 mil mais cara que a S equipada com motor a combustão (R$ 214.990). Se optar por pagar a diferença vai viver uma experiência inusitada de acelerar e frear no mesmo pedal e sem gastar uma gota de gasolina.

O nível de equipamentos entre a versão elétrica e a combustão é parecido. Ambos contam com faróis de LED, ar-condicionado automático de duas zonas, central multimídia com tela de 8,8 polegadas sensível ao toque (compatível com Apple CarPlay, mas não com Android Auto) e teto solar panorâmico.

A questão que pesa contra o elétrico é a autonomia. A fabricante diz que o carro pode rodar até 234 km pelo ciclo WLTP, mas basta ter o ar-condicionado ligado para isso diminuir bastante para menos de 200 km. Portanto, é bom saber onde você vai. E ter certeza de que poderá contar com uma recarga para não corer o risco de ficar à pé.

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Em uma unidade de recarga rápida, o Mini Cooper SE pode recuperar até 80% da energia em 30 minutos. No wall-box residencial, a mesma recarga dura em torno de 2 horas e 10 minutos, enquanto em uma tomada convencional (que precisa ser aterrada), a carga leva em torno de 14 horas.

Interior do Mini elétrico segue o padrão adotado nas demais versões e agradam aqueles que gostam de certa irreverência
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Interior do Mini elétrico segue o padrão adotado nas demais versões e agradam aqueles que gostam de certa irreverência

O que contribui para essa limitação na autonomia é o fato do Mini Cooper SE ser um modelo elétrico adaptado , tanto é que as baterias ficam no lugar do tanque de gasolina. O peso de 1.365 kg não é dos mais leves da categoria e tiveram que deixar o carro 18 mm mais alto para protegê-las. Além disso, a suspensão se mostrou rigida demais para o piso crocante da maior parte das vias em São Paulo.

Então, prepare-se para os solavancos. Em compensão, terá uma estabilidade irrepreensível nas curvas, mantendo aquela pegada “Go Kart Feeling” de sempre. Com 184 cv e 27,5 kgfm de torque disponível logo ao encostar o pé no acelerador, o elétrico impressiona pela aceleração vigorosa , capaz de ir de 0 a 100 km/h em apenas 7,3 segundos ou de percorrer os primeiros 400 metros em meros 15,2 s, conforme a fabricante.

Na lista de equipamentos, na versão Top há head-up display , sistema de áudio premium Harman/Kardon, LEDs direcionais, sistema de navegação e rodas exclusivas aro 17. De fato, a qualidade de som empolga . E o GPS exibe informações do trânsito em tempo real já que fica ligado à internet o tempo todo. Bom também é todo o estilo descolado do carro , o que inclui até luz ambiente configurável.

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Assim como as demais versões do Mini Cooper , o espaço interno é apertado para quem vai sentado atrás e no porta-malas vão somente 211 litros de bagagem mesmo sem estepe, já que os pneus 205/45R 17 são todos do tipo runflat montados nas rodas de desenho exclusivo e polêmico, já que podem parecer modernas demais para os mais conservadores.

Conclusão

Se por um lado o Mini Cooper SE vem bem equipado, tem estilo arrojado e empolga pelo desempenho, fica devendo uma maior autonomia, de 234 km. Entre os rivais elétricos podemos citar o Renault Zoe (300 km) e o JAC e-JS1 (304 km), além do Chevrolet Bolt, cuja nova geração está com chegada atrasada ao Brasil, as pelo o que diz a fabricante, o carro pode rodar até 416 km.

Apesar de não terem os devidos incentivos fiscais por parte do governo, os carros elétricos passarão a fazer parte da paisagem no Brasil com cada vez mais frequência. Segundo projeção da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), cerca de 28 mil eletrificados devem ser vendidos no país neste ano, um crescimento de 42% sobre 2020.

Ficha Técnica

Mini Cooper SE

Preço: a partir de R$ 239.990 Motor: elétrico, tração dianteira Potência: 184 cv Torque: 27 kgfm Transmissão: automática Freios: discos ventilados (dianteira), disco sólido (traseira) Suspensão: McPherson (dianteira), multibraço (traseira) Dimensões: 3,84 m de comprimento, 1,72 m de largura, 1,41 m de altura e 2,49 m de entre-eixos Porta-malas: 211 litros Vel. Máx: 150 km/h 0 a 100 km/h: 7 segundos.

Fonte: IG CARROS

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