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Cinco versões do Fiat Punto que não tivemos no Brasil

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Antes do lançamento do Argo, em 2017, o Punto era o representante da Fiat no segmento dos hatches compactos brasileiros, ficando posicionado na linha acima dos populares Mobi e Uno e abaixo do médio Bravo.

No Brasil, o Punto teve uma vida relativamente curta: foi produzido entre 2007 e 2017 e apenas na terceira geração (que na Europa ganhou o nome de Grande Punto). Mas no Velho Continente, o compacto teve uma trajetória mais longa, tendo sido lançado em 1993 com o objetivo de substituir o Uno.

Com é de se esperar, foram várias as versões do modelo que não tivemos aqui no Brasil, numa lista que inclui opções esportivas, aventureiras e com combustíveis alternativos. Confira cinco delas a seguir.

1 – Punto GT

Fiat Punto GT
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Fiat Punto GT: versão esportiva que não tivemos no Brasil, mas na Europa houve até com motor turbodiesel


Se no Brasil tivemos o Palio , na Europa foi o Punto que assumiu a função de substituir o Uno. E a versão GT era a mais esportiva do hatch de primeira geração.

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Topo da linha, o Punto GT era equipado com o mesmo motor 1.4 turbo usado no Uno Turbo. Com 136 cv em sua variação mais potente, permitia ao hatch acelerar de 0-100 km/h em 7,9 segundos.

2 – Punto 60 Cult

Fiat Punto
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Fiat Punto na versão com apelas o essencial quando o assunto é conforto, como ar-condicionado e direção assistida


O Punto nunca teve uma versão 1.0. Mas estava disponível em uma versão de entrada que trazia um motor 1.2 Fire de apenas 60 cv (15 cv a menos do que o 1.0 Fire EVO oferecido atualmente no Mobi).

A série especial Cult, lançada na Alemanha em 1998, combinava esse motor 1.2 (ou um diesel, também de 60 cv) com detalhes de acabamento exclusivos e uma lista de equipamentos com direção hidráulica e ar-condicionado.

3 – Punto Natural Power

Fiat Punto
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Fiat Punto (2ª geração) também foi vendido na Europa com motor movido a GNV (Gás Natural Veícular)


A segunda geração do Punto, produzida entre 1999 e 2011 na Itália, teve como destaque a versão Natural Power, que trazia um motor 1.2 8V da familia Fire combinado para trabalhar com gasolina ou com gás metano.

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O porta-malas era ocupado por um cilindro de gás, que permitia rodar até 280 km sem a necessidade de gasolina. A tecnologia seguiria disponível no Punto de terceira geração, agora combinada a um motor 1.4 Fire.

4 – Abarth Grande Punto

Abarth Punto
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Abarth Punto o verdadeiro esportivo que se parece com o T-Jet que tivemos no Brasil, mas um pouco mais manso


Se no Brasil a versão esportiva era a T-Jet, na Itália esse papel era representado por Abarth Grande Punto, carro que era preparado pela Abarth, o braço esportivo da Fiat.

Além dos diferenciais estéticos para o Punto normal, trazia várias melhorias mecânicas como freios com pinças Brembo e a suspensão recalibrada. Já o motor era um 1.4 turbo, que em sua variação mais potente chegava a 180 cv.

5 – Punto Avventura

Fiat Punto Avventura
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Fiat Punto Avventura foi uma versão com apelo aventureiro que vinha com estepe na traseira e ficou longe das ruas do Brasil


Na Índia, onde o Fiat Punto de terceira geração também era produzido, uma das versões mais curiosas era a aventureira Avventura.

Com opções de motores 1.3 diesel, 1.4 Fire gasolina de 90 cv e até um 1.4 turbo vindo do Abarth europeu, esse Punto aventureiro se diferenciava por detalhes como a suspensão elevada e o estepe posicionado na tampa traseira, como no Volkswagen CrossFox .

Fonte: IG CARROS

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Cinco versões do Ford Escort que não tivemos no Brasil

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Lançado no Brasil em 1983, o Escort representou um enorme avanço para a filial brasileira da Ford. Correspondendo ao modelo europeu de terceira geração, foi o primeiro carro alinhado com a linha europeia da marca americana e ficou conhecido por versões icônicas como o conversível e o esportivo XR3.

Depois do carro pioneiro, o Escort seria comercializado por aqui em mais três gerações e sairia de cena apenas em 2003, quando a Ford já havia lançado o seu sucessor, o Focus. Inicialmente fabricado no Brasil, teve a sua última geração importada da Argentina.

Fora do Brasil, o modelo fez bastante sucesso no exterior. O nome Escort, aliás, segue em uso em um sedã da Ford feito na China. Confira abaixo algumas variações que não tivemos por aqui.

Escort Turnier

Ford Escort
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Ford Escort Turnier


A primeira geração do Escort brasileiro foi oferecida com uma gama de carrocerias que incluía versões de três e cinco portas, além do conversível.

Mas uma opção que não tivemos foi a variação station wagon, que podia ser adquirida no mercado europeu em variações de três ou cinco portas. Por aqui, a perua Escort SW viria apenas em 1996, importada da Argentina.

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Escort Turbo

Ford Escort
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Ford Escort RS Turbo


O esportivo Escort XR3 de segunda geração (quarta na Europa) teve como opção de motor mais potente no Brasil o AP 1.8S vindo da Volkswagen. Fruto da formação da Autolatina, desenvolvia declarados 99 cv.

No mercado europeu, esta mesma geração tinha como opção mais potente a RS Turbo, que trazia um motor 1.6 turbinado capaz de desenvolver 134 cv. Com este conjunto, o Escort esportivo acelerava de 0-100 km/h em 8,7 segundos e batia os 206 km/h de velocidade máxima.

Escort RS Cosworth

Ford Escort
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Ford Escort RS Cosworth


Uma das variações mais interessantes já criadas do Escort, a RS Cosworth foi produzida entre 1992 e 1996 na Alemanha, como uma versão de homologação do carro para o WRC, o Campeonato Mundial de Rali.

A carroceria do Escort original foi adaptada para usar a base do médio-grande Sierra. Já os motores 2.0 turbo, desenvolvidos e fabricados pela britânica Cosworth , eram da família YB e desenvolviam 227 cv em sua versão de rua.

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Escort Van

Ford Escort Van
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Ford Escort Van


Diferente da perua Escort SW, que chegou na parte final da vida do modelo no Brasil, uma variação que nunca chegou aqui foi o Escort Van. Idêntico ao carro de passeio até a coluna central, tinha na traseira um compartimento para levar até 715 kg de carga.

Popular no Reino Unido, trazia uma gama de motores com opções 1.3 a gasolina Endura-E de 60 cv (o mesmo que chegou a ser oferecido no Fiesta brasileiro) e os 1.8 diesel de 60 ou 70 cv (com ou sem turbo). O Escort Van ficou em linha até 2002.

Escort chinês

Ford Escort (China)
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Ford Escort (China)


O nome Escort voltou a ser utilizado em carro da Ford em 2015. Projetado para ser o sedã de entrada da marca na China, o modelo era construído sobre a mesma plataforma do Focus de segunda geração.

Apesar da proposta, o novo Escort tem tamanho de sedã médio (é 11 cm mais longo do que um Chevrolet Onix Plus ) e é oferecido com um motor 1.5 a gasolina de 122 cv, que pode ser combinado a um câmbio automatizado de seis marchas e dupla embreagem.

Fonte: IG CARROS

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