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Confira os cinco SUVs novos mais em conta  no mercado atualmente

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Os SUVs são os modelos mais vendidos do Brasil. De todos os emplacamentos, compõem 35,9% em agosto e 31,8% no ano. Por se tratar de um segmento de maior valor agregado, mesmo os SUVs mais em conta ainda têm preços relativamente elevados. Ainda assim, são opções que carregam um status e aspectos de praticidade que, para os que procuram, fazem a diferença.

Dos cinco SUVs mais em conta que separamos, apenas um custa abaixo dos R$ 70 mil, enquanto o mais caro é o único a superar os R$ 80 mil. Em questão de motorização, uns vão “beber” mais que outros (dados do Inmetro), ao passo que apenas um conta com câmbio automático.

Entretanto, todos são flex e amplamente procurados no mercado, e, portanto, contam com boa liquidez, que ajuda na hora de passá-los para frente. Confira os modelos a seguir, com preços cotados pela KBB Brasil.

5 – Chevrolet Tracker 1.0 Turbo MT: R$ 84.428

Tracker
Divulgação

Chevrolet Tracker 2021 tem o maior nível de tecnologia ante os rivais, além de motor mais eficiente

O SUV é o mais caro da lista, mas também é um dos mais equipados. Vem com 6 airbags, controle eletrônico de estabilidade e tração, faróis com projetores, regulagem de altura dos faróis, luzes diurnas de LEDs, rodas de liga leve, assistente de partida em rampas, ar-condicionado, computador de bordo, limitador de velocidade, direção elétrica e sensores de estacionamento traseiros. Ainda de série, vem com central multimídia com tela de 8 polegadas, Android Auto e Apple CarPlay, e sistema de WiFi.

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Seu motor é exatamente o mesmo que estreou no novo Onix , 1.0 turbo com 116 cv e 16,8 kgfm. E, na versão de entrada, traz o câmbio manual de seis marchas. O resultado, entretanto, é um dos menores consumos da lista. Faz até 13 km/l na cidade e 14,8 km/l na estrada (Inmetro). Se porta-malas entrega 393 litros.

4 – Jeep Renegade STD 1.8 16v AT: R$ 77.590

Renegade
Divulgação

Jeep Renegade é o único da lista com câmbio automático, mas tem o menor porta-malas

O único SUV automático da lista. Entre os equipamentos de série da versão STD do Jeep Renegade , vem com ar-condicionado, direção com assistência elétrica, rodas de liga-leve de aro 16, computador de bordo, controles eletrônicos de estabilidade e tração, monitoramento da pressão dos pneus, apoio de braço central e rack no teto.

A Jeep não oferece opcionais para a versão STD do Renegade, que não vem com central multimídia. É vendido nas cores sólidas sólidas vermelho Colorado e branco Ambiente, e as metálicas preto Carbon e prata Billet.

O motor é o 1.8 E.torQ 16V Flex, de 139 cv e 19,2 kgfm, que funciona com câmbio automático, de seis marchas, com tração apenas dianteira e rodas de aro 16, não é, entretanto, sinônimo da melhor economia de combustível, ante os rivais. Faz até 10 km/l e 12 km/l, na cidade e na estrada, respectivamente (Inmetro). O ponto negativo fica para o porta-malas de apenas 320 litros

3 – Ford EcoSport SE 1.5 12v MT: R$ 76.826

Ford
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Ford EcoSport SE tem motor econômico e bom nível de equipamentos, mas seu câmbio é o convencional de 5 marchas

A versão mais em conta do EcoSport tem entre os destaques o eficiente motor 1.5, de três cilindros, capaz de gerar 137 cv e 16,2 kgfm. Funcionando com câmbio manual de cinco marchas, faz até 11,6 km/l na cidade e 13,1 km/l na estrada (Inmetro). Interessante é que, mesmo sendo a versão de entrada, não deixa o “cesto” de equipamentos para trás.

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Essa versão também já conta com controles eletrônicos de estabilidade e tração, a direção tem assistência elétrica e a central multimídia Sync 3 com tela sensível ao toque e compatível com Android Auto e Apple Car Play, com seis alto falantes. O ponto negativo fica para o porta-malas de apenas 356 litros e com estepe na tampa traseira que abre para o lado direito, algo que pode penar um pouco na praticidade.

2 – Hyundai Creta Attitude 1.6 16v MT: R$ 74.850

Hyundai Creta
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Hyundai Creta Attitude poderia oferecer controle de estabilidade, presente em muitos de seus rivais

Com porta-malas de generosos 431 litros, traz uma boa quantidade de equipamentos. Entre eles, estão volante multifuncional, computador de bordo, sistema start-stop e ancoragem Isofix para fixação de cadeirinhas de bebê.

Além disso, conta com motor 1.6 de 130 cv e 16,5 kgfm, com câmbio manual de seis velocidades. Segundo o Inmetro, pode fazer até 10,4 km/l na cidade e 11,7 km/l na estrada. O pecado, na versão manual, está no fato de que o Creta não conta com controle de estabilidade.

1 – Renault Duster Zen 1.6 16v MT: R$ 69.088

Duster
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Renault Duster tem o maior espaço de malas e é o mais em conta entre os SUVs mais baratos do mercado

Eis que chegamos ao modelo mais em conta da nossa lista. Na recém chegada nova geração, o Renault Duster vem equipado com airbag duplo frontal, duas posições ISOFIX no banco traseiro, controle de tração e estabilidade e assistente de partida em rampa.

Além disso, o vencedor entre os SUVs mais em conta vem com direção elétrica, motor 1.6 16V de 120 cv e 16,5 kgfm, câmbio manual de cinco marchas, Indicador de troca de marcha, rodas de aço, entre outros. Segundo o Inmetro, faz até 11,8 km/l na cidade e na estrada, além de oferecer o melhor porta-malas ante os demais, com 475 litros.

Fonte: IG CARROS

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VW Gol GTI com turbo entrega 220 cv e mantém a essência original

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VW Gol GTI
Renato Bellote/iG

VW Gol GTI: aparência original, com pintura clássica Azul Mônaco, mas sob o capô fica o 2.0 turbo, de cerca de 220 cv, com 1 bar de pressão

Já falei algumas vezes na coluna sobre os hot hatches . Hoje chegou a vez de contarmos a história de outro modelo que teve uma trajetória de sucesso, se tornou um símbolo de carro-esporte e referência em desempenho no país no finalzinho dos anos 80 e também durante a década seguinte.

O “Salão do Automóvel” de 1988, como sempre, atraiu milhares de visitantes. Os apaixonados por carro foram em busca dos importados – ainda raros em nossas ruas – e que apareciam com destaque no pavilhão.

Mas a maior estrela do evento estava no estande da Volkswagen e provocou alvoroço na feira. O VW Gol GTI chamava a atenção pela tonalidade chamada de azul-mônaco, com pára- choques na cor cinza e rodas exclusivas, conhecidas como “pingo d`água”.

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A maior novidade estava debaixo do capô, já que o hatch foi o primeiro modelo nacional equipado com injeção eletrônica. O motor de 2 litros e 120 cv com 18,3 kgfm de torque era algo realmente diferente na época. Basta imaginar que o propulsor foi emprestado pelo Santana , um sedã mais pesado e familiar. A receita deu certo e logo conquistou a molecada.

VW Gol GTI
Renato Bellote/iG

Motor com turbo, filtro de ar esportivo e injeção Full Tech, mais moderna que a original LE Jetronic

O modelo traz um interior agradável aos olhos. O acabamento é um de seus pontos fortes. À primeira vista se destacam os bancos Recaro com costuras aparentes e regulagem de altura. Eles são envolventes e acomodam o corpo da forma que se espera em um modelo com sangue quente.

O carro da matéria recebeu uma turbina para aumentar pouco a potência. Pouco para os padrões de preparação atual, claro. Com aproximadamente 220 cv ele ficou na medida certa da diversão, com desempenho bastante atual. Guiando é possível perceber que ele tem fôlego para justificar a sigla.

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As acelerações no VW Gol GTI turbo são rápidas e o bloco de 2 litros permanece sempre cheio nas retomadas. Divertido. E a transmissão de cinco marchas, que traz a coifa de câmbio com acabamento em couro, ajuda no desempenho e é um ponto positivo dos modelos da marca até hoje. Até a semana que vem!

Fonte: IG CARROS

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