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Coronavírus afeta vendas de consórcio de motos no Brasil

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Consórcio
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Consórcio de motos diminui quase 15% no ano de 2020.

A pandemia do coronavírus continua afetando fortemente o setor automotivo. Entre os meses de janeiro à julho de 2020, as vendas de acordos no setor diminuíram em 10,7% em comparação ao mesmo período do ano passado. Os segmentos mais afetados foram os das motos e dos carros, respectivamente.

Apesar de serem os veículos automotores mais em conta, em termos gerais, o comércio e consórcio de cotas de motocicletas foi muito afetado durante a pandemia. Houve queda de 14,8% nas vendas — de 627 mil nos primeiros 7 meses do ano passado, para 524,5 mil neste mesmo período ano. 

Fábrica
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A produção de motos vem retomando forças após a suspensão das atividades, decorrente da pandemia

De acordo com informações divulgadas na quinta-feira, 27/08, pela Abac — Associação Brasileiras das Administradoras de Consórcio — o número de participantes ativos no consórcio de veículos caiu 1,6%, ficando em 6,11 milhões este ano. O volume de créditos negociados caiu 4,5%, baixando de R$ 46,64 bilhões para R$ 45,47 bilhões.

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As vendas de cotas de veículos pesados, como caminhões, máquinas agrícolas, implementos rodoviários, entre outros, já está voltando ao patamar normal desde junho. Segundo a entidade Abac, o número de adesões no segmento em julho já superou o de fevereiro,”sinalizando uma recuperação importante para um setor essencial neste momento de pandemia”.

Fonte: IG CARROS

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Projeto de lei quer tornar autoescola opcional para tirar a CNH

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Simulador de direção em Auto Escola
Gabriel Jabur/AgBr

Simulador de direção em Auto Escola


Uma proposta que tramita na Câmara dos Deputados prevê tirar a obrigatoriedade de frequentar uma autoescola para poder tirar a CNH (Carteira Nacional de Habilitação). Este é o ponto central do Projeto de Lei 4.474/2020, do deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP).


O deputado argumenta que a ideia de dispensar a autoescola é para tornar “menos burocrático e custoso” o processo da CNH. Atualmente, o candidato a motorista precisa cursar 45 horas de aulas teóricas em um CFC (Centro de Formação de Condutores) e ser aprovado em uma prova, para então seguir para as 25 aulas de direção em autoescola que precedem o exame prático.

Pela proposta, o candidato a motorista poderá optar por realizar a instrução teórica por conta própria, tendo apenas que ser aprovado no exame teórico — que deverá ser o mesmo dos condutores formados no CFCs — para ser autorizado para as lições práticas.

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Já as aulas de direção poderiam ser dadas por quaisquer motoristas, desde que habilitados há pelo menos cinco anos e que não tenham sido penalizados nos últimos cinco anos com suspensão ou cassação da CNH, ou que tenham sido processados ou condenado por crimes de trânsito.

Ainda pelo projeto, esses instrutores independentes teriam que se cadastrar nos órgãos de trânsito e precisariam fornecer a instrução em veículos devidamente identificados para tal. Como acontece atualmente com os carros de autoescola.

Fonte: IG CARROS

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