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Fiat Strada Endurance 1.4 CD: uma campeã mais modesta

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Carlos Guimarães/iG

Fiat Strada Endurance 1.4 CD: picape se mantém estilosa, mas com calotas e sem pintura nos para-choques e nos retrovisores

Depois de ter avaliado a “superstar” Volcano, versão topo de linha da Fiat Strada, passo para a mais em conta Endurance, com motor 1.4 Fire Evo no lugar do 1.3 Fire Fly e menos equipamentos de série. A diferença de preço entre as duas é de R$ 5 mil (R$ 74.990 ante R$ 79.990). Ambas têm cabine dupla e um dos principais atrativos da nova picape, a central multimídia, é opcional na mais simples como parte de um pacote de R$ 3.490.

Então, não resta dúvida de que se a ideia e ter um modelo de cabine dupla a melhor alternativa é a topo de linha Volcano, que vem com visual mais caprichado, bem equipada (inclusive, com o multimídia) e mecânica com melhor eficiência. Vamos às diferenças entre as duas versões. Logo de cara, a Endurance não vem com pintura nos para-choques e nem nas carcaças dos retrovisores.

No lugar das rodas de liga-leve da Volcano vão as de aço com calotas plásticas na Endurance, o que dá um aspecto bem mais simples. Mesmo assim, a Strada continua sendo estilosa, parecida com a Toro e com a bandeirinha da Itália estilizada no canto direito da grade dianteira. O espaço é igual nas duas, mas o acabamento é melhor na Volcano. Enrtretanto, a diferença fica por conta apenas de pequenos detalhes.

Um deles é o aplique preto brilhante e o revestimento de couro no volante Além disso, o tecido dos bancos é um pouco mais resistente na Volcano. Portanto, no interior, você não vai notar muita diferença entre as duas versões, principalmente se resolver optar pelo pacote que inclui a boa central multimídia com câmera de ré, oferecido como opcional na Endurance 1.4.

Fiat
Divulgação

Central multimídia continua sendo um dos principais atrativos da picape da Fiat

A principal diferença entre a Strada Volcano e a Endurance é mesmo a parte mecânica. Além do motor 1.3 Fire Fly render mais (109 cv e 14,2kgfm a 3.500 rpm ante 88 cv e 12,5 kgfm a 3.500 rpm), ainda é silencioso, sobe de giro com mais facilidade e consome mesmo combustível. Comforme os dados do Inmetro, com etanol, a 1.4 faz 8,3 km/l na cidade e 8,9 km/l na estrada, ante 8,4 km/l e 9,4 km/l da 1.3, respectivamente.

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Andando no dia a dia com a Strada Endurance 1.4, outra diferença é que o isolamento acústico pareceu um pouco menos caprichado e o ajuste dos retrovisores externos é manual. A suspensão continua sendo um dos pontos altos do carro. Mas, em piso irregular causa solavancos, embora aguente bem sem deixar a parte de baixo raspar em obstáculos, como valetas, rampas e lombadas

Não adianta nem pensar em se empolgar muito ao volante da Strada Endurance 1.4 CD. Com 13 kg/cv em relação entre peso e potência, a força disponível é apenas para ir do ponto A ao B, dentro dos limites de um utilitário. O câmbio de cinco marchas tem engates fáceis, mas poderia ser menos ruidoso em certas ocasiões. Nas curvas, o bom é que há controle eletrônico de estabilidade, mas não precisamos dele, já que a picape se mostrou equilibrada, mesmo com despretenciosos pneus 195/65R.

Para acelerar de 0 a 100 km/h, comforme a fabricante, são necessários 12,8 segundos, com máxima de 158 km/h, o que mostra que o negócio da Strada Endurance é cumprir o seu papel de utilitário. Aliás, pode levar 650 kg e 844 litros na caçamba, que ficou um pouco mais fácil de ser aberta com o novo sistema de amortecimento.

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Conclusão

Se quiser uma Strada de cabine dupla, é melhor é optar pela versão topo de linha Volcano, que tem visual mais caprichado, vem bem equipada, além de andar mais e gastar menos, por uma diferença pequena de preço. No caso da Endurance, o que vale mais a pena é a versão com cabine simples.

Ficha técnica

Preço: a partir de R$ 74.990

Motor: 1.4, quatro cilindros, flex

Potência: 88 cv (E) / 85 cv (G) a 5.750 rpm

Torque: 12,5 kgfm (E) / 12,4 kgfm (G)  a 3.500 rpm

Transmissão: Manual, 5 marchas , tração dianteira

Suspensão: Independente, McPherson (dianteira) / Eixo rígido (traseira)

Freios: Discos ventilados (dianteiros) / tambores (traseiros)

Pneus: 195/65 R15

Dimensões: 4,48 m (comprimento) / 1,73 m (largura) / 1,60 m (altura), 2,74 m (entre-eixos)

Tanque: 55 litros

Caçamba: 844 litros

Consumo etanol: 8,3 km/l (cidade) / 8,9 km/l (estrada)

Consumo gasolina: 11,7  km/l (cidade) / 12,4 km/l (estrada)

Fonte: IG CARROS

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Royal Enfield Interceptor 650 vira moto customizada em estilo “bobber”

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Royal Enfield Interceptor 650
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Royal Enfield Interceptor 650 “Regale”: estilo retrô e customizado deixa a moto com aspecto elegante e esportivo


Já conhecida pelo seu visual retrô, a Royal Enfield Interceptor 650 ganha uma cara ainda mais interessante graças ao trabalho executado pela customizadora indiana Eimor Customs, que modificou a moto no estilo bobber.


Para a criação dessa Royal Enfield Interceptor customizada, que ganhou o nome de Regale, o pessoal da Eimor praticamente reconstruiu a moto. Além de novos pneus, para-lamas e de um escape em aço inoxidável, o trabalho incluiu modificações no quadro da moto para a instalação de um assento mais curto e com espaço apenas para o piloto, o que exigiu também mudanças na fixação dos amortecedores traseiros.

Foi feita ainda a troca do guidão e a alteração da posição do filtro de ar e da bateria. Já o quadro de instrumentos foi trocado por um mostrador único, que foi adornado com detalhes em latão. Para completar o (belo) tapa no visual, a oficina instalou ainda compartimentos para ferramentas inspirados nas caixas de munição metálicas da época da Segunda Guerra Mundial.

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A Eimor não falou em modificações no conjunto mecânico da Royal Enfield Interceptor 650, que originalmente é composto por um motor bicilíndrico de 648 cm². Refrigerado a ar e dotado de injeção eletrônica, desenvolve 47,65 cv e é combinado a um câmbio de seis marchas. No Brasil, o modelo importado da Índia é oferecido a partir de R$ 24.990.

Fonte: IG CARROS

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