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Jeep Grand Wagoneer é revelado. Será o modelo mais luxuoso da FCA

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Jeep Grand Wagoneer: Modelo chega nos patamares de Range Rover Vogue, Cadillac Escalade e Lincoln Navigator

A FCA acaba de apresentar o seu modelo mais refinado: o Jeep Grand Wagoneer. Com sete lugares, será vendido primeiro nos Estados Unidos a partir do ano que vem. Para o Brasil, teremos uma versão de três fileiras do Compass, um carro previsto para ser lançado em 2021. Ao contrário do Jeep de sete lugares para o mercado nacional, o modelo norte-americano tem porte bem maior e se enquadra entre os SUVs grandes.

Curiosamente, a novidade marca o retorno do Jeep Grand Wagoneer , denominação do antigo top de linha da Jeep entre os anos 60 e 90, um SUV substituído pelo próprio Grand Cherokee . Muitos consideram ele o primeiro 4X4 de luxo, uma vez que ele foi lançado antes do Range Rover original.

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A Jeep afirma que o Grand Wagoneer ainda é conceitual, mas suas linhas parecem mais do que prontas. O design do SUV grande parece inspirado no modelo clássico, em aspectos como a grade com um ressalto logo acima. A quantidade de cromados se deve ao gosto do próprio norte-americano, remetendo também ao Jeep dos anos 60.

As laterais, por sua vez, são planas e têm janelas grandes, além de linha de teto sem caimento para abrir espaço para a terceira fileira de bancos e seus passageiros. As rodas aro 22 são destaques e podem ser mantidas no carro de produção. E, na traseira, encontram-se lanternas horizontais de LED, parecidas com a do Land Rover Discovery.

Por dentro, mais destaques, a começar pela quantidade de telas capaz de fazer inveja a muito mostruário de lojas de eletrônicos. O painel de instrumentos tem display de 12,3 polegadas. No painel, há central multimídia Uconnect 5 de 12,1 polegadas na parte superior e, logo abaixo, um outro visor de 10,25″ para controlar comandos do ar-condicionado, ajustes de banco e outros.

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Até o passageiro tem uma tela de 10,25 polegadas no painel para acessar o sistema de mídia e outros. Para quem vai atrás, há duas telas de 10,1. E o carro é cercado por sistema de som de 23 alto-falantes da McIntosh.

Como se não bastasse, o Jeep Grand Wagoneer aposta em acabamentos superiores ao do já luxuoso Grand Cherokee. Há couro marrom com costuras aparentes até no console. As formas do painel apostam em elementos tridimensionais. E os detalhes metálicos dão um jeito premium. Quanto ao motor, nada foi revelado. Mas é de se esperar uma motorização híbrida, além de um V6 e um V8.

Fonte: IG CARROS

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VW Gol GTI com turbo entrega 220 cv e mantém a essência original

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VW Gol GTI
Renato Bellote/iG

VW Gol GTI: aparência original, com pintura clássica Azul Mônaco, mas sob o capô fica o 2.0 turbo, de cerca de 220 cv, com 1 bar de pressão

Já falei algumas vezes na coluna sobre os hot hatches . Hoje chegou a vez de contarmos a história de outro modelo que teve uma trajetória de sucesso, se tornou um símbolo de carro-esporte e referência em desempenho no país no finalzinho dos anos 80 e também durante a década seguinte.

O “Salão do Automóvel” de 1988, como sempre, atraiu milhares de visitantes. Os apaixonados por carro foram em busca dos importados – ainda raros em nossas ruas – e que apareciam com destaque no pavilhão.

Mas a maior estrela do evento estava no estande da Volkswagen e provocou alvoroço na feira. O VW Gol GTI chamava a atenção pela tonalidade chamada de azul-mônaco, com pára- choques na cor cinza e rodas exclusivas, conhecidas como “pingo d`água”.

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A maior novidade estava debaixo do capô, já que o hatch foi o primeiro modelo nacional equipado com injeção eletrônica. O motor de 2 litros e 120 cv com 18,3 kgfm de torque era algo realmente diferente na época. Basta imaginar que o propulsor foi emprestado pelo Santana , um sedã mais pesado e familiar. A receita deu certo e logo conquistou a molecada.

VW Gol GTI
Renato Bellote/iG

Motor com turbo, filtro de ar esportivo e injeção Full Tech, mais moderna que a original LE Jetronic

O modelo traz um interior agradável aos olhos. O acabamento é um de seus pontos fortes. À primeira vista se destacam os bancos Recaro com costuras aparentes e regulagem de altura. Eles são envolventes e acomodam o corpo da forma que se espera em um modelo com sangue quente.

O carro da matéria recebeu uma turbina para aumentar pouco a potência. Pouco para os padrões de preparação atual, claro. Com aproximadamente 220 cv ele ficou na medida certa da diversão, com desempenho bastante atual. Guiando é possível perceber que ele tem fôlego para justificar a sigla.

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As acelerações no VW Gol GTI turbo são rápidas e o bloco de 2 litros permanece sempre cheio nas retomadas. Divertido. E a transmissão de cinco marchas, que traz a coifa de câmbio com acabamento em couro, ajuda no desempenho e é um ponto positivo dos modelos da marca até hoje. Até a semana que vem!

Fonte: IG CARROS

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