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Mercedes-Benz quer transformar seu futuro com elétricos

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A Mercedes-Benz divulgou um teaser com imagem da grade da minivan EQT
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A Mercedes-Benz divulgou um teaser com imagem da grade da minivan EQT

A Mercedes-Benz revelou na China a seu novo SUV EQB elétrico . Agora, no dia 10 de maio vai apresentar nos Estados Unidos a minivan EQT . No total quatro  novos modelos da linha EQ serão lançados em 2021 “como veículos elétricos que levam a nossa herança  e transformarão o nosso futuro”,  afirma a  montadora.

O segmento de utilitários está no topo da lista de mercado a ser eletrificado. O Mercedes-Benz EQT é uma minivan de passageiro elétrica “básica”. Por enquanto, a montadora divulgou um teaser chamando a atenção para o modelo que será revelado pelo skatista profissional americano Tony Hawk nos próximos dias.

Também no segmento de utilitários esportivos, há hoje uma forte tendência de eletrificados. O Mercedes-Benz EQB é um belo SUV elétrico compacto. Será uma opção de luxo na nova geração formada pelo Tesla Model Y , o Mustang Mach-E e o Audi Q4 e-tron

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A montadora alemã compara o novo EQB ao modelo a combustão GLB, cuja característica é oferecer um surpreendente espaço interno, além de suas dimensões mais compactas. Tem um espaçoso porta-malas de 1710 litros, graças à sua ampla distância entre eixos. O veículo pode acomodar até sete pessoas , incluindo dois assentos na terceira fila.  

O EQB é um elegante SUV compacto para concorrer na nova geração de utilitários esportivos elétricos
EQB

O EQB é um elegante SUV compacto para concorrer na nova geração de utilitários esportivos elétricos

O design do novo SUV compacto “interpreta o luxo progressivo do Mercedes-EQ de uma forma ousada e cheia de personalidade”, diz a empresa em comunicado à imprensa.

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Ele apresenta uma exclusiva  grade de painel preto com estrela central.  Uma faixa de fibra óptica horizontal conecta as luzes diurnas dos faróis full-LED. Os destaques de cor azul dentro dos faróis reforçam a aparência do modelo. 

O SUV EQB é carregado de tecnologia para assegurar segurança num veículo elétrico. A navegação inteligente ECO Assist, por exemplo, incorpora dados que calculam a rota mais rápida até o destino, incluindo paradas de carregamento necessárias.  Também realiza reconhecimento de sinais de trânsito e informações dos sensores do veículo relativo à eficiência do veículo, entre outras.

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Quando se trata de trem de força, a Mercedes-Benz estará oferecendo inicialmente um sistema de transmissão de cerca de 200 kW e uma bateria de 66,5 kWh. O consumo elétrico combinado é de 15,7 kWh/as 100 km; com zero emissão de CO2.

O SUV EQB apresenta muita tecnologia para gerenciar a navegação do veículo elétrico
EQB

O SUV EQB apresenta muita tecnologia para gerenciar a navegação do veículo elétrico

O EQB pode ser carregado em até 11 kW em tomada de corrente alternada usando o carregador integrado. No entanto, carregar com o equipamento  opcional Wallbox Mercedes-Benz externo  é consideravelmente mais rápido.

Segundo a Mercedes-Benz , os novos modelos EQ oferecem “espaço para muitas constelações familiares e uma ampla variedade de necessidades de transporte”.  Com eles, a montadora alemã estará  avançando rapidamente com a eletrificação como meta principal da marca.

Fonte: IG CARROS

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Toyota Hilux SRV 2021: quebrando preconceitos de picapes flex

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Toyota Hilux SRV 2021 surpreende pelo conforto e preço competitivo com motor flex
Cauê Lira/iG Carros

Toyota Hilux SRV 2021 surpreende pelo conforto e preço competitivo com motor flex

Sempre fui crítico das picapes médias com motores flex, mas encontrei motivos para reconsiderar algumas delas na Toyota Hilux SRV 2.7 4×4 2021. O modelo produzido em Zárate (Argentina) costuma figurar entre os mais vendidos do segmento – no “pau a pau” com a Chevrolet S10 –, mas será que vale a pena investir R$ 204.090 para abastecer com gasolina ou etanol?

Antes de responder, vamos dar uma olhada no catálogo da Hilux 2021 para o Brasil nas versões cabine dupla. O modelo de entrada é o SRV , disponível com trações 4×2 (R$ 189.390) e 4×4 (204.090). Em ambos os casos, o motor é 2.7 Flex, com câmbio automático, de seis marchas.

A versão STD (R$ 209.590) é a mais em conta com motor diesel, mas está disponível apenas com câmbio manual, de seis marchas. Em seguida, surgem os modelos SR (R$ 230.690), SRV (R$ 247.990) e SRX (R$ 276.490), todos com câmbio automático, de seis marchas e motor 2.8 turbodiesel. 

Entre o modelo SRV 4×4 Flex que avaliamos e a versão básica, a diesel, com câmbio automático, há um abismo de quase R$ 30 mil. Além disso, a versão SRV conta com câmera de ré, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, chave presencial, alarme antifurto, retrovisores rebatíveis e central multimídia com TV digital. Todos estes equipamentos não aparecem na versão SR diesel, que é mais cara.

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Um conselho muito comum entre os “picapeiros” é: esqueça a flex, compre a diesel. No caso da Hilux , a conta só não vai fugir do controle do cliente se optar por investir no modelo STD , que além de ter câmbio manual, não conta com diversos equipamentos. 

Se você mora na cidade e pretende usar a picape com frequência no dia a dia, a versão STD é muito “pé-de-boi” e abdica demais do conforto. Neste cenário, o modelo SRV Flex se torna interessante. Além de ser mais convidativa, por causa do preço, tem um pacote de equipamentos de respeito.

Pé na estrada

Aproveitei a folga durante a semana para percorrer mais de 300 quilômetros com a Toyota Hilux SRV 2021 , saindo da capital paulista com destino a Aparecida do Norte (SP), e depois retornando. Foram cerca de quatro horas e meia ao volante da picape média na Dutra.

A primeira característica que chamou atenção foi o silêncio na cabine. Apesar de ser um motor flex, de quatro cilindros, empurrando uma picape de quase duas toneladas, o conjunto é bem sutil e silencioso em velocidade de cruzeiro.

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A Hilux Flex desenvolve 163 cv e plausíveis 24,9 kgfm de torque a 4.000 rpm. De fato, o modelo exige um pouco mais de esforço em algumas situações, como subidas e retomadas, mas está longe de ser considerado “manco” na estrada.

O conjunto foi desenvolvido para privilegiar rotações mais baixas. Mantendo 120 km/h com o piloto automático ativado, o modelo gira em torno de 2.300 mil rpm, beneficiando o silêncio na cabine e o consumo de combustível. Em alguns momentos, a Hilux flex chegou a marcar o consumo instantâneo de 9,7 km/l de gasolina, no computador de bordo. 

Toyota Hilux 2021: Toyota Hilux 2021: interior com boa ergonomia e conforto de um SUV estão entre os méritos da picape
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Toyota Hilux 2021: Toyota Hilux 2021: interior com boa ergonomia e conforto de um SUV estão entre os méritos da picape

O tanque de combustível de 80 litros, ajuda na autonomia. Segundo o Inmetro, o modelo pode rodar até 648 km na rodovia, abastecido com gasolina. No etanol, a situação é sofrível, com média de 4,8 km/l na cidade e 6,9 km/l na estrada. 

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A ergonomia da Hilux SRV é ótima. A posição dos bancos e do volante permitem que o motorista dirija por muitas horas sem sentir qualquer sinal de cansaço ou dores nas costas e nos braços. A sensação é de guiar um SUV de porte médio.

A suspensão também merece elogios, com acerto bem macio, apesar de ser otimizada para o uso de carga. Segundo a Toyota , a caçamba pode levar 1.036 litros, com capacidade de carga útil de 980 kg.

Escolha por eliminação

Se você não liga para o pacote de equipamentos e tem R$ 230 mil sobrando para comprar uma picape, a Hilux SR com motor diesel pode ser uma escolha sem muitas vaidades. Quem tem o perfil de percorrer longos trajetos na estrada para trabalhar ou viajar pode se dar bem com a versão diesel de entrada, a STD , com câmbio manual.

Agora, se você não se enquadra em nenhuma das duas situações acima, a Toyota Hilux SRV 2021 com motor flex pode ser uma excelente (se não sua única) escolha. Vale contabilizar os gastos com combustível, seguro e o seu perfil de condução antes de bater o martelo. Modelos flex são menos visados, portanto, costumam ter coberturas mais em conta.

Ficha Técnica

Toyota Hilux SRV 2.7 Flex

Preço sugerido: R$ 247.990 Potência: 163 cv a 5.000 rpm Torque: 24,9 kgfm a 4.000 rpm Transmissão: automático, seis marchas, tração integral Suspensão: braços sobrepostos (dianteira), eixo rígido (traseira) Freios: discos ventilados (dianteira), tambor (traseira) Dimensões: 5,32 m de comprimento, 1,85 m de largura, 1,81 m de altura, 3,0 m de entre-eixos Caçamba: 1.036 litros Carga útil: 980 kg 0 a 100 km/h: 15 segundos Velocidade máxima: 165 km/h Consumo: 4,8 km/l (cidade) e 6,9 km/l (estrada) com etanol, 5,6 km/l (cidade) e 8,1 km/l (estrada) com gasolina. Seguro: R$ 7.454 (Minuto Seguros, homem, 40 anos, casado, que mora em São Paulo-SP)

Fonte: IG CARROS

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