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Peugeot 208 Griffe 2020: confira as primeiras impressões ao volante

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Carlos Guimarães/iG

Peugeot 208: desenho arrojado é o principal destaque, o que inclui filetes de LED até nos para-choques como se fossem garras de leão

Depois de sete anos e meio do lançamento do Peugeot 208 nacional, o Brasil recebe a nova geração do hatch compacto, agora fabricado na Argentina e não mais em Porto Real (RJ), onde continuam sendo fabricados outros modelos da PSA, entre os quais o Citroën C4 Cactus e o SUV 2008. Logo mais, virão novidades. Mas vamos logo ao novo hatch que acaba de chegar, cujas primeiras impressões a reportagem de iG Carros mostra a seguir.

Pelo menos por enquanto, tivemos acesso à versão topo de linha Griffe (R$ 94.990), que vem com o mesmo motor 1.6 flex das demais, pioneiro a dispensar o famigerado tanque auxiliar de partida a frio, mas que ficou defasado em relação aos 1.0, turbo, de três cilindros, de alguns rivais do novo Peugeot 208 , como Hyundai HB20, Chevrolet Onix e VW Polo.

Em um carro que inspira modernidade, o motor 1.6 flex, aspirado, destoa do conjunto. Nem tanto pelo desempenho, mas pelo grau de eficiência. O bom é que o câmbio automático (Aisin TF-71 SC) de seis marchas, funciona bem, embora não tenha hastes atrás do volante para trocas sequenciais, feitas apenas pela alavanca. Depois de movê-la para o lado esquerdo, toques para trás passam uma marcha adiante e, para frente, reduzem.

Pode parecer estranho, mas é o ajuste certo porque, ao frear, o corpo tende a ir para frente, seguindo o movimento das reduções. Mesmo com sem um motor moderno, o novo 208 mostrou ter um conjunto bem acertado. Um dos pontos que mais impressionam é o isolamento acústico. Pode acelerar que não há vibrações ou ruídos em excesso.

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Além disso, a suspensão do novo hatch compacto trabalha bem, garantindo boa estabilidade nas curvas, embora o carro merecesse rodas de aro 17 no lugar das de 16 polegadas montadas em borrachudos pneus 195/55R 16.

Como não é um exemplo de eficiência, o motor 1.6 flex (o mesmo do 208 anterior) tem desempenho apenas razoável. Faz o carro acelerar de 0 a 100 km/h em medianos 12segundos, com máxima de 190 km/h. Conforme o Inmetro, o consumo de etanol é de 7,7 km/l na cidade e 9,3 km/l na estrada.

Se economizaram no motor e em alguns detalhes de acabamento, como a pintura fosca em algumas partes não aparentes (como a parte interna da tampa do porta-malas), por outro lado, capricharam no quadro de instrumentos que fica bem diante dos olhos.

Conta com efeito 3D, que é interessante, mas não faz muita diferença na prática, além do aspecto futurista. E dá para personalizar a configuração das informações, mas faltou algo básico, como um ponteiro do pontagiros mais aparente.

Não há do que reclamar da posição de dirigir. Aliás, um dos pontos fortes do carro. O volante segue o padrão da dupla de SUVs 3008 e 5008, com as partes de cima e de baixo achatadas, Além disso, no painel ficam alguns comandos com desenho ousado, como se fossem teclas de um piano.

O aplique que imita fibra de carbono e o botão de partida também são destaques, assim como os bancos revestidos de couro que lembra Alcantara e com bons apoios laterais.

A central multimídia no meio de painel é compatível com Apple Car Play e Android Auto, tem tela de boa resolução, mas não conta com acesso à internet nativo nem pareamento sem fio, recursos que já estão aparecendo no segmento de compactos e que tendem a ser cada vez mais comuns. É um aspecto que a Peugeot deverá levar em consideração mais adiante, pelo menos.

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Na questão do espaço interno, o novo 208 não é dos melhores. Atrás, o túnel da estrura que fica no assoalho é alto e atrapalha a acomodação de três ocupantes atrás. Além disso, para quem tem mais de 1,75 m de altura deve raspar a cabeça no teto.E no porta-malas vão apenas 265 litros de bagagem. 

No caso da versão topo de linha avaliada, outro aspecto que chama atenção é o pacote de itens tecnológicos. Entre outros itens, há câmera com visão superior em 360° e o pacote semiautônomo de segurança, que inclui alerta de mudança involuntária de faixa, alerta de colisão, frenagem autônoma de emergência e assistente de farol alto com ajuste automático de facho.

Conclusão

O Peugeot 208 não terá vida fácil diante dos rivais. irá se apoiar nas questões do design arrojado, no aspecto moderno do cluster digital e no bom acerto do conjunto, apesar do motor 1.6 menos eficiente do que deveria. Também não é dos mais espaçosos e os preços podem assustar.

Ficha técnica

Preço: R$ 94.490 (Griffe)

Motor: 1.6, quatro cilindros, flex

Potência: 118 cv (E) / 115 cv (G) a 5.750 rpm

Torque: 15,5 kgfm  a 4.000 rpm

Transmissão: Automático, 6 marchas , tração dianteira

Suspensão: Independente, McPherson (dianteira) / Eixo de torção (traseira)

Freios: Discos ventilados (dianteiros) / tambores (traseiros)

Pneus: 195/55 R16

Dimensões: 4,06 m (comprimento) / 1,74 m (largura) / 1,45 m (altura), 2,54 m (entre-eixos)

Tanque: 47 litros

Porta-malas: 265 litros

Consumo etanol: 7,7 km/l (cidade) / 9,3 km/l (estrada)

Consumo gasolina: 11  km/l (cidade) / 13,2 km/l (estrada)

Fonte: IG CARROS

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Veículo autônomo de quatro rodas promete mudar mobilidade urbana

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Rolo Concept: funciona por meio de painéis solares, eletricidade, além de GPS e uma série de sensores e câmeras para se guiar

Além dos patinetes e bicicletas, um novo tipo de veículo individual deverá começar a fazer parte da paisagem urbana nos próximos anos. Trata-se do novo veículo elétrico, autônomo, de quatro rodas e compartilhado, conhecido como Rolo, que está ainda em fase de protótipo, mas prestes a ser feito em série.

O Rolo Concept funciona com baterias de lítio, recarregadas por painéis solares que ficam bem na frente do veículo. Portanto, não há necessidade de plugar na tomada para ter energia. Depois de estar a bordo, basta indicar no aplicativo do celular onde deseja ir que o modelo irá levá-lo, guiando-se por coordenadas de GPS e desviando de obstáculos processando informações captadas por sensores e câmeras.

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Imagine a cena: você pede para um veículo autônomo desse chegar até a porta da sua casa. Depois, não terá que se preocupar com trânsito. Pode ler um livro, terminar de tomar seu café, ou ajeitar os botões da camisa que em alguns minutos chegará ao seu destino sem gastar uma gota de combustível.

Agora resta saber quando o Rolo Concept vai começar a ser produzido e a rodar pelas cidades espalhadas pelo mundo. O veículo autônomo é uma idéia do projetista Alejandro Otálora, diretor do OneBot Design Studio, e deverá ajudar a vencer curtas distâncias como nunca se viu antes.

Fonte: IG CARROS

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