Carros e Motos

Yamaha MT-03 chega à linha 2021 com visual renovado, por R$ 25.490

Publicados

em


source
Yamaha
Divulgação

Yamaha MT-03 2021: Nov visual, traz novos faróis e corte redesenhado nas laterais, com uma nova entrada de ar

A Yamaha MT-03 acaba de ser renovada no Brasil, seguindo as alterações vistas no exterior em 2019. Com as novidades, o modelo parte de R$ 25.490 e ganhou um visual completamente renovado. Como na Europa, a naked de baixa cilindrada passa a contar com suspensões do tipo invertida na dianteira e luzes de LED. As alterações seguem as que foram vistas na sua “irmã” esportiva, a YZF-R3.

Como de costume, a Yamaha MT-03 segue as linhas vistas em MT-07 e MT-09, nakeds de alta cilindrada. Mas a renovação de seu visual acabou sendo ainda mais diferenciada que o do restante da linha. Isso porque recebe farol de LED, com a parte superior formada por dois filetes, e que se completam por um “canhão” na parte inferior, o que rendeu aspecto futurista.

Além disso, a Yamaha redesenhou as carenagens ao redor do tanque, dando uma característica mais robusta. O próprio compartimento de combustível também ficou mais largo, apesar de manter o volume de 14 litros. Seu painel deixa de ser misto de digital e analógico, tornando-se 100% digital de LCD. Do mesmo modo que a R3 recebeu melhorias em sua ciclística — na última atualização — a MT-03 também passa a utilizar suspensões do tipo invertida na dianteira.

Leia Também:  Renault Arkana volta a ser candidato a ser fabricado no Brasil, diz site

Esse tipo de suspensão é montada, literalmente, de cabeça para baixo na motocicleta, deixando o conjunto mais leve na região da roda, além de garantir mais firmeza no guidão. Seu motor segue o mesmo bicilíndrico de 321 cc de cilindrada, que rende 42 cv e 3 kgfm. Segundo a fabricante, o câmbio de seis marchas, por sua vez, é pensado para funcionar com suavidade e otimizar a agilidade da Yamaha MT-03 .

Fonte: IG CARROS

Propaganda

Carros e Motos

Cinco variações do Chevrolet Vectra que não tivemos no Brasil

Publicados

em


source

Lançado na Europa em 1988 como o substituto do Opel Ascona (como era conhecido o Monza no mercado europeu), o Opel Vectra acabou se tornando um produto internacional, sendo vendido também com as marcas Holden (Austrália) e Chevrolet (América Latina).

No mercado europeu, o modelo de porte médio-grande seria produzido em três gerações e ficaria em linha até 2008. No Brasil, o Vectra chegou em 1993, com produção na fábrica de São Caetano do Sul (SP). O modelo estava disponível apenas na carroceria sedã e com motores 2.0 de 8 e 16 válvulas.

Mas não tivemos por aqui a terceira geração do carro europeu, já que o nome Vectra acabou sendo usado entre 2005 e 2011 por um sedã e hatch baseados no médio Astra. Também passaram longe do Brasil outras variações de carroceria como a station wagon e a notchback , e os carros equipados com motores V6. Confira alguns Vectra que nunca chegaram às concessionárias brasileiras.

 1- Vectra Turbo 4×4

Opel Vectra Turbo 4x4
Divulgação

Opel Vectra Turbo 4×4: até mais interessante que o GSi que tivemos no Brasil, com motor aspirado de 150 cavalos, o mesmo do cupê Calibra


O Opel Vectra de primeira geração teve uma curiosa versão que combinava o sistema de tração 4×4 com uma versão turbo do motor 2.0 16V usado no GSi vendido no Brasil, que era capaz de desenvolver 204 cv.

Leia Também:  Volkswagen lança o SUV ID.4, que deve ser vendido no Brasil

Com este conjunto, o sedã acelerava de 0 a 100 km/h 6,8 segundos e atingia os 240 km/h. No Brasil, o Opel Vectra Turbo 4×4 ficou conhecido como o safety car do GP de San Marino de 1994, onde morreu o tricampeão de Fórmula 1 Ayrton Senna .

 2- Vectra Caravan

Vectra
Divulgação

Opel Vectra Caravan: a perua poderia ter vindo ao Brasil como um carro para família com apelo esportivo, diferente as minivans, como a Zafira


Uma das novidades da segunda geração do Vectra na Europa (onde foi lançado em 1995, um ano antes do Brasil) foi a carroceria Station Wagon.

Vendida com o nome de Vectra Caravan, seguiu como uma das opções da linha até o fim do modelo no mercado europeu.

3 – Vectra V6

Vectra
Divulgação

Opel Vectra i500: imagine o deleite que é assumir o volante desse belo sedã com o V6 roncando forte, algo que ficamos apenas na vontade


No mercado brasileiro, o Vectra de segunda geração foi oferecido com motores 2.0 e 2.2, de 8 ou 16 válvulas. Mas nenhum deles com mais de quatro cilindros.

Leia Também:  Cinco variações do Chevrolet Vectra que não tivemos no Brasil

Essa era uma exclusividade do modelo europeu. o 2.5 V6 era a opção mais potente da linha e chegou a ser oferecido na edição limitada i500, calibrado para desenvolver 195 cv.

 4 – Vectra “C”

Vectra
Divulgação

Opel Vectra “C” com essa pintura azul erada versão esportiva OPC, com desempenho de tirar o fôlego


A terceira geração do Vectra, conhecida também como Vectra “C”, foi mostrada na Europa em 2002, três anos antes do fim do Vectra “B” no Brasil.

Na época, uma das razões para a “não-vinda” desse carro ao mercado brasileiro foi o tamanho. Feito sobre uma nova base, o Vectra tinha se tornado um modelo de porte grande. A station Caravan era maior até do que a Chevrolet Omega Suprema feito no Brasil nos anos 1990.

 5 – Vectra “D”

Insignia
Divulgação

Opel Insignia ficou sofisticado demais para o mercado no Brasil, onde a GM deixou de ter modelos baseados na linha Opel alemã


Na Europa, o Vectra foi substituído em 2008 pelo Opel Insignia . Mas em alguns mercados da América Latina a General Motors decidiu seguir usando o nome Chevrolet Vectra no novo modelo.

Essa decisão do grupo americano fez com que, entre 2009 e 2011, houvessem dois Chevrolet Vectra à venda no mercado latino: o europeu Insignia rebatizado e o brasileiro baseado no Astra.

Fonte: IG CARROS

Continue lendo

MOMENTO POLICIAL

MOMENTO DESTAQUE

MOMENTO MULHER

MOMENTO PET

MAIS LIDAS DA SEMANA