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Yamaha TX 650, a substituta

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A Yamaha TX 650A de 1974
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A Yamaha TX 650A de 1974

Semana passada contei a história da Yamaha XS 650 , que chegou em 1969, já como modelo 1970, como XS-1A, no ano seguinte passou a ser a XS-1B e, em 1972, se tornou a Yamaha XS-2. A forte vibração do motor bicilíndrico era sua característica principal, uma vez que os dois pistões, defasados em 360o, subiam e desciam simultaneamente (com uma combustão a cada volta). Em 1973, a 650 da Yamaha mudou completamente, amenizando o problema da vibração e ganhando um visual bem mais moderno.

De tão boa que ficou, a Yamaha mudasse seu nome, que deveria ser XS-2B, para TX 650 e a incluísse na nova família TX da marca, junto às novas TX 500 e a TX 750, também bicilíndricas de quatro tempos. A Yamaha TX 650 de 1973, então, ganhou um novo tanque de combustível, mais bonito e de maior capacidade, e uma nova lanterna traseira, inaugurando a era das Yamaha com as belas lanternas traseiras redondas. Só que a nova Yamaha TX 650 era boa demais para continuar fazendo parte dessa tão problemática nova família de motocicletas.

Em 1974 chegou a nova Yamaha TX 650A, que trouxe muitas muitas novidades. Os aros das rodas passam a ser de alumínio, o tanque de combustível aumentou ainda mais, combinando com as novas tampas laterais, os escapamentos ficaram mais altos e encorpados e velocímetro e conta-giros foram incorporados a um belo e único painel de instrumentos, que agrupa também as luzes indicadoras. Uma delas, em especial, acendia quando a lâmpada de freio queimava. A forte luz vermelha irritava tanto o piloto, principalmente à noite, que o melhor mesmo era substituir o mais rapidamente possível a lâmpada que queimava.

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A maior mudança na TX, no entanto, em relação às primeiras XS, foram os novos quadro tubular e balança traseira. Isso praticamente resolveu o problema de estabilidade da qual até então essa motocicleta sofria. De tão melhor que ficou em relação às versões anteriores, desta vez o sucesso foi total. Realmente a Yamaha TX 650A era uma delícia na estrada, muito confortável para uma viagem descompromissada.

A partir de 1975, face ao fantástico fracasso daquela nova linha TX (TX 500 e TX 750, descontinuadas nesse mesmo ano), a Yamaha tratou rapidamente de desvincular a sua excelente 650, agora uma “senhora” motocicleta, da imagem das outras duas, renomeando-a novamente como XS. Assim, aquela que deveria ser a Yamaha TX 650B passou a ser a Yamaha XS 650B, exatamente como a TX-A mas com novos grafismos e cores.

Em 1976 veio a Yamaha XS 650C, em 1977 a XS 650D, XS 650E em 1978 e a última da série, a XS 650F, veio em 1979. A partir daí, As Yamaha 650 passaram a compor a série “Special”, incorporando cada vez mais elementos estéticos dos modelos custom, bem adequados ao seu maior mercado, os Estados Unidos. A última dessa série foi lançada em 1985.

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Atualmente, graças à longevidade de seu motor bicilíndrico, as Yamaha XS/TX que não puderam se manter na originalidade são as preferidas para basear modelos especiais, como as bobber e as café racer. De qualquer forma, seja lá qual for a transformação por que passem, as velhas e queridas Yamaha XS 650 ainda mantém a aura que as fizeram tão populares.

Fonte: IG CARROS

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Obrigatoriedade do ESP em todos os carros brasileiros é adiada para 2024

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Sistema ESP
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Sistema ESP evita que o carro derrape em mudanças em mudanças repentinas de direção ou em pisos escorregadios


Quem esperava ver em breve os controles eletrônicos de tração e estabilidade em todos os carros vendidos no Brasil, agora terá que esperar mais um pouco. Atendendo ao pedido dos fabricantes de veículos, o Contran (Conselho Nacional de Trânsito) adiou de 1º de janeiro de 2022 para 1º de janeiro de 2024 a obrigatoridade dos sistemas de segurança em todos os carros de passeio fabricados no País.


O adiamento está na Resolução nº 799 do órgão, que foi publicada no Diário Oficial da União no último dia 27 de outubro. Pelo texto, a adoção do pacote eletrônico, também conhecido por siglas como ESC e ESP , passa a ser feita de maneira escalonada nos carros de passeio, com 50% da produção passando a incorporar a tecnologia já em 1º de janeiro de 2023. No caso dos veículos comerciais, o prazo final passou de janeiro de 2023 para janeiro de 2025.

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“O adiamento dos prazos de instalação de alguns novos itens de segurança, sugerido pela Anfavea, foi compreendido pelos conselheiros do Contran como inevitável, dado o atraso no cronograma de desenvolvimentos, testes, homologações e treinamentos provocado pela pandemia do novo coronavírus”, destacou em nota a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores).

Ainda segundo o comunicado da associação que reúne as montadoras, “mesmo com a retomada dos trabalhos após uma paralisação no auge da quarentena, o ritmo ainda vem sendo afetado pelos protocolos sanitários nas fábricas, laboratórios e campos e provas, e também pelo afastamento de profissionais de grupos de risco ou reduções de jornada provocadas pela MP 936”.

Não foi adiado apenas o ESP

DRL
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Além do ESP, o DLR, ou a luz diurna de posição também teve a obrigatoriedade adiada em um ano, para 2024

Vale destacar que o equipamento segue sendo obrigatório novos projetos de automóveis lançados no Brasil desde janeiro deste ano. Também não há impeditivo para que os fabricantes se antecipem à implantação do equipamento em toda a sua linha de produtos.

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Outro ponto a ser destacado é que o sistema de controle eletrônico de establidade (ESP) não é tão simples de ser instaldo, uma vez que exige que o modelo venha com a última geração dos freios ABS , o que alguns modelos feitos no Brasil ainda não têm. Portanto, torna-se necessário mudar toda a arquitetura eletrônica dos carros.

Além do ESP , a resolução mexe também com os prazos limite para a adoção das DRL (luzes de circulação diurnas) e para a adoção de novas normas de proteção para os ocupantes em impactos laterais em todos os veículos comercializados no Brasil, que passam de janeiro de 2023 para janeiro de 2024.

Fonte: IG CARROS

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