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Casal faz casamento por chamada de vídeo para 300 convidados

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Juntos há oito anos, Ben Jackson e Sophie Austin, de Londres, Inglaterra, ficaram noivos em 2018 e estavam com o casamento marcado para o último sábado. No entanto, devido ao isolamento por conta da pandemia, a festa precisou ser adiada para setembro. 

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Reprodução/The Sun

O casal britânico precisou adiar o casamento por conta do coronavírus, mas celebrou a união no Zoom – ferramenta de chamadas de vídeo

Diante das adversidades, o casal encontrou uma saída para fazer uma cerimônia e de fato se casar, mas com o detalhe de que os convidados acompanhariam tudo isso online.

Ben e Sophie fizeram uma cerimônia sozinhos em casa e transmitiram tudo no Zoom , uma ferramenta de chamadas de vídeo . Ao The Sun , eles contam que cerca de 300 pessoas acompanharam a celebração.

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Reprodução/The Sun

Mais de 300 pessoas acompanharam a transmissão online do casamento

“Foi absolutamente incrível”, fala Sophie. Ela diz que o fato de ter acontecido dessa forma focou no que realmente era importante naquele momento: “Nós dois dizendo os votos um para o outro”. “Mesmo que não estivesse todo mundo aqui, foi mais íntimo e especial”, aponta.

“Foi bom fazer uma festa online e ver muitas pessoas. Isso mostra como o Zoom é bom nesse momento”, continua.

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Reprodução/The Sun

O casal fez os votos de amor e cortou um bolo para celebrar a união

Sobre a celebração, ela conta que o casal declarou os votos um para o outro na sala e depois cortaram um bolo para comemorar. Sophie ainda fala que usaram roupas formas – apesar de não ter conseguido buscar seu vestido de noiva a tempo – e que os convidados seguiram o mesmo traje.

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Reprodução/The Sun

Quando a quarentena acabar, o casal vai formalizar a união em um cartório e fará a festa de casamento em setembro

O casamento foi simbólico. Quando a quarentena acabar, Bem e Sophie precisam concluir o processo legal e assinar os papéis para de fato se casar.

Fonte: IG Mulher

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Hashtags sobre abuso viralizam na web: saiba como fazer um #exposed seguro?

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Desde o surgimento do movimento #MeToo, em outubro de 2017, que trata de denunciar agressões físicas e sexuais nas redes sociais, muitas mulheres tomaram coragem para expor os seus casos pessoais de abuso.

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Pexels/Mikoto.raw

Hashtags sobre abusos sexuais e físicos têm viralizado nas redes sociais

Leia também: Ela levou 7 facadas do ex-marido: “Sem ter o que fazer, ele descontava em mim”

Nesta quinta-feira (28), as hashtags #ExposedLondrina e #ExposedCuritiba ficaram no Trend Topics do Twitter como os assuntos mais comentados do dia. Muitos relatos foram compartilhados sobre abusos familiares e até ameaças dos agressores. Mas você sabia que identificar os abusadores pode ser classificado como crime?

*esses textos podem provocar gatilhos relacionados à temática

Para explicar um pouco sobre como fazer um exposed seguro sem ser processada, a advogada especialista em direitos da mulher Ana Paula Braga dá algumas dicas.

“Nesses casos [de exposed nas redes] tem um conflito de princípios constitucionais. Ao mesmo tempo que a Constituição garante a liberdade de expressão, ela também garante a honra e a privacidade, e esses dois entram em conflito nesse cenário. A pessoa que foi exposta pode recorrer à Justiça por danos morais na esfera civil ou com processo criminal por injúria, difamação ou calúnia”, explica Ana Paula.

De acordo com a advogada, o recurso mais usado pela defesa dos agressores é o de calúnia, que é a imputação falsa de um crime. Geralmente isso ocorre após relatos de violência sexual ou violência doméstica .

Apesar de precisar ter cuidados ao expor nas redes sociais, Ana Paula incentiva que as mulheres continuem com o ato. “Esse movimento de hastag tem um poder de empoderamento feminino muito grande e rompe o silêncio. Para preservar as vítimas, o ideal é fazer um relato de forma a não violar a honra de outra pessoa, trazer para mais para a sua história e não do agressor. Não exponha o nome, ou elementos que o especifique, como escola onde estuda e etc., existem truques para continuar os relatos e eles são importantes”, alerta.

O que fazer após sofrer um abuso sexual ou físico?

É importante que toda a agressão física e sexual seja reportada às autoridades. É de conhecimento geral que esse não é um processo fácil , não é uma atitude fácil de ser tomada, mas é necessária. Segundo Ana Paula, fazer um boletim de ocorrência na polícia após o ato irá te resguardar de ser acusada de calúnia.

“A Polícia Civil vai investigar, abrir um inquérito e seguir com o caso. Minha dica é que a mulher procure assessoria jurídica nesse momento. Não é obrigatório, mas existe essa recomendação porque a delegacia não é um ambiente acolhedor e, assim, ela terá um suporte”, explica.

Leia também: “Tive que sair de madrugada com meu filho no colo por medo dele”

Para as mulheres que não tem condições de pagar um advogado particular, a Defensoria Pública presta assistência gratuita e integral. “É importante ressaltar que as mulheres não tenham medo, não se calem. É importante romper o silêncio, mas de forma segura”, finaliza a advogada.

*Para denunciar abuso sexual e físico contra crianças e adolescentes Disque 100 (atendimento diário das 8h às 22h – inclusive feriados). Para violência contra mulher Disque 180 (atendimento 24h).

Fonte: IG Mulher

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Como falar com os filhos sobre um assunto delicado?

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“Meu filho é muito pequeno e não vou assustá-lo mostrando a gravidade do coronavírus e todo o sofrimento que vêm ocorrendo no mundo”, é o que muitos pais e mães pensam. Mas, antes de  decidir “poupar” seu filho das más notícias , lembre-se que estamos falando do mundo real, de riscos reais. E, nesse caso, silêncio e o segredos não protegerão nossas crianças.

mãe conversando com filhos
Arquivo pessoal

Mesmo quando o assunto é complicado, é melhor falar com os filhos do que mascarar a realidade


Mas como falar com os filhos sobre um assunto tão delicado? Pra começo de conversa, é importante saber que os detalhes sobre a situação a qual estamos vivendo , com o coronavírus e todos o isolamento social no mundo, vai depender da idade de cada criança. Se seu filho é pequeno, menos de 4 ou 5 anos, o ideal é começar o assunto perguntando o que ele já sabe. Vá descobrindo até onde ele entende o que está acontecendo e fale sempre a verdade, claro que com as explicações respeitando a idade da criança.

Você não tem resposta para tudo? Bem-vinda ao mundo dos normais: ninguém tem. E tudo bem. Você não precisa ter todas as respostas . Sobre o que vai acontecer depois disso tudo, por exemplo, você pode dizer “nós não sabemos, mas acreditamos que…”.

O importante é que seu filho entenda o que está se passando e que ele tenha esse espaço para conversar e falar dos seus medos . Não precisa amenizar tudo, tá mãe? Não precisa dizer que essa pandemia não é nada de mais e que não precisa sentir medo. Explique que ter medo é normal e que até você também sente. A gente falou sobre isso no texto passado, não foi? Sobre falar dos seus sentimentos também para a criança. Isso ajuda na identificação dos sentimentos dele próprio.

Leia também: Desobediência, birras e gritos: entenda as reações de seu filho no isolamento

Você não está sozinha nessa, mamãe. Todas nós estamos no mesmo barco e dentro da mesma tempestade. Já está tudo bem difícil para crianças e adultos. Se o assunto sobre o isolamento social, a Covid-19 e tudo isso que estamos passando surgir – e é importante que surja – termine com um clima bom.

Depois de falar com os filhos , procure fazer alguma coisa divertida com as crianças. Isso vai ajudar a passar mais segurança e trazer a leveza tão necessária nesse momento. Para eles e para você.

Fonte: IG Mulher

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