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Cedae é multada por falta de água durante incêndio no Museu Nacional

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Agência Brasil

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Incêndio do Museu Nacional aconteceu em 2018.

A Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio (Agenersa) multou a Companhia Estadual de Águas e Esgotos ( Cedae ) em R$ 5,6 milhões pela falta de água nos hidrantes no entorno do Museu Nacional, durante incêndio ocorrido em 2 de setembro de 2018. A decisão foi julgada nesta terça-feira (18) e passa a valer assim que for publicada no Diário Oficial do Estado. A Cedae poderá recorrer.

Foi constatada ausência de manutenção bem como falta ou baixa pressão de água nos hidrantes instalados no entorno do Museu Nacional, o que inviabilizou o uso pelo Corpo de Bombeiros durante o incêndio. De acordo com a legislação sobre o assunto, a responsabilidade da manutenção, vazão e pressão da água é da Cedae, bem como a instalação, manutenção e operação dos hidrantes urbanos.

Leia mais: Pedido de impeachment de Witzel é protocolado na Alerj

“No dia do incêndio, foi constatado pelo Corpo de Bombeiros que nenhum dos seis hidrantes de coluna estava com carga de água suficiente para os serviços de combate ao incêndio do Museu Nacional.

Verificamos que o funcionário da Cedae, ao chegar com sua equipe oferecendo ajuda aos bombeiros, foi-lhe solicitado a pressurização dos hidrantes no entorno do Museu e sua resposta foi no sentido de não ser possível devido a problemas técnicos”, explicou na decisão o conselheiro relator Silvio Carlos Santos Ferreira.

Procurada, a Cedae ainda não se posicionou sobre a decisão.

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Nacional

Negada prisão domiciliar a ex-deputado condenado na Lava Jato

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Agência Brasil

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Carlos Alves Moura

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou pedido de prisão domiciliar ao ex-deputado federal Nelson Meurer (PP-PR)


O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou, nesta segunda-feira (6), o pedido de prisão domiciliar ao ex-deputado federal Nelson Meurer (PP-PR), condenado pela Corte a 13 anos e 9 meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro na Operação Lava Jato. 

A defesa de Meurer pediu que o ex-parlamentar deixe a prisão em função da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Segundo os advogados, ele tem 78 anos e doenças crônicas, estando no grupo de risco de contagio da doença.

Ao analisar o caso, o ministro disse que o presídio de Francisco Beltrão (PR), onde Nelson Meurer está preso, não está superlotado e tem equipe de saúde para atender os detentos. 

Em maio de 2018, o ex-parlamentar foi condenado pela Segunda Turma do STF por receber R$ 4 milhões em vantagens indevidas oriundas da Petrobras. 

No julgamento, a defesa afirmou que não há provas de que o deputado tenha dado sustentação política ao ex-diretor Paulo Roberto Costa na Petrobras e que tenha participado dos desvios na estatal. Segundo o advogado, a denúncia foi baseada em presunções da acusação. Para a defesa, o ex-deputado não pode ser acusado somente por ter sido líder do PP em 2011, por seis meses, e ter sido amigo do ex-deputado José Janene, morto em 2010, e acusado de participar da arrecadação de propina para o partido.

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Nacional

Covid-19: 71% dos brasileiros deixaram de frequentar pontos de lazer

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Shutterstock

Cena de uma Avenida Paulista cheia só deve voltar a acontecer dentro de alguns meses


Na última sexta-feira (03), o Google lançou a primeira versão de um levantamento que vai ajudar na detecção de tendências de movimentação das pessoas durante a pandemia da Covid-19. O principal objetivo é auxiliar as autoridades no combate à doença. 

As informações contidas no relatório são agregadas e anônimas, detectanbdo, ao longo do tempo, lugares como pontos de lazer, comércios, terminais de transporte, locais de trabalho e áreas residenciais. 

Segundo os dados, lugares que oferecem lazer, como restaurantes, cafés, shoppings, museus, livrarias e teatros tiveram, em média, uma queda na movimentação de 71% em todo o país. Os Estados do Pará e de Tocantins s]ao os que mais se movimentaram (-61%), enquanto que Santa Catarina foi a região que menos frequentou pontos de lazer, com uma diminuição de 80%.

Mas a ida a locais como supermercados e farmácias mantiveram maior frequência, um fato já previsível. A diminuição da presença nesses locais foi, em média, de 35% no país. Novamente, Santa Catarina se mostrou como o Estado mais responsável no quesito isolamento social e apresentou a maior queda de mobilidade nestes locais (-48%).

O levantamento do Google ainda aponta que a população brasileira diminuiu, em média, 62% a frequência em terminais de transporte, 34% em locais de trabalho e 70% espaços públicos como parques, praias e praças.

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