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Cerveja vendida nos bloquinhos de SP é até 48% mais cara do que em supermercados

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As ruas de São Paulo já estão tomadas pelos blocos de carnaval e vendedores de cerveja

Um levantamento da Associação Paulista de Supermercados (Apas) aponta que o consumidor que deixar de comprar sua cerveja nas ruas durante os blocos de carnaval de São Paulo, optando por adquirir a bebida em supermercados, pode pagar quase a metade do preço

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Segundo a Apas, que fez o levantamento junto à Prefeitura e patrocinadora oficial do carnaval de São Paulo, o preço praticado por vendedores oficiais das bebidas alcoólicas durante a folia apresenta formatação de três latas de 269 ml por R$ 12, ou seja, R$ 4 por lata .  

Uma análise comparativa com o valor encontrado nos supermercados no Centro, Zona Leste, Norte, Sul e Oeste da capital paulista mostra que o folião que optar comprar no supermercado pode economizar por unidade até 47,7%, uma diferença de quase metade do preço.

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A Apas fez uma simulação e concluiu que o consumidor que beber 10 latas deixará de gastar R$ 13, somando o consumo em três dias de carnaval, a economia pode chegar em R$ 40 . Com este valor, é possível comprar um fardo de 15 unidades de 269 ml que custa, em média, entre R$ 34 e R$ 36, e ainda sobra.

Crescimento de vendas

A Apas prevê em 2020 um aumento de vendas reais (descontada a inflação) para o Carnaval de 2,5% na comparação com 2019. A maior perspectiva de vendas está nas bebidas destiladas e carnes.

Entre as bebidas alcoólicas, a expectativa dos supermercadistas é que a venda de destilados supere a cerveja, 8,1% e 7,3%, respectivamente. Outros itens que envolvem o churrasco como o gelo, carvão e cortes típicos bovinos devem registrar aumento de vendas acima de 6,5%, avalia a associação.

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“Teremos um Carnaval com preços contidos neste ano. Os produtos não devem sofrer aumentos. No caso das carnes bovinas típicas de churrasco o preço deve se manter após a queda de 5% registrada em janeiro. Já nas bebidas, a vodka deve apresentar o maior aumento entre as bebidas alcoólicas”, explica Thiago Berka, economista da Apas.

A pesquisa com os supermercadistas aponta ainda que durante o Carnaval, se os termômetros subirem, a venda de sorvetes pode registrar 50% acima da média diária.

Independente da temperatura, o esperado é que a venda da sobremesa gelada em relação ao ano passado seja maior em 7,5% , sendo o foco nas marcas de segunda linha, encontrado em minimercados.


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PT vai ao Supremo para liberar saque do FGTS aos trabalhadores devido à pandemia

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Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Partido dos Trabalhadores (PT) deu entrada na ação na última sexta-feira (3)

Uma ação do Partido dos Trabalhadores (PT) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a liberação dos saques do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) durante a pandemia do Covid-19, novo coronavírus.

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A intenção da sigla é fazer com que a Corte tenha o entendimento de que o estado de calamidade púlica reconhecido pelo governo deve autorizar o levantamento dos recursos das contas de FGTS sem a necessidade de edição de regulamento específico e autorizativo do saque pelos trabalhadores. A Ação Direta de Incostitucionalidade ao Supremo Tribunal Federal foi protocolada na noite da sexta-feira (3).

O argumento sustentado inicialmente pela petição tem como argumento que a legislação instituidora do FGTS permite a movimentação de valores pelo empregado em situações específicas e em outras excepcionais, que incluem a de calamidade pública “oriunda de desastre natural”. No entanto, não ficou instituída qual seria a ciscunstância de grave calamidade pública.

O Partido dos Trabalhadores considera que na atual crise do coronavírus, o Covid-19, deveria ser possível realizar o saque. “Há de se reconhecer incompatível atualmente com a Constituição Federal a expressão ‘conforme disposto em regulamento’ (que consta no decreto que instituiu o FGTS ), ao menos no sentido de que a ausência de regulamento autorizando o saque em casos de calamidade impede o saque para necessidade pessoal”, diz a sigla.

Projetos de lei que visa permitir aos trabalhadores a utilização do FGTS para mitigar os efeitos econômicos da pandemia do Covid-19 estão em tramitação no Congresso, segundo indica a ação do PT . A legenda, contudo, considera desnecessária qualquer alteração na legislação.

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“A lentidão do governo federal e a real probabilidade de que o valor liberado seja insuficiente aos trabalhadores motivaram o Partido Político do Trabalhadores a buscar nesta Corte a liberação do FGTS “, argumentou o partido.

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GM propõe redução de salários em fábrica de São José dos Campos

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Agência Brasil

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Montadora pretende utlizar Medida Provisória 936

Após quatro rodadas de negociações com o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos (SP), a General Motors propôs, no último sábado (4), a suspensão dos contratos de trabalho com redução de salários, por meio da Medida Provisória 936, no complexo industrial da montadora na cidade.

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A proposta final será submetida à votação eletrônica dos metalúrgicos, em data a ser divulgada nos próximos dias. Se aprovada, a medida irá atingir 90% dos trabalhadores do complexo industrial de São José dos Campos.

Apenas 100 ficarão na fábrica e não serão impactados pela medida; outros 42 trabalharão em regime de home office. A planta possui cerca de 3.800 funcionários.

A liberação dos trabalhadores neste momento é necessária para a prevenção ao novo coronavírus (Sars-Cov-2). Por enquanto, todos estão em férias coletivas, que terminam no dia 12.

MP 936: Saiba como ficam plano de saúde e outros benefícios

O Sindicato defendeu, na mesa, a estabilidade no emprego por um ano e licença remunerada ou  layoff  sem redução salarial. A empresa não aceitou.

“A MP 936 está muito aquém do que os trabalhadores precisam, e mais atrapalha do que ajuda. A GM não tem porque cortar salários, mas foi irredutível na mesa de negociação”, afirma o vice-presidente do sindicato, Renato Almeida.

“Como o sindicato é uma entidade que segue a democracia operária, vai submeter a proposta à decisão dos trabalhadores. Eles decidirão se aceitam ou não a proposta”, concluiu o dirigente.

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