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Chevrolet Onix Plus aparece como sedã mais vendido do mês; veja ranking

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Chevrolet Onix Plus: mesmo depois do megarecall o sedã logo superou os rivais com bastante facilidade

As vendas de automóveis e comerciais leves de novembro mostram mudanças importantes no ranking, de acordo com o balanço divulgado pela Renavan. Em geral, o volume vendido no mês ficou em 230.992 unidades, o que é 4,2% menor que os 241.172 de outubro por causa do menor números d dias úteis. Mas o que mais chama atenção está na lista dos 10 primeiros colocados.

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A principal surpresa fica por conta do sedã compacto Chevrolet Onix Plus , que já no segundo mês complete de vendas aparece como modelo mais vendido do segmento, conforme o Renavan, com 8.092 unidades, bem na frente do principal concorrentes, o VW Virtus, apenas o 17° colocado, com 4.204 unidades. Mesmo com o megarecall, o sedã da GM se saiu bem no mercado.

A terceira posicão do Fiat Argo na lista geral também é outro destaque. Foram 8.270 unidades, o que é próximo das 8.946 do Ford Ka , que ficou em segundo lugar, atrás apenas do Chevrolet Onix hatch, que continua liderança com bastante folga e vai se tornar o carro mais vendido no Brasil pelo quinto mês seguido. Ainda entre os hatches compactos, o Hyundai HB20 da nova geração mostra sinais de que não consiga o mesmo sucesso da anterior, conseguindo somente o 5° lugar com 8.050 unidades.

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Portanto, os cinco primeiros lugares do ranking exceto o Onix , ficaram todos na casa das 8 mil unidades. Logo abaixo desse patamar vem o VW Polo, com 7.112, aparecendo na frente do VW Gol (6.572). Depois vem o SUV T-Cross, com 6.256 unidades, superando o líder de vendas entre os SUVs compactos, o Jeep Renegade (6.233), mostrando que a VW foi uma das marcas que se saiu melhor nas vendas de novembro. Veja abaixo como ficou o ranking dos 10 carros mais vendidos no mês, segundo o Renavan.

1 – Chevrolet Onix: 19.183

2 – Ford Ka – 8.946

3 – Fiat Argo – 8.270

4 – Chevrolet Onix Plus – 8.092

5 – Hyundai HB20 – 8.050

6 – VW Polo – 7.112

7 – VW Gol – 6.572

8 – VW T-Cross: 6.256

9 – Jeep Renegade – 6.233

10 – Renault Kwid – 6.009 

Fonte: IG CARROS

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Novo Mercedes-Benz GLA estreia mais espaçoso e tecnológico

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Mercedes-Benz GLA ganha sistema de inteligência artificial MBUX em sua nova geração

A Mercedes-Benz apresentou oficialmente nesta quarta-feira (11) o novo GLA. A nova geração do menor SUV da marca alemã chega trazendo novas tecnologias e dimensões mais generosas.

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Embora seja 14 mm mais curto do que o GLA atualmente no mercado (4,410 m), o SUV de nova geração ficou 30 mm mais largo (1,834 m), 104 mm mais alto (1,611 m) e ganhou 30 mm no entre-eixos (2,729 m). De acordo com a montadora, além do maior espaço para a cabeça nos bancos dianteiros, a área para as pernas dos passageiros do banco traseiro também aumentou.

Junto do sistema multimídia inteligente MBUX, já visto no Brasil em modelos como o novo Classe A (com o qual compartilha a plataforma), o GLA ganhou também novos sistemas autônomos de assistência ao motoristas, permitindo ao veículo, por exemplo, executar manobras evasivas para evitar acidentes.

Outra novidade é o modo “Lava Rápido”, lançado inicialmente no irmão maior GLS. Com um comando, o veículo dobra os retrovisores, fecha o teto-solar, o limpador de para-brisa é desligado e o sistema de recirculação de ar é acionado. Já o sistema multimídia passa a exibir as imagens da câmera dianteira.

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As vendas na Europa estão marcadas para começar até o fim do 1º semestre de 2020. Mas a marca já divulgou as motorizações a gasolina para o modelo. A versão inicial do SUV é a GLA 200, que traz um motor 1.3 turbo de quatro cilindros e 163 cv. Combinado a um câmbio automatizado de sete marchas e dupla embreagem, permite ao GLA acelerar de 0-100 km/h em 8,7 segundos e atingir os 210 km/h de velocidade máxima.

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Já a versão AMG é a GLA 35 4Matic. Equipada traçãi integral e um motor 2.0 turbo de quatro cilindros e 306 cv, acelera de 0-100 km/h em 5,1 segundos e atinge 250 km/h de velocidade máxima (limitada eletronicamente).

Fonte: IG CARROS

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Trocando marchas com a mão, na Indian Chief 1948

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Acervo pessoal

A relíquia Indian Chief 1948 chama atenção nas ruas

A grande maioria dos motociclistas brasileiros, pelo menos os mais jovens, teve conhecimento da existência da marca norte-americana de motocicletas Indian há muito pouco tempo, quando a empresa voltou a produzir motocicletas nos Estados Unidos, após cerca de 60 anos inoperante, e seus produtos começaram a ser importados para o Brasil.

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Muito parecidas com as Harley-Davidson, as Indian são ainda mais antigas, com início de produção dois anos antes da sua eterna rival. Foram também dois jovens empreendedores, George Hendee e Carl Oscar Redstrom, que fundaram a Indian Motorcycle Company, em 1901, na cidade de Springfield, Massachussets.

As primeiras Indian ainda não se pareciam com os modelos mais conhecidos posteriormente, pois não eram mais do que bicicletas equipadas com pequenos motores monocilíndricos. Em dez anos, a Indian já era a maior fabricante de motocicletas do mundo, produzindo modelos sofisticados, que até partida elétrica tinham.

Já mostrei aqui todas as versões modernas da Indian que foram comercializadas até o ano passado, quando a marca se retirou de nosso mercado, mas esta Indian Chief 1948 merece um lugar especial na galeria das motocicletas clássicas.

A Indian Chief começou a ser produzida em 1922, para ser o modelo mais sofisticado da marca. Esse status logo foi comprovado pelo público, que considerava as Indian mais confortáveis do que as rivais Harley-Davidson. O motor V2 de 1.000 cm3 era potente e de funcionamento suave, e logo no ano seguinte, com a cilindrada aumentada para 1.200 cm3, ela chegou a atingir o auge de sua popularidade.

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Em 1953, pressionada pelas marcas europeias que começaram a chegar ao mercado norte-americano, as Indian Chief foram consideradas antiquadas e a marca encerrou a sua produção. Dessa data até 2011, quando a Polaris comprou a lendária marca e iniciou a produção das Indian modernas, muitos fabricantes e importadores exploraram a marca com os mais diversos tipos de motocicletas.

Câmbio na mão

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Acervo pessoal

Com câmbio e acelerador no mesmo guidão, a condução da Indian Chief 1948 é complexa

Pelas fotos pode-se notar que essa motocicleta tem a alavanca de câmbio acionada pela mão direita, a mesma do acelerador. Isso torna a pilotagem mais difícil, porém mais interessante. Algumas Indian, como se pode ver em pesquisas de fotos de época, tinham a alavanca de câmbio do lado esquerdo e, outras até, tinham o acelerador transferido para o lado esquerdo do guidão.

Na hora de experimentar a velha senhora, não foi o câmbio que mais estranhei, pois é possível escolher uma das três marchas quando não é necessário acelerar, mas foi a embreagem no pé esquerdo o que mais me atrapalhou. É que é preciso estar com o pé direito no chão, apoiando a motocicleta, para acionar a embreagem com o outro pé.

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Também é preciso um pouco de prática para soltar a embreagem de forma a não dar trancos e não deixar o motor apagar. Caso isso aconteça, o pedal do lado direito, parecido com o de uma bicicleta, é a única forma de ligar o motor novamente. Mesmo com todas essas características intrigantes, a Indian Chief 1948 , principalmente tão bem restaurada como esta, jamais faria feio em meio a grupos de motociclistas modernos.

Fonte: IG CARROS

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