Momento Economia

China autoriza compra de melão brasileiro

Publicado

O órgão sanitário responsável pela análise de produtos de origem vegetal e animal na China publicou comunicado nesta quarta-feira (22) que autoriza a importação de melão do Brasil. As informações foram divulgadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Brasília - A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) distribui na Esplanada dos Ministérios toneladas de frutas, verduras e hortaliças para a população. O evento é para comemorar o Dia do Agricultor (Elza Fiúza/Agência Brasil

Acordo que autoriza a China a importar melão brasileiro tem caráter simbólico por se tratar do primeiro entendimento sobre frutas com o país asiático, diz o Ministério da Agricultura – Elza Fiúza/Arquivo/Agência Brasil

A China é o maior mercado consumidor de melões no mundo, com consumo de metade da produção mundial, o equivalente a 17 milhões de toneladas em 2017. Segundo projeções do Mapa, se o Brasil conquistar 1% do mercado chinês, o volume de exportações da fruta deverá dobrar.

O acordo para viabilizar a exportação de melão foi feito em novembro e tem caráter simbólico, segundo o ministério, “por se tratar do primeiro entendimento sobre frutas com o país asiático”. O governo brasileiro ainda não foi notificado oficialmente, e a China irá publicar a lista de fazendas que podem comercializar o melões no mercado chinês.

Técnicos da órgão sanitário chinês inspecionaram fazendas produtoras de melão no Rio Grande do Norte e no Ceará, entre os dias 12 e 17 deste mês. Os estados são os maiores produtores de melão, e o objetivo foi verificar se as plantações estão em áreas livres da mosca-da-fruta, uma praga que atinge esse tipo de plantação.

Em 2018, o Brasil exportou cerca de 200 mil toneladas de melão para Estados Unidos, Chile, Argentina, Uruguai, Rússia e União Europeia. A safra brasileira coincide com a entressafra na China.

Edição: Nádia Franco

Comentários Facebook
publicidade

Momento Economia

Petrobras reduz preço dos combustíveis para distribuidoras a partir desta sexta

Publicado

source

Agência Brasil

Petrobras arrow-options
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

A redução pode, ou não, interferir no valor pago na bomba


A partir desta sexta-feira (24), a Petrobras vai reduzir o preço da gasolina e do diesel para as distribuidoras. As reduções serão de 1,5% e 4,1%, respectivamente. O último reajuste aconteceu no dia 14 deste mês, e baixou em 3% o preço de ambos os combustíveis

A gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras são diferentes dos produtos ofertados nos postos de combustíveis. São os combustíveis tipo “A”, ou seja, gasolina antes da sua combinação com o etanol e diesel também sem adição de biodiesel. Os produtos vendidos nas bombas ao consumidor final são formados a partir do tipo “A” misturados a biocombustíveis.

Leia também: Coronavírus faz preço do petróleo cair quase 3%; entenda

O preço de venda às distribuidoras não é o único determinante do preço final ao consumidor . Como a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, as revisões feitas pela Petrobras podem ou não se refletir no preço final , que incorpora tributos e repasses dos demais agentes do setor de comercialização: distribuidores, revendedores e produtores de biocombustíveis, entre outros.

Os valores para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais desses produtos mais os custos que os dos importadores, como transporte e taxas portuárias, por exemplo. A paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência , dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos. Além disso, o preço considera uma margem que cobre os riscos, entre os quais a volatilidade do câmbio e dos preços.

Comentários Facebook
Continue lendo

Momento Economia

Confiança do Consumidor recua 1,2 ponto em janeiro

Publicado

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 1,2 ponto de dezembro de 2019 para janeiro deste ano e atingiu 90,4 pontos, em uma escala de zero a 200. A queda veio depois da alta de 2 pontos na passagem de novembro para dezembro.

O resultado de janeiro foi puxado principalmente pelo Índice de Expectativas, que mede a confiança do consumidor em relação aos próximos meses e que recuou 1,4 ponto. Com isso, o subíndice atingiu 98,9 pontos.

O Índice da Situação Atual, subíndice que mede a confiança dos consumidores no momento presente, caiu 0,9 ponto e chegou a 78,7.

Os componentes que mais influenciaram a queda do ICC foram a intenção de compras de bens duráveis nos próximos meses (menos 5,4 pontos) e a percepção dos consumidores sobre a situação financeira da família no momento (menos 3,2 pontos).

Edição: Graça Adjuto

Comentários Facebook
Continue lendo

Momento MT

Momento Nacional

Momento Esportes

Momento Entretenimento

Mais Lidas da Semana