Momento Agro

CMN aprova aumento de volume de recursos para custeio e comercialização de café

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Neste ano, o orçamento do Funcafé foi elevado em 12,5% em relação a 2019. Diante disso, o Conselho Monetério Nacional (CMN) aprovou resolução com aumento do volume de recursos para a linha de Custeio em 23,1%, e para a linha de comercialização em 17,2%. Para as linhas de Financiamento para Aquisição de Café (Fac), Recuperação de Cafezais e Capital de Giro, foram mantidos, praticamente, os mesmos volumes de recursos, com base no desempenho da aplicação dessas linhas de financiamento em 2019:

O CMN distribuiu R$ 5.710.000.000,00 entre as diversas linhas de Financiamentos ao Agronegócio do Café, da seguinte forma:

I – operações de Custeio (MCR 9-2): até R$1.600.000.000,00;
II – operações de Comercialização (MCR 9-3): até R$2.300.000.000,00;
III – Financiamento para Aquisição de Café – FAC (MCR 9-4): até R$1.150.000.000,00;
IV – Financiamento de Contratos de Opção e de Operações em Mercados Futuros (MCR 9-5): R$0,00;
V – Financiamento para Recuperação de Cafezais Danificados (MCR 9- 7): até R$10.000.000,00;
VI – Financiamento de Capital de Giro para Cooperativas de Produção e para Indústria de Café Solúvel e de Torrefação de Café (MCR 9-6): até R$650.000.000,00.

O Funcafé foi criado em 1987, tendo como fonte de recursos a quota de contribuição sobre a exportação de café, e como objetivo financiar, modernizar e incentivar a produtividade da cafeicultura, da indústria do café e da exportação.

Ministério da Economia

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Momento Agro

Ministros da Agricultura e da Infraestrutura debatem fluxo de abastecimento no país

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A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, conversaram nesta sexta-feira (27), por meio de videoconferência, sobre o fluxo de abastecimento do país. Os dois ministros têm atuado em conjunto, com estados e municípios, com o objetivo de garantir o livre acesso a estradas, portos e aeroportos para as cargas essenciais, como são os produtos agropecuários, para o abastecimento da população e do sistema de saúde.

O ministro Tarcísio de Freitas fez uma avaliação positiva do sistema de transportes do país e disse que os caminhoneiros estão recebendo apoio nas estradas, com abertura de postos, oficinas e restaurantes. Os profissionais estão recebendo kits de alimentação e higiene, com apoio de entidades do setor público e privado.

Os ministros também conversaram sobre a distribuição, na próxima semana, dos kits de testes rápidos, equipamentos de proteção individual (EPIs) e respiradores, que estão chegando ou sendo produzidos para a rede de saúde do país, via aérea e terrestre. A primeira remessa de kits chegará em São Paulo. Segundo o ministro Tarcísio, essa é “uma operação de logística de guerra para dar braço ao Ministério da Saúde”.

Durante a videoconferência, a ministra entregou para o Ministério da Infraestrutura o documento resultante do encontro de países sul-americanos, realizado na semana passada, já revisado pelo Mapa. Agora, o Ministério da Infraestrutura revisará sua parte e mandará para o Chile, que preside temporariamente o Conselho Agropecuário do Sul (CAS) e ficou responsável por coordenar este trabalho.

Informações à imprensa
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Momento Agro

Nota de esclarecimento: plantio excepcional de fevereiro para pesquisa

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Defesa Agrícola

Nota de esclarecimento: plantio excepcional de fevereiro para pesquisa

Produtores plantaram áreas em fevereiro respaldadas por acordo extrajudicial, onde participaram Aprosoja Mato Grosso e Brasil, Indea, Sema e Mapa

27/03/2020

Em resposta às informações veiculadas pela imprensa, oriundas do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), onde se diz que o Instituto de Defesa e Agropecuária de Mato Grosso (Indea) notificou produtores rurais, requerendo a destruição do plantio excepcional de soja e a responsabilização dos envolvidos, a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), representante legal da classe, esclarece que:

Os produtores plantaram áreas em fevereiro respaldadas por acordo extrajudicial, onde participaram Aprosoja Mato Grosso e Brasil, Indea, Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Superintendência Federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Sfa), representando o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Fundação de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico Rio Verde e Instituto Agris, ao contrário do que diz MPMT (como segue na íntegra o acordo). 

Leia acordo aqui

Que o Indea notificou a Aprosoja Mato Grosso oficialmente do indeferimento do cadastro dos produtores e áreas inscritas como campo experimental excepcional para plantio em fevereiro, somente em 17 de fevereiro, dois dias depois do plantio finalizado. Desconsiderando o acordo firmado, ignorando o fato de que os produtores fizeram reserva de sua área para campo experimental, e não plantaram em dezembro, plantaram somente em fevereiro. Comprometendo a sustentabilidade econômica de quem colocou-se à disposição como parceiro de Estado, doando sua área para campo experimental, insumos e prestação de serviços para comprovar a sustentabilidade ambiental com o plantio em fevereiro. E agora está em situação vulnerável por não ter plantado em 31 de dezembro.

A Aprosoja afirma que a agricultura se programa a longo prazo e é impossível rever planejamento em uma semana.

A metodologia da pesquisa adotada e adequada ao que preconiza o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento garante que o plantio em fevereiro não adentra o período do Vazio Sanitário da soja, defendido e respeitado pelos produtores.

Conforme pesquisa já realizada no ano passado, o plantio de soja em fevereiro garante mais sustentabilidade ambiental, já que usa menos de 50% de defensivos agrícolas, se comparado com plantio em dezembro.

Neste sentido, de parceiro na busca pela sustentabilidade ambiental e econômica, os produtores confiaram no Estado ao firmar o acordo. Diante do posicionamento estatal em autuar produtores que buscam a legalidade e sustentabilidade ambiental e econômica, a Aprosoja questiona: quem vai se responsabilizar pelo prejuízo dos produtores que acreditaram num acordo firmado entre todos os entes envolvidos, deixando suas áreas a disposição da pesquisa e depois de plantado serem avisados que não valeu de nada? Como comprovar a sustentabilidade ambiental do plantio de fevereiro se o próprio MP suspendeu a pesquisa?

 

Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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