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Convênio prevê expansão da palma forrageira na Paraíba

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A expansão da palma forrageira, importante alimento do rebanho do Nordeste em períodos de seca, é o objetivo do convênio entre o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e o governo da Paraíba. Assinado nesta quarta-feira (4) pela ministra Tereza Cristina e pelo secretário de Agricultura da Paraíba, Efraim Morais, o convênio integra as ações do AgroNordeste. 

Segundo o convênio, serão investidos R$ 5,4 milhões na implantação de campos de multiplicação da palma forrageira irrigada, com transferência de tecnologia e capacitação, visando revitalizar a cultura na Paraíba. Serão dois hectares de palma em cada município paraibano. As mudas serão usadas para expandir a palma para os demais estados do Nordeste. 

Para a ministra, o projeto servirá de berço para a multiplicação da palma forrageira, criando uma fonte de alimento para os animais na época da seca. “Temos experiências da Embrapa com a palma resistente à cochonilha, que acabou com essa cultura no passado e que deixou muita gente sem condições de sobreviver com seus animais na seca que assolou a região por muitos anos”, disse. 

Alimento de bovinos, caprinos e ovinos, a palma forrageira fortalece a cadeia produtiva da pecuária nordestina. “Fico muito feliz de estarmos juntos assinando esse convênio porque sei que isso vai beneficiar diretamente o pequeno agricultor, aquele que precisa dessa ajuda para sobreviver com dignidade, ter renda para continuar na área rural”, destacou a ministra. 

O secretário de Agricultura disse que o projeto será implantado em 169 municípios da Paraíba, o que significa 388 hectares de palma irrigada no estado. “Estamos retomando uma das culturas mais importantes para a sobrevivência dos rebanhos, sejam de bovinos, ovinos e caprinos, principalmente na época da seca”, afirmou Morais. Segundo ele, em um ano e meio já será possível colher os primeiros resultados do projeto. 

Também participaram da assinatura do convênio, o secretário executivo do Mapa, Marcos Montes; o secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo, Fernando Schwanke; o coordenador do AgroNordeste, Danilo Forte; o deputado federal Efraim Morais Filho; os prefeitos de São Sebastião do Umbuzeiro, Adriano Wolff, e de Alhandra, Renato Mendes Leite.

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ARROZ/CEPEA: Preço médio de jun/20 é o maior da série do Cepea, em termos nominais

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Cepea, 08/07/20 – Os preços médios nominais do arroz em casca em junho deste ano são os maiores da série histórica do Cepea, iniciada em 2005 – de janeiro a junho de 2020, as cotações médias ficaram 31,2% superiores às do mesmo período de 2019. Esse cenário está linha com a expectativa inicial de menor disponibilidade interna observada desde 1984/85, de 12,7 milhões de toneladas na temporada 2019/20, podendo também chegar a um dos mais baixos estoques de passagems, de 438,4 mil toneladas em fevereiro/21, segundo a Conab. Em junho, o valor médio do Indicador ESALQ/SENAR-RS, 58% grãos inteiros (média ponderada) foi de R$ 61,92/sc de 50 kg, 2% superior ao de maio/20. Em relação a junho/19, o aumento é de expressivos 40,80% (R$ 43,98/sc). Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Fonte: CEPEA

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CAFÉ/CEPEA: Preço do arábica termina safra 2019/20 em alta, mas robusta recua

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Cepea, 08/07/20 – A temporada brasileira de café 2019/20 terminou com elevação nas cotações do arábica, mas queda para os valores do robusta, segundo informações do Cepea. Na média da safra (de julho/19 a junho/20), o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6 fechou a R$ 504,90/saca de 60 kg, aumento de 51,43 Reais por saca (ou de +11,3%) frente à temporada anterior, em termos reais (os valores foram deflacionados pelo IGP-DI de maio/20). Para o robusta, o Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6 foi de R$ 319,54/saca, baixa de 5,5% no mesmo comparativo, também em termos reais. Para o arábica, as elevações estiveram atreladas, no fim de 2019, a preocupações com a oferta de cafés de qualidade superior e à retração dos estoques globais. Após as quedas em meados de janeiro/20, os valores voltaram a subir, reflexo da pandemia do coronavírus e da forte alta do dólar frente ao Real. Já quanto ao robusta, o recuo é explicado pela oferta elevada no Brasil e no Vietnã (maior produtor da variedade). Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Fonte: CEPEA

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