Política Nacional

Coronavírus: Lasier elogia manifesto da Presidência do Senado pela unidade de ação entre Poderes

Publicado


.

A Presidência do Senado divulgou no domingo (22) manifesto pela unidade de ação entre os Poderes da União, estados, Distrito Federal e municípios no combate ao novo coronavírus. Ao elogiar a inciativa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e do primeiro-vice-presidente da Casa, Antonio Anastasia (PSD-MG), o senador Lasier Martins (Podemos-RS), segundo-vice-presidente do Senado, defendeu a aplicação na saúde e em ações sociais dos recursos do fundo eleitoral, de emendas parlamentares e do Projeto de Lei do Congresso (PLN) 4/2020. O projeto dá ao Legislativo o poder de decidir sobre a aplicação de mais de R$ 15 bilhões em emendas parlamentares. Ouça a reportagem de Iara Farias Borges, da Rádio Senado.

Comentários Facebook
publicidade

Política Nacional

Fundos repassarão R$ 16 bilhões a estados e municípios, estabelecem MPs

Publicado


.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Comentários Facebook
Continue lendo

Política Nacional

FHC não apoia impeachment, mas diz que Brasil está sem liderança política

Publicado


source

Nesta sexta-feira (03), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso falou sobre o panorama político nacional em meio à pandemia do novo coronavírus ( Covid-19 ), a falta de lideranças,se apoia ou não que Jair Bolsonaro passe por um processo de impeachment e muito mais. As informações são de Tales Faria.

Leia também: Visando “isolamento vertical”, Bolsonaro mapeia hotéis para idosos no Rio

FHC arrow-options
Reprodução/Facebook

FHC

Ao falar sobre a intenção de Bolsonaro de reabrir o comércio, FHC  chamou a visão do mandatário de “tosca”. “Ele tem um raciocínio de alguém que tem todos os poderes na mão, não é assim. O presidente tem que seguir a constituição, o poder é limitado, tem o congresso, o supremo e a influência da mídia, que é enorme… eu acho que é uma visão um pouco tosca do que seja função de um presidente. Eu tenha a impressão que o presidente Bolsonaro sentiu o drama que é ver o sonho dele desaparecendo”.

Leia também: Bolsonaro diz que auxílio de R$ 600 começará a ser pago na próxima semana

Falando sobre as divergências entre o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e Bolsonaro, o ex-presidente declara: “Eu acho realmente inaceitável, eu não conheço o Mandetta, mas ele tem feito o que é possível. Ele fala com pessoas normais, ele é concreto, ele diz coisas sensíveis para a população. Ele [Bolsonaro] pode demitir quem ele quiser, mas vai fazer isso nesse momento? Criar uma inquietação em um ministro que está indo bem? O Bolsonaro disse que foi atleta e, na verdade, ele é ainda. Só que ele faz atletismo agora criando onda para ele navegar… e nós vamos juntos”. 

Indagado se apoia ou não que Jair Bolsonaro passe por um processo de impeachment, o pensador não pestaneja. “As consequências de um impeachment são muito delicadas. No caso atual não há motivos para criminalizar, como se fosse contra a constituição. Enquanto ele for o presidente ele será o presidente. Até tenho uma simpatia pelo vice, nos conhecemos em Harvard. Ele é normal, melhor ter alguém normal do que alguém que vive perdendo a rédea. Bom mesmo para o Brasil seria que o Bolsonaro entendesse o papel dele e parasse com esses movimentos bruscos”. 

Ainda abordando o mesmo assunto, ele cita a crise de Covid-19 que o Brasil está vivendo. “Nós não chegamos no auge do novo coronavírus (Sars-coV-2). Comparando aos outros países, aqui está leve. Eu tenho duas netas que pegaram o vírus. Eu tenho medo é quando [a doença] chegar nas classes populares, porque elas tem menos defesa, e aí, o que nós vamos fazer?
Nessa hora, é hora de coesão. Por exemplo, você levantar uma questão [o impeachment] não vai sair coesão, vai dar divisão. Agora, se ele perder as condições de governar o que nós vamos fazer?”.

Questionado se enxerga Hamilton Mourão – vice-presidente de Bolsonaro – como um bom presidente da república, mesmo que em um futuro próximo, Fernando Henrique dispara: “Ele é um homem sensato, pelo o que vi da conferência dele em Havard. É um homem que tem experiência, mas não sei se será um bom presidente, ele tem que provar”. 

Leia também: Irmão de Bolsonaro tem lotérica e é beneficiado por medida do governo

Por fim, o FHC refletiu sobre como a postura de Bolsonaro deixa o panorama sem lideranças aparentes. “Estamos vivendo um momento difícil de falta de liderança, não é que não existam líderes, você mencionou [repórter] aqui o Joao Dória, o Eduardo Leite, não conheço todos… e o Lula, de alguma maneira, matou a esquerda. Quem olha a esquerda não vê nada, ficou só ele. Além disso, essas novas forças, como o Luciano Huck, nessa hora de crise eles tem menos a dizer”.

Comentários Facebook
Continue lendo

Momento MT

Momento Nacional

Momento Esportes

Momento Entretenimento

Mais Lidas da Semana