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Covid-19: Maioria acredita haver mais contaminados do que o divulgado

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A maioria dos entrevistados (57%) acredita que a crise econômica provocada pela Covid-19 deve se agravar


De acordo com pesquisa do Instituto DataSenado, a maioria dos brasileiros acredita que o número de contaminados no país com o  coronavírus é maior que o divulgado . A pesquisa também indica que a TV é a principal fonte de informações sobre a pandemia; a maioria acredita que a crise econômica provocada pela Covid-19 deve se agravar; e quase todos apoiam o uso obrigatório de máscara oficial em lugares públicos.

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O DataSenado informou que a pesquisa foi realizada entre os dias 18 e 20 de maio, quando foram entrevistadas, por telefone, 1.200 pessoas com mais de 16 anos, em uma amostra representativa da opinião da população brasileira.

Para 59% dos participantes , o número de pessoas contaminadas pelo coronavírus no Brasil é maior do que o noticiado, enquanto 28% acreditam que o número de contaminados é menor que o divulgado.

A pesquisa também mostra que, para 62%, a TV é a principal fonte de informações sobre a pandemia de coronavírus. Os sites de notícias são o segundo meio mais citado: 16%. Em seguida aparecem “outros meios” (10%), Facebook (7%) e WhatsApp (4%).

Crise econômica e sanitária

A maioria dos entrevistados (57%) acredita que a crise econômica provocada pela Covid-19 deve se agravar . Para outros 32%, atualmente a economia do país enfrenta a pior fase da crise.

Em relação à crise na saúde, as opiniões estão divididas: 45% dos participantes da pesquisa acreditam que o momento atual é o pior, enquanto outros 48% avaliam que o pior dessa crise ainda está por vir.

Quase todos os participantes da pesquisa (98%) manifestaram apoio ao uso obrigatório de máscaras faciais em lugares públicos.

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Ex-braço direito de Mandetta fará parte do comitê de Saúde em SP

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João Gabbardo
José Dias/PR

Ex-Secretário do Ministério da Saúde, João Gabbardo

O médico João Gabbardo dos Reis será secretário-executivo do Centro de Contingência do combate ao Covid-19 no estado de São Paulo. Exonerado do cargo no Ministério da Saúde, Gabbardo era considerado o “número dois” do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta.

Leia mais: Com 150 enfermeiros mortos por Covid-19, Brasil pode ter colapso na saúde

O anúncio oficial sobre a integração do novo secretário foi feito nesta quarta-feira (27) pelo governador de João Doria em coletiva de imprensa. De acordo com ele, o médico ajudou a decidir a flexibilização do isolamento social no estado, que começará no dia 1 de junho e deve seguir cinco etapas para um retorno gradual. 

“Sendo ex-secretário executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo pode agora oferecer a sua contribuição ao comitê de São Paulo”, disse Doria. Antes da saída do ministro Luiz Henrique Mandetta, Gabbardo chegou a ser considerado para o cargo de ministro da Saúde.

Ao agradecer o convite ao cargo, Gabbardo aproveitou para elogiar as medidas de distanciamento social. “Às pessoas que dizem que as medidas que foram tomadas pelos governadores e prefeitos não surtiram efeito no achatamento da curva, é importante destacar: isso não é verdade. Isso tem que ser contestado com muita veemência”, afirmou o novo secretário-executivo em coletiva de imprensa. “Na verdade, apesar de todas as medidas, esse foi o número de óbitos que ocorreram e ele é muito menor do que o que aconteceria sem as medidas”, destacou. 

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Com 150 enfermeiros mortos por Covid-19, Brasil pode ter colapso na saúde

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Segundo dados do Ministério da Saúde da última terça-feira (26), os enfermeiros estão sendo as maiores vítimas da Covid-19 na linha de frente do Brasil. A marca é tão expressa que o País registrou o recorde mundial de 150 profissionais da área mortos e 16.660 contaminados na última segunda-feira (26).

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Enfermeiros de Hospital Santa Marcelina relatam medo ao ir trabalhar
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Enfermeiros de Hospital Santa Marcelina relatam medo ao ir trabalhar

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O grupo que assessora o Ministério da Saúde, composto por infectologistas da USP, Unifesp e Fiocruz, alertam que “o impacto da pandemia de Covid-19 nos profissionais” traz o risco de que os serviços de saúde “se tornem epicentros de surtos locais” e que há possibilidade de “colapso” no sistema de saúde público.

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O conselho pede prioridade no atendimento a profissionais contaminados pela Covid-19 , para rápido retorno ao trabalho, e quer que enfermeiros que façam parte do grupo de risco sejam afastados da assistência direta a pacientes, monitoramento diário em relação a sintomas e treinamento no uso de equipamentos de proteção. As informações são da coluna de Mônica Bergamo. 

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