Momento Saúde

Covid-19: morre turista canadense que estava em navio no Recife

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Um turista canadense de 79 anos, cuja confirmação de contaminação pelo novo coronavírus levou ao isolamento de um navio de cruzeiro no Recife por mais de uma semana, morreu na madrugada hoje (26), segundo informou a Secretaria de Saúde de Pernambuco.

O homem estava hospitalizado desde o dia 12 de março, após passar mal durante desembarque do navio Silver Shadow. Ele fora encaminhado a um hospital da capital pernambucana, onde teve confirmada a contaminação pelo novo coronavírus.

“O paciente foi mantido em ventilação mecânica e hemodiálise, fazendo também uso de medicamentos como o antiviral oseltamivir (tamiflu), indicado para tratar [a gripe] influenza em pessoas com quadro de Síndrome Respiratória Aguda Grave. Também foi utilizada a combinação entre azitromicina e hidroxicloroquina. Entretanto, ele faleceu na madrugada de hoje”, informou a secretaria, em nota.

Isolamento

O caso de coronavírus no passageiro canadense fez com que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidisse pelo isolamento do navio, que transportava 605 pessoas, entre passageiros e tripulantes, de 18 nacionalidades.

Após mais de uma semana de confinamento, os passageiros puderam desembarcar a partir da sexta-feira passada e retornaram para seus respectivos países em voos organizados pela Royal Caribbean, empresa controladora da Silversea Cruise, responsável pelo navio com bandeira das Bahamas.

De acordo com a Anvisa, um segundo caso suspeito de coronavírus no navio foi descartado, e não houve ocorrências durante o período de isolamento.

A morte do turista canadense elevou para três o total de vítimas fatais do novo coronavírus em Pernambuco, que registrou na véspera seu primeiro óbito relacionado com o covid-19. No total, o estado tem 46 casos confirmados da doença até o momento. A identidade do turista que morreu hoje ainda não foi fornecida.

Fonte: EBC Saúde

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Momento Saúde

Aplicativos devem garantir assistência a entregadores de alimentos

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As plataformas digitais iFood e Rappi devem garantir assistência financeira a trabalhadores contaminados pelo novo coronavírus (Covid-19) ou que integram o grupo de alto risco para que possam se manter em distanciamento social com recursos necessários para sua sobrevivência.

Com abrangência nacional, as decisões, em caráter liminar, decorrem de duas ações civis públicas ajuizadas pelo Ministério Público do Trabalho em São Paulo (MPT-SP) no último sábado (4) e também obrigam as empresas a fornecer materiais de higienização aos entregadores de mercadorias e refeições.

Entre as determinações, o juiz do Trabalho Elizio Luiz Perez estabelece que as plataformas digitais terão que repassar o equivalente à média dos valores diários pagos nos 15 dias anteriores à decisão, garantindo, pelo menos, o pagamento de um salário mínimo mensal. A medida abrange trabalhadores que integram grupo de alto risco (como os maiores de 60 anos, os portadores de doenças crônicas, imunocomprometidos e as gestantes) ou aos afastados por suspeita ou efetiva contaminação pelo vírus.

As liminares também garantem o fornecimento gratuito de álcool-gel (70%, ou mais) e água potável aos profissionais. Além disso, as empresas deverão oferecer espaços para a higienização de veículos, bags que transportam as mercadorias, capacetes e jaquetas, bem como credenciar serviços de higienização

As decisões prevêm, ainda, a inclusão de pelo menos três vídeos informativos nos aplicativos das empresas destinados aos trabalhadores, aos fornecedores de produtos e aos consumidores, contendo os protocolos de segurança sanitária. Em caso de descumprimento, está prevista aplicação de multa diária às empresas, no valor de R$ 50 mil.

As ações tiveram como base a Nota Técnica nº 1 da Coordenadoria Nacional de Combate às Fraudes Trabalhistas (Conafret), do MPT, que traz medidas destinadas à proteção da saúde e da segurança de trabalhadores de aplicativos contra a Covid-19.

Além das empresas já processadas, o MPT em São Paulo também enviou recomendações às demais empresas de aplicativos de entrega de alimentos e de transporte de passageiros. Caso as medidas recomendadas não sejam cumpridas pelos empregadores, outras ações podem ser ajuizadas.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Saúde

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Brasil registra 11.130 casos de covid-19 e 486 mortes

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O Ministério da Saúde divulgou, na tarde de hoje (05), os números atualizados do novo coronavírus. De acordo com a pasta, o número de infectados, no momento, é de 11.130. Isso representa um aumento de 852 casos em relação ao balanço divulgado ontem (4). O número de mortes é de 486. Foram 54 mortes nas últimas 24 horas. A taxa de letalidade do vírus no Brasil é de 4,2%.

O estado de São Paulo ainda concentra o maior número de casos (4.620) e também o maior número de mortes (275). Todas as regiões, no entanto, apresentaram aumento no número de casos. Em relação às mortes, apenas o Centro-Oeste não teve aumento, permanecendo com 12 óbitos registrados.

Na região Sudeste, o Rio de Janeiro, com 1.394 casos e 64 mortes; e São Paulo, com 4.620 casos e 275 mortes, se destacam. Na região Norte, o Amazonas concentra o maior número de casos, com 417, além de 14 mortes.

Na região Nordeste, o Ceará se destaca, com 823 casos e 26 mortes. No Centro-Oeste, o Distrito Federal tem o maior número de casos, muito à frente dos demais, com 468 casos e sete mortes. Os estados do Sul do Brasil apresentam um número de casos mais parelho. O Paraná é o estado da região com mais casos, 438, e Santa Catarina é estado com menos casos, 357.

Dentre os óbitos cuja investigação foi concluída, 228 são de homens e 160 de mulheres. O grupo de pessoas com 60 anos ou mais concentra a maior parte, com 312 (86%). As mortes de pessoas entre 40 e 59 anos somam 54. Além disso, 20 pacientes com idades entre 20 e 39 anos morreram.

Entre os grupos de risco com mais mortes estão os que sofrem de cardiopatia e diabetes. O Ministério da Saúde também registra mortes em pacientes com quadros de pneumopatia, doença neurológica, doença renal, imunodepressão, obesidade, asma, doença hematológica e doença hepática.

Edição: Narjara Carvalho

Fonte: EBC Saúde

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