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Covid-19: Papa Francisco pede para fiéis não lucrarem com pandemia

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Papa Francisco durante missa transmitida na internet

Durante a missa na Casa Santa Marta, que foi transmitida online neste sábado (4), o papa Francisco pediu para que ninguém se aproveite deste momento de dor provocado pela pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2) para obter lucro.

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“Rezemos hoje para que o Senhor dê a todos uma consciência reta e transparente, que possa mostrar-se a Deus sem envergonhar-se”, disse o Papa Francisco.

O Pontífice explicou que durante momentos “de desconforto, de dificuldades, de dor”, principalmente como o originado pela pandemia da Covid-19 , “muitas vezes as pessoas veem a possibilidade de fazer muitas coisas boas. Mas também não deixa de vir a alguém a ideia não muito boa de aproveitar a situação para si e obter lucro”.

Durante a homilia, o líder religioso usou o Evangelho de São João que relata a decisão de Sinédrio de matar Jesus após o sinal de ressurreição de Lázaro para explicar que “já há muito que os doutores da Lei, também os sumos-sacerdotes, estavam inquietos porque ocorriam coisas estanhas na região”.

“Foi um processo que começou com pequenas inquietações no tempo de João Batista e depois acabou nesta reunião dos doutores da Lei e dos sacerdotes. Um processo que crescia, um processo que era mais seguro da decisão que deviam tomar, mas ninguém a tinha dito assim de forma clara: ‘Este deve ser eliminado'”, acrescentou.

Jorge Bergoglio disse que “o modo de fazer dos doutores da Lei é uma figura”, como a tentação age e “por trás dela evidentemente estava o diabo que queria destruir Jesus”.

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“A tentação geralmente age deste modo em nós, começa com pouca coisa, com um desejo, uma ideia, cresce, contagia e no final se justifica. Esses são os três passos da tentação”, afirmou o Papa Francisco, ressaltando que todos quando “vencidos pela tentação” ficam “tranquilos”, porque encontram “uma justificação para este pecado, para esta vida não segundo a Lei de Deus”.

Fonte: IG Mundo

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Internacional

Ala militar e Guedes temem crise com a China caso trecho do vídeo vaze

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Agência Brasil/Marcello Casal JR

Bolsonaro e Ministros


Na última sexta-feira (22) foi divulgado por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Melo, o vídeo da reunião ministerial do dia 22 de abril . Por deterinação judicial foram suprimidos trechos que citavam a China e o Paraguai, sob a justificativa que as falas dos ministros de estado e do presidente da República poderiam gerar uma crise nas relações exteriores . Mesmo com o trecho sobre o país asiático censurado, a ala militar do governo e Paulo Guedes temem retaliação com um eventual vazamento.

Os militares e Guedes compreendem que a relação entre o Executivo e o Judiciário está desgastada e este distanciamento pode gerar um possível vazamento dos trechos suprimidos nas próximas semanas. A leitura dos ministros é que a veiculação dos vídeos causaria uma crise diplomática aguda , que teria como consequência um abalo da relação comercial entre os países.

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Após a divulgação do vídeo, a embaixada chinesa no Brasil divulgou uma nota com a declarção de que os países são “parceiros estratégicos globais” e que irão vencer juntos a crise sanitária. A embaixada prefeiriu não comentar os trechos revelados.

Segundo informações do jornal Folha de S.Paulo , os militares palacianos defendem uma antecipação do Ministério das Relações Exteriores para evitar uma crisediplomática. A ala militar pede que seja reafirmada a parceria comercial entre os países e que o governo chinês saiba que os comentários avulsos destinados ao país não refletem a posição do governo.

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A relação entre Brasil e China tem sido enfraquecida nos últimos meses após declarações racistas do ministro da Educação, Abraham Weintraub, e do filho do presidente, Eduardo Bolsonaro, que chamou o novo coronavírus (Sars-cov-2) de vírus chines.

A Folha de S.Paulo colheu relatos que os pontos suprimidos do vídeo contém citações pejorativas ao Partido Comunista Chinês e uma suposta reoria da conspiração sobre influência do serviço secreto chinês para gerar crises no continente americano.


Fonte: IG Mundo

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Internacional

Covid-19: Japão encerra estado de emergência em Tóquio e mais quatro áreas

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Abe
Reprodução/Japan Kantei

Em coletiva, primeiro-ministro afirmou que medidades restritivas poderão voltar caso doença cresça no país

Nesta segunda-feira (25), o Japão encerrou o estado de emergência na capital Tóquio e em outras quatro áreas do país que ainda estavam sob restrições de isolamento devido a pandemia do Covid-19.

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Segundo informações da agência Reuters, o primeiro-ministro do Japão , Shinzo Abe, ressaltou que o país conseguiu manter a infecção do novo coronavírus (Sars-Cov-2) sob controel e que isso mostrou a força do “modelo Japão”. Entretanto, ressaltou que as medidas poderão ser reinstauradas caso a doença volte a crescer no país.

Na coletiva de imprensa, Abe também informou que o governo pretende criar dois pacotes de estímulos econômicos que deverão ultrapassar um total de 200 trilhões de ienes (mais de R$ 1 trilhão), mas afirmou que a normalidade deve demorar um “tempo considerável” para ser restabelecida no país.

Ainda de acordo com a agência, o ministro da Economia do Japão, Yasutoshi Nishimura, também confirmou o término do estado de emergência e a retomada das atividades no país: “é importante expandir a atividade econômica em estágios enquanto estabelecemos um novo modo de viver”.

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Até o momento, segundo dados da Universidade Johns Hopkins, que agrupa as informações sobre o Covid-19 em todo o planeta, o Japão soma quase 17 mil casos confirmados e 820 mortes.

Fonte: IG Mundo

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