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Críticas de Bolsonaro fazem vendas de livro de economista “do PSOL” dispararem

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Maria Erlich Fotografia / Facebook de Laura Carvalho

Para criticar ministro da Economia argentino, Bolsonaro publicou foto de livro nas redes sociais

Ao tentar criticar o novo ministro da Argentina para seus seguidores no Facebook, o presidente Jair Bolsonaro acabou fazendo propaganda de um livro de economia considerado por ele como “esquerdista” na noite da sexta-feira (6).

“Ministro da Economia da Argentina, Martin Guzmán, recomenda o livro da Laura Carvalho, economista do PSOL na última campanha”, afirmou Bolsonaro, postando uma foto da capa do livro “Valsa Brasileira: do boom ao caos econômico”.

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Nos comentários, alguns apoiadores pediam que o presidente indicasse obras como as do filósofo Olavo de Carvalho ou parasse de “picuinhas”, mas outras pessoas elogiaram o trabalho da docente da USP e a propaganda feita pelo presidente. “Valeu pela dica, comprando aqui”, afirmou um internauta.

Após a publicação de Bolsonaro, a própria Laura Carvalho utilizou as redes sociais para mostrar incredulidade diante da propaganda gratuita feita pelo presidente. “Esse momento é meu”, brincou a professora da USP. Poucas horas depois, o livro disparou no número de vendas online e se tornou a 51ª publicação mais vendida na Amazon.

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O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) utilizou as redes sociais para fazer brincadeira com o deslize de Bolsonaro. “”Tem horas que só rindo. Sobrou até para Laura Carvalho, que virou ‘economista do PSOL’. Temos orgulho de ter contado com suas contribuições na formulação do programa que apresentamos ao paós nas eleições de 2018”, afirmou o partido. 

Veja publicação do presidente:


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É hoje! Mega-Sena sorteia neste sábado prêmio acumulado de R$ 27 milhões

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Paulo Pinto/Fotos Públicas

Mega-Sena sorteia prêmio acumulado de R$ 27 milhões neste sábado (18)

A Mega-Sena sorteia neste sábado (18) um prêmio estimado em R$ 27 milhões. As seis dezenas do concurso 2.225 serão sorteadas a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário do Tietê, na cidade de São Paulo.

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As apostas podem ser feitas até as 19h, em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa em todo o País. O bilhete simples da Mega-Sena , com seis dezenas, custa R$ 4,50.

O último sorteio, realizado na última quarta-feira (15), não viu nenhum sortudo acertar as 6 dezenas sorteadas, que foram 16 –  23  –  3250 –  52 –  58 , então o prêmio, à época de R$ 14 milhões, acumulou.

O salto de um prêmio para outro, de R$ 13 milhões, é explicado pelo fato de o próximo sorteio ser um concurso com final “5”, 2.225, quando a Caixa usa parte da arrecadação das edições anteriores para inflar a premiação máxima.

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Como funciona

O concurso é realizado pela Caixa Econômica Federal e pode pagar milhões ao sortudo que acertar as seis dezenas. Os sorteios ocorrem ao menos duas vezes por semana – normalmente, às quartas-feiras e aos sábados. O apostador também pode ganhar prêmios com valor mais baixo caso acerte quatro ou cinco números, as chamadas Quadra e Quina , respectivamente.

Na hora de jogar, o apostador pode escolher os números ou tentar a sorte com a Surpresinha – nesse modelo, o sistema escolhe automaticamente as dezenas que serão jogadas. Outra opção é manter a mesma aposta por dois, quatro ou até oito sorteios consecutivos, a chamada Teimosinha.

Premiação

Os prêmios iniciais costumam ser de aproximadamente R$ 3 milhões para quem acerta as seis dezenas. O valor vai acumulando a cada concurso sem vencedor. Também é possível ganhar prêmios ao acertar quatro ou cinco números dentre os 60 disponíveis no volante de apostas. Para isso, é preciso marcar de seis a 15 números do volante.

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O prêmio bruto da Mega-Sena corresponde a 43,35% da arrecadação. Desse total, 35% são distribuídos entre os acertadores dos seis números sorteados; 19% entre os acertadores de cinco números (Quina), 19% entre os acertadores de quatro números (Quadra), 22% ficam acumulados e distribuídos aos acertadores dos seis números nos concursos de final zero ou cinco e 5% ficam acumulado para a primeira faixa (Sena) do último concurso do ano de final zero ou cinco.

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Por que tensão entre EUA e Irã não chegou às bombas dos postos no País? Entenda

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Milhares de pessoas acompanharam o cortejo fúnebre do general iraniano, assassinado após ataque norte-americano

Se por um lado a guerra comercial entre Estados Unidos e China determina os rumos das bolsas internacionais, a cotação do dólar no Brasil e afeta todo o mercado global, a tensão entre os norte-americanos e o Irã, que se acirrou após o assassinato do general iraniano Qassem Soleimani no Iraque , em 3 de janeiro, não chegou a afetar tanto a economia brasileira como o especulado. Mas por quê?

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Após o ataque dos EUA, as trocas de ameaças e o receio de uma nova Guerra Mundial, a expectativa era que o mercado brasileiro e global fosse sentir as repercussões e os impactos do conflito, especialmente no que diz respeito aos preços dos combustíveis . Na prática, porém, passados 15 dias, o impacto foi nulo ou quase.

Em outros tempos, uma situação desse tipo certamente afetaria em cheio o petróleo , repercutindo nos combustíveis e também nas bombas dos postos, com o repasse ao consumidor final.

Desde 3 de janeiro, data do ataque norte-americano, o único reajuste anunciado pela Petrobras, que começou a vigorar em 14 de janeiro, reduziu o preço da gasolina e do diesel nas refinarias em 3%. O último aumento de preço ocorreu, no caso do diesel, em 27 de dezembro (4%), e, no caso da gasolina (4%), um mês antes, em 27 de novembro.

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André Alírio, Economista e Operador de Renda Fixa da Nova Futura, pontua que “a concentração de petróleo no mundo em poucas nações hoje é menor, o que reduz as consequências de choques de petróleo parecidos com o passado”, o que explica a variação menor do que a esperada nos combustíveis.

Como a concentração do óleo é menor do que em outros tempos no mundo, o risco de um novo choque com impactos severos para a economia global também foi reduzido, apesar de ainda haver repercussões e variações rápidas no preço.

Após o ataque norte-americano ao Irã , o petróleo chegou a subir mais de 4% rapidamente, revelando que ainda há impacto, mas este acabou sendo muito menor do que o esperado dada a magnitude do acontecimento.

Por outro lado, por mais que a alta não seja tão intensa quanto em outros tempos, a reação do mercado a um grande evento como esse é imediata e duradoura.

Segundo Fabrizio Gueratto, Financista do Canal 1Bilhão Educação Financeira, a tensão faz com que os investidores “busquem mais segurança, investindo em títulos do tesouro americano, por exemplo, o que eleva o valor do dólar . A subida dos preços, tanto na moeda americana quanto no comodities, pode ter efeitos diretos na nossa inflação”.

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Gueratto aponta ainda que, caso haja novas tensões, pode ocorrer de o Banco Central precisar elevar as taxas de juros para conter a alta inflacionária, interrompendo o ciclo de corte nos juros. Atualmente, a taxa básica de juros da economia, a Selic , está no menor valor da história, 4,5%.

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A diminuição da tensão entre EUA e Irã nas últimas semanas, somada à assinatura da “fase 1” do acordo sino-americano que pode aproximar o fim da guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo, Estados Unidos e China, devem dar tranquilidade ao mercado global neste início de ano.

A tendência, segundo os analistas, também é de estabilidade para o petróleo.

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