Política Nacional

Delegado Waldir continua como líder do PSL

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A Secretaria-Geral da Mesa confirmou há pouco o Delegado Waldir (GO) como líder do PSL na Câmara dos Deputados. A lista de assinaturas apresentada ontem pelo líder, às 22h18, continha 31 assinaturas e 29 foram confirmadas.

O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) apresentou duas listas para assumir a liderança do partido, a primeira às 21h50 e a segunda às 22h27. Ambas continham 27 assinaturas, mas só 26 foram confirmadas na primeira lista, e 24, na segunda.

Luis Macedo/Câmara dos Deputados
Delegado Waldir segue liderando a segunda maior bancada da Câmara

Em entrevista coletiva, Delegado Waldir afirmou que quer pacificar o PSL. “Houve um grande embate, muito desgaste”, reconheceu. Mas ele informou que não haverá retaliações nem expulsão de deputados do partido. “Somos 98% fiéis ao governo. Vamos continuar votando com o governo.”

Delegado Waldir ainda ameaçou recorrer ao conselho de ética do PSL e da Câmara dos Deputados por causa da disseminação de notícias falsas em redes sociais. “Nenhum parlamentar está traindo o presidente”, desmentiu. “Continuamos sendo de direita. Continuamos defendendo as bandeiras pelas quais fomos eleitos. Apoiamos integralmente a Lava Jato. Somos defensores intransigentes do combate à corrupção, em qualquer esfera. Nada mudou.”

Ele ainda informou que haverá uma nova eleição para liderança do PSL em fevereiro.

Reportagem – Francisco Brandão
Edição – Natalia Doederlein

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Política Nacional

Datafolha: 72% discordam da frase de Bolsonaro sobre armar população

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Bolsonaro
Marcos Corrêa/PR

Segundo levantamento, população discorda de posicionamento do presidente sobre armas

Na noite deste sábado (30), uma nova  pesquisa do Datafolha mostrou que mais de 70% da população discorda da ideia do presidente de dar armas para a população, frase proferida por ele durante a reunião ministerial que se tornou pública após autorização do ministro Celso de Mello.

Leia também: Bolsonaro ataca imprensa e fala em “negociar bilhões” para acabar com fake news

Segundo o levantamento, que ouviu, por telefone, 2.069 pessoas nos dias 25 e 26 de maio e tem margem de erro de dois pontos percentuais, 72% discordam da frase de que “povo armado não é escravizado”, enquanto outros 24% concordam, 2% não concordam e nem discordam e 2% não souberam responder.

Entre os grupos ouvidos, as maiores desaproações são de pessoas que consideram o governo Bolsonaro ruim ou péssimo (92%), quem votou em Fernando Haddad no segundo turno das eleições de 2018 (91%), mulheres (80%, contra 62% dos homens) e de quem recebe até um salário mínimo (77%).

Por outro lado, o único grupo que registra aprovação maior do que desaprovação ao discurso armamentista do presidente é o de apoiadores do governo que avaliam a gestão como ótima ou boa (54% aprovam, contra 40%).

Leia também: Com máscaras e tochas, grupo “300 do Brasil” protesta em frente ao STF; assista

A pesquisa Datafolha mostra que, mesmo em grupos que estão sintonizados com Bolsonaro – como empresários, a faixa da população que recebe mais de dez salários mínimos e até mesmo os eleitores do presidente no segundo turno na última eleição -, a aceitação não é das maiores: 50% dos empresários discordam, 60% de quem tem maior renda e 52% dos eleitores de 2018.

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Política Nacional

Bolsonaro ataca imprensa e fala em “negociar bilhões” para acabar com fake news

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Bolsonaro
Agência Brasil

Em postagem neste domingo, presidente voltou a criticar atuação de veículos de imprensa

Neste domingo (31), o presidente Jair Bolsonaro utilizou as redes sociais para, mais uma vez, criticar o trabalho da imprensa. Segundo ele, a “mídia podre” segue produzindo fake news sobre o governo e não apresenta provas sobre as acusações. Além disso, ainda questionou se negociar bilhões em propaganda poderiam ser a solução para o problema: “será que tudo isso se acaba?”.

Leia também: Bolsonaro critica notícias: ‘Tudo aponta para uma crise’

“O maior dos fake news é o “gabinete do ódio” inventado pela imprensa. Até o momento a Folha, Globo, Estadão… não apontaram uma só Fake News produzida pelo tal “gabinete”. Por outro lado, essa mesma mídia podre produz, diariamente, dezenas de Fake News contra o Presidente”, afirmou Bolsonaro .

Na sequência, ele listou alguns dos casos vistos por ele como fake news : a interferência na Polícia Federal, no qual o acusam de tentar trocar o comando da corporação no Rio de Janeiro para proteger familiares, a “fita bomba” da reunião ministerial , evento que o ex-ministro Sergio moro apontava como relevante para a situação da PF , e o “caso porteiro”, relacionado à investigação da morte da ex-deputada Marielle Franco.

“O caso da “interferência na PF” é um dos mais claros. A dita dita fita bomba foi mais um fiasco. O “caso porteiro” também… Agora investem no julgamento do TSE sobre “disparos em massa” de mensagens por ocasião da campanha. Falam em disparos mas não apontam uma só mensagens disparada contra quem quer que seja. Será que, se eu chamar essa imprensa e negociar com ela alguns BILHÕES DE REAIS em propaganda , tudo isso se acaba?”, finalizou o presidente .

Ato pró-Bolsonaro

O domingo será marcado também por mais um ato pró-governo nas ruas de Brasília, algo que se tornou comum nos últimos finais de semana e que tem reunido diversos apoiadores do presidente mesmo em meio à pandemia do novo coronavírus .

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A expectativa é que a movimentação no local comece ainda na parte da manhã e conte com a participação de Bolsonaro mais uma vez.

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